Categoria / Category Lugares viajados

Mergulho em Caye Ambergris

kb_bz13_0893_CollageNossos mergulhos em Caye Ambergris foram com a Ecologic Divers, uma das operadoras flutuantes com seu próprio pier. A grande vantagem dos mergulhos em Caye Ambergris é que os pontos são perto, uns 10 ou 20 minutos de lancha rápida. O mar é agitado, mas como a viagem é curta, dá para não enjoar. Logo que subi do mergulho e o barco balançava muito, Charlie, o capitão do barco me entregou uma toalha pequena quente (como as de restaurante japonês) mas com um cheiro mentolado/eucalipto. Uma maravilha, passou a sensação de enjoo na hora. Sou uma mergulhadora experiente, me viro muito bem na água, mas admito, enjoo facilmente. Admito, já vomitei diversas vezes em barco. Mas aqui, como o tratamento vip da operadora, mesmo com o mar agitado, nem me abalei.

Nosso primeiro ponto de mergulho foi Mermaid’s Lair, é um recife que vai de 12-30m de profundidade...

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Caye Ambergris, Belize 2013

Photo by Karla Brunet/ErranteResolvemos passar um dia em Caye Ambergris para mergulhar, tem diversos barcos ao dia entre uma ilha e outra. A ilha é maior que Caye Cauker, com mais infraestrutura e turismo. É também o paraíso do mergulho, existe uma operadora de mergulho ao lado da outra, o mar é pontilhado pelos piers da operadoras. Adoro ilhas de mergulho tanto pela atmosfera do lugar quanto pelas possibilidades de contato com o mar que oferecem.

Aqui existem mais opções de pousadas, bares e restaurante. Se você é do tipo que gosta de um pouco mais de conforto, lojinhas e uma rua pavimentada, Caye Amberguis é seu lugar. Para mergulho, Caye Ambergris oferece mais opções que Caye Cauker, tanto pelo número de operadoras como pelo número de dive sites. Gostei bastante do lugar, deu gostinho de “quero mais”, adoraria poder ficar uns dias hospedada nesta ilha também, mas infelizmente meu voo para Honduras partia no dia seguinte.

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Caye Caulker, Belize 2013

Fotor0318194135Logo na chegada em Belize City, peguei um barco para Caye Cauker, uma ilha localizada a 30 km da costa, uns 45 minutos de viagem. Lá me esperava Cláudio, quem eu conheci em Chichicastenango  e havíamos combinado de viajar juntos por Belize. Logo no primeiro dia, meu amigo já havia reservado um passeio de snorkel para nós. Nosso destino seria Shark/Ray Alley, um banco de areia lotado de tubarões e arraias. Foi incrível ter estes animais passando pertinho, nadando suavemente com a gente no mar.

A ilha é pequena, pode-se dar a volta nela caminhando. Na parte mais ao sul, a trilha passa pelo meio de uma pequena área verde de mangue e árvores tropicais. Conhecida como o paraíso dos mochileiros, Caye Cauker tem um estilo relax, bares de reggae por toda parte e cultura hasta. Chinelos, roupa de praia e equipamento de mergulho é tudo que você precisa.

Os dias na ilha foram tranquilos… Praia, caminhadas, boas conversas e, principalmente, mergulhos, foi de Caye Cauker que partimos...

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Grande Buraco Azul – Great Blue Hole

Great_Blue_HoleFoto Wikipedia http://en.wikipedia.org/wiki/File:Great_Blue_Hole.jpg

Photo by Karla Brunet/ErranteUm dos grades motivos de  visitar Belize era conhecer o famoso Great Blue Hole (Grande Buraco Azul). Sempre tive uma fascinação por estes espaços estranhos criados pela natureza e, um círculo gigantesco no meio do mar do Caribe, seduz qualquer um.

Situado no Atol de Recifes Lighthouse, o diâmetro deste grande buraco é de 300m e a profundidade é de 124 metros. O mergulho é para mergulhadores experientes, temos que baixar a 40 metros em poucos minutos para poder aproveitar a paisagem lá embaixo. Se você demora para equalizar e não consegue descer na rapidez necessária, a instrução é voltar, ninguém poderá te esperar pois temos muito pouco tempo de fundo, somente 8 minutos disse nosso divemaster da Frenchie’s Diving, operadora de mergulho com quem fiz o passeio. Ao chegar nos 40 metros de profundidade começamos a ver as formações rochosas, as estalactites e estalagmites como nas cavernas...

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Flores e Tikal

kb_gt13_0819Minha última parada na Guatemala foi Tikal, um grande centro arqueológico da cultura maya. Localizado na região de Petén, no lado leste do país, Tikal fica umas 8 horas de ônibus de Antigua. Como minha passagem pelo país era curta, decidi pegar um vôo da cidade da Guatemala para Flores (40 min.).

Flores, a cidade base para visitar Tikal, é pequena e muito bonita, uma cidade ilha, cheia de turistas, cafés, bares e pousadas. Um clima de férias e viagem relax paira no ar. Em uma hora caminhando dá para contornar toda a ilha/cidade.

kb_gt13_0683Considerado como patrimônio da UNESCO, Tikal fica a um pouco mais de uma hora de ônibus de Flores. Diferente de outros sítios pré-colombianos que visitei como Teotihuacán e Chichén Itzá que eram quentes e de clima seco, Tikal é úmido e muito verde, no meio de uma floresta tropical.

Tikal me impressionou muito pela beleza e exuberância da natureza. Em seu tempo, foi uma das maiores cidades mayas das Américas...

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Antigua e Pacaya

9114641035_ea75858af4_oMinha vontade de conhecer Antigua era para ver o vulcão Pacaya. Estava no meu imaginário da Guatemala esta pequena cidade colonial rodeada por vulcões ativos. Tinha na cabeça a imagem das casas coloridas e uma montanha triangular no fundo. Infelizmente, foi difícil ver esta imagem, pois estava nublado todos dias que estava na cidade. Lembrava das imagens do vulcão Licancabur que, de todo lado em San Pedro Atacama, eu tentava avistar.

Mesmo sem ver o famoso vulcão Pacaya ao fundo, adorei Antigua. Uma pequena cidade organizada, cheias de cafés acolhedores, atividades culturais, bons restaurantes. Passava o dia caminhando e parando de café em café para ler um pouco. Adoro ler em cafés.

No meu último dia, decidi fazer um trekking pra subir o Pacaya, saímos às 5 da manhã. Ao recorrer todos que iriam ao tour, de longe avistei o vulcão, timidamente aparecendo entre a neblina. Pedi ao motorista da van para dar uma parada para eu fazer uma foto e apreciar a vista...

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Chichicastenango e o lago de Atitlan

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Ao mesmo tempo que achei Guatemala super americanizada, tiro o chapéu para a forma que ainda preservam a cultura e tradição indígena no país. Um grande exemplo disto é a cidade de Chichicastenango, Chichi como dizem por aqui. Portanto, fiz um passeio para conhecer o grande mercado que acontece lá todas as quintas e domingos.

O mercado é super colorido, lembra os mercados de Otavalo (Equador) ou Tarabuco (Bolívia). Vendem de tudo, desde alimentos a artesanato. É um bom lugar para comprar os presentes viagem, tanto na parte de roupas típicas quando objetos de artesanatos. A pechincha é obrigatória, sem pechincha não tem graça. No tour, conheci Claudio, um montanhista Chilenos, com quem caminhei junto pelos corredores coloridos. Um era apoio ao outro na hora da pechincha, fica sempre mais fácil se está com alguém.

Cláudio com a bolsa que comprou para sua irmã, depois de uma tarde de pechincha…

Outra parada do dia foi a igreja de Santo Tomás, uma igreja católica e temp...

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A chegada na Guatemala – Guate

9109386005_a9635deb08_oA cidade da Guatemala, ou Guate como eles chamam, foi meu ponto de chegada na América Central. Em geral, quando viajo sozinha, evito ficar muito nas grandes cidades, então, tive dois dias por aqui. Nestes dias, a cidade teve sempre uma névoa constante, como se peneirasse o sol, me lembrou um pouco Lima, no Peru.

Guatemala é grande, tem cerca de 4 milhões de pessoas em um país de 15 milhões, ou seja, grande parte da vida do país ocorre aqui. É toda dividida por zonas por números, ruas e avenidas também marcadas por números, por exemplo, fiquei na Zona 13, 15 av. “A” 5-30. Esta forma de nomear a cidade e os bairros me passa uma sensação de que foi planejado, de que teve um plano urbanístico pensado. Difícil de imaginar esta nomenclatura na maioria das cidades brasileiras que crescem de qualquer forma, sem planejamento onde ruas vão surgindo no meio do nada.

Outro ponto que me chamou atenção é o “americanismo”, a começar pelas ruas com números que lembram os Estados Unido...

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Igatu, Poço Azul e Donana

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Um dos lugares que não conhecia da Chapada é Xique-Xique do Igatu, um povoado de garimpeiros perto do parque nacional. Já tinha ouvido falar da famosa estrada que leva a Igatu, toda de pedras, construída pelos próprios garimpeiros. E sim, é impressionante. A palavra Iguatu vem do tupi,  “ig” ou “i”, significa água e “catu”, significa bom/boa e xique-xique é o cactos.

Nossa primeira parada do dia foi no Poço Azul, outra linda caverna com água totalmente transparente que, pela luz que reflete, parece azul. Para apreciar a magia do lugar é importante fazer snorkel, sentir a água e o eco da caverna. Como era feriado de carnaval, havia uma grande espera para o snorkel, resolvemos, então, seguir nossa rota. Eu já tinha experimentado o mergulho em 2007 quando estive pela primeira vez na Chapada.

Em Xique-Xique do Igatu, depois da subida lentamente pela estrada de pedras, visitamos um pequeno centro cultural onde tinha uma exposição de fotografia e esculturas e fomos conhecer a...

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Chapada Diamantina – Roteiro 1

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Logo no primeiro dia na Chapada Diamantina resolvi fazer o tour geral pelas redondezas, o Roteiro 1 (Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa, Gruta da Pratinha, Gruta Azul, Morro do Pai Inácio), Mel foi nosso guia. A primeira parada foi no Rio Mucugezinho onde fizemos uma pequena trilha para apreciar a paisagem do rio. Logo, seguimos uns 15 minutos até o Poço do Diabo, uma linda cachoeira, lá foi nosso primeiro banho do dia. A água estava fria mas não congelante como eu imaginava estar e, depois da caminhada no sol, era o que precisava. A cachoeira é grande, uma chuveirada de água transparente. Pra ficar embaixo da queda é fácil, mas as pedras escorregam, então, todo cuidado é bom. Quando me aproximei da queda d’água, tinha uma menina sozinha que me perguntou se era perigoso ali embaixo. Disse que não sabia, que ia checar e se não fosse perigoso a levaria comigo...

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