Categoria / Category Lugares viajados

Berlim, street art e pedalada

grafiteBerNesta semana, Carol Marques veio visitar Berlim. Prometi dedicar o domingo pra mostrar algo da cidade a ela, o transporte seria de bicicleta. Comecei pelo meu parque predileto, o Tempelhofer Feld. O dia estava frio, tinha chovido a noite, mas encaramos. Afinal, somos brasileiras fortes.

Como minha amiga já tinha feito turismo pela cidade por 3 dias, perguntei o que ela gostaria de conhecer em Berlim. A resposta foi: “os grafites, vi que tem um tour pra ver grafites pela cidade”. Então, busquei por um mapa com algum percurso para facilitar a escolha de onde ir. Achei o Map of Public Art Tour, um guia de percurso de street art em Kreuzberg e Friedrichshain. Baixei no celular print screen do mapa e voilà, estávamos com nossa programação do dia feita. Abaixo está o relato de Carol, minha guest no tour de bike.

Screen Shot 2014-10-27 at 1.07.01 AM10 graus, último dia em Berlin. A ideia era fazer um tour de bike pela cidade explorando os grafites...

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Oceania

FotorOceaniaEste foi o último continente que visitei, e é o que menos conheço. Em 2012, viajei por um mês na Austrália. Um país continental com o Brasil, não dá pra ver muito num só mês, sinto que preciso voltar. E gostaria muito de um dia conhecer a Nova Zelândia e as ilhas do pacífico.  Talvez, numa próxima viagem…

Veja aqui o índice de posts da viagem pela Austrália

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índice das viagens pela Ásia

FotorasiaA Ásia é um lugar mágico para mim, começando pela sensação de ser do outro lado do mundo.  Minha primeira viagem pelo continente asiático foi em 97, quando viajei de courier pelas Filipinas. Foram somente duas semanas mas uma grande emoção de viajar tão longe. Foi em Puerto Galera/Big la Laguna beach, nas Filipinas, onde mergulhei pela primeira vez, o que virou uma paixão eterna.

Uns meses depois lá estava eu novamente na Ásia, desta vez na Indonésia e por um tempo mais longo, um mês e meio. Ali que realmente aprendi a mergulhar, fiz o curso básico e tive uma sensação de ser errante por aquelas ilhas.

Voltei em 2004 com Maxim para conhecermos a Tailândia. Viajamos um mês tentando ver um pouco da cultura e natureza local. Fomos de norte a sul, e mergulhamos no mar do leste e do oeste do país.

Em 2008, tinha uma viagem de trabalho a Cingapura. Como já estava tão longe, consegui duas semanas de férias e viajei pela Malásia, cidades históricas, arranha-céus e merg...

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índice das viagens pelas Américas

FotoramericaEste é o meu continente predileto pra viagens, também é onde nasci e morei parte da minha vida (Santa Maria, San Francisco, São Paulo, Salvador). Minha primeira viagem de mochileira foi pelo México, em 1995. Depois disto não parei mais, queria conhecer tudo, especialmente a América Latina.

Minha primeira grande viagem de meses foi pela América do Sul, em 2001, começando no Equador e terminando na Argentina. Esta foi a viagem que deu início a este site. Já havia morado nos Estados Unidos e partia para 4 anos na Europa, então, conhecer meus vizinhos antes da partida era essencial. Passei meses viajando somente com uma mochila pelo Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina. Até então, não sabia se aguentaria tantos meses viajando sozinha e sem o conforto de casa. E sim, adorei, não me cansei de viajar e vi que realmente não precisamos de muito. A sensação de liberdade de viver meses sem quase nada foi incrível.

Depois em 2011 e 2012, decidi conhecer a Colômbia e Vene...

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Pedalada B-KO: Rødvig a Stege

15301627680_0f9e2f3373_bTrajeto do dia 2: Rødvig - Lund – Lille Torøje – Strandskov – Fakse Ladeplads – Delhoved – Srandhuse – Praestø – Skibinge – Rekkende – Kragevig – Sandvig – Kalvehave – Koster – Stege – Keldby – Elmelunde/Møn 

  • Antes de partir, dei uma volta de bicicleta pelo porto de Rødvig. Adoro portos, barcos, redes de pesca…
  • Novamente, peguei vento durante todo o trajeto. Até em descidas tinha que pedalar.
  • Tanta macieiras que parei para pegar uma maçã mas deixei pra comer mais tarde caso me fizesse mal ao estômago
  • Parei para um almoço num café no porto de Praestø. É tão bom ficar uma hora num lugar quentinho e sem vento para recarregar as energias e seguir caminho.
  • A porte para Møn era enorme (mais de 1km) e o vento muito forte. Amarelei e desci da bicicleta. Tinha a sensação que o vento me jogaria contra os carros. Então, decidi carregar a bike to o percurso da ponte.
  • Na chegada a Stege, parei no supermercado para comprar minha janta já que dormiria num povoado no meio do nada ...
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Pedalada B-KO: De Copenhague a Rødvig

15485791482_7f84cf60e9_oTrajeto do dia 1: Copenhague -  Greve Strand – Solrød Strand – Køge – Strøby – Magleby – Hollug – Sigerslev – Stevns Klint – Højerup Rødvig

  • Sai do hotel 8:30, as ciclovias era completamente lotadas e todos iam muito rápido, não conseguia parar nas esquinas para ver os nomes das ruas. Me perdi um pouco. Peguei uma ponte errada, tive que ir e voltar.
  • Levei mais de uma hora para conseguir sair de Copenhague. Na cidade, não havia sinalização das rotas de bicicleta como em Berlim.  Fui duas vezes pelo caminho errado e tive que parar para olhar o gps.
  • Scooter e motos também usam a ciclovia. Achei estranho. Vi tanto na cidade em Copenhague como depois em Køge.
  • O vento na ciclovia ao redor da ilha Amager era muito forte. Este caminho que peguei não era o percurso oficial B-KO mas era linda a paisagem.
  • O caminho por Brøndby e Vallensbaek Strand era lindo. Sempre contornando a água e sem carros por perto.
  • Køge é uma cidade pequena e bonita, com uma praça centra cheia de cafés...
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De trem de Berlim a Copenhague

14794392230_094115a3a0_oLogo que me mudei pra Berlim fiquei sabendo desta rota Berlim-Copenhague (B-Ko) de bicicleta. Claro que deu vontade, mas teria que ser verão e uma época que eu pudesse tirar uma semana de férias.  Pois chegou a época,  afinal o verão já está acabando. Conheci algumas pessoas que fizeram em 8 dias.  Vou encarar.

Como é alta temporada, achei melhor começar por Copenhague e voltar pra casa.  Assim poderia reservar os bilhetes de trem e hotel,  pois sabia ao certo o dia de partida. A chegada, as vezes,  não dá pra planejar.

O trem de ida já foi uma aventura pra conseguir comprar a passagem com direito a levar a bike. Pela Internet era impossível, e na estação de  trem só consegui comprar depois de ir duas vezes até lá e fazer fila… Resumindo, 4 trens e o melhor preço era 1° classe,  na segunda era 30 euros mais caro. O grande problema da primeira classe é que a bike vai no vagão 6 e eu no 12...

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Elberadweg: de Wittenberg a Dessau

DCIM101GOPROEste foi o último dia da viagem pelo rio Elba. A primeira ideia era num dia seguir a Schönebeck ou Magdeburg, mas acordei com vontade de fazer férias. Acordar tarde, ir até Dessau, ver o museu da Bauhaus e voltar para casa cedo, sem pressa.

kb_de14_04073Logo na saída de Wittenberg peguei um caminho alternativo, mais uma ponte… é não gosto de pontes com muitos carros, mas as da Alemanha são super seguras, a bicicleta fica num espaço separado dos carros. Segui caminho e achei estranho que nenhum outro ciclista passava por mim. Achei que podia estar num caminho errado. Até que avistei longe um ciclista vindo na direção contrária. Felicidade. Era um rota de ciclistas aquela estrada. Ao passar por mim, ele grita: “Karla, is that you?” Na hora freei. Paramos, era James Robb que tinha organizado a pedalada em Berlim pelo Maueradweg. Foi incrível, estar em um país que sou recém chegada, ir pedalar sozinha, e encontrar por acaso com um conhecido no caminho. Amei! O mundo sim é pequeno.

Depo...

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Elberadweg: de Torgau a Wittenberg

DCIM101GOPRODe Torgau a Wittenberg seriam uns 70km, sai sem pressa, caminhei um pouco pela cidade pela manhã. Os primeiros 30km foram muito cansativos, muito vento, era como se pedalasse em montanha. Passei por Dommitzsch e parei num camping perto de Priesitz para comer. Aqui também a opção foi wurst. No imbiss (lanchonete) do camping encontrei outros dois ciclistas que iam na mesma direção que eu. Perguntei se era normal este vento, me disseram que não, que havia uma tempestade de vento, por isto estava tão forte. Sai antes deles mas falamos “até logo” pois sempre acaba encontrando as pessoas novamente.

Em Pretzsch, o caminho oficial vai pelo outro lado do rio. Eu resolvi seguir pelo “alternativo” pois parecia mais verde. Claro que não achei rapidamente a saída da cidade. Vi um caminho que poderia ser, então perguntei para uma senhora que passeava com o cachorro. Ela me respondeu que sim era por ali e que era muito bonito...

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Elberadweg: de Sörnewitz a Torgau

kb_de14_03938Logo na saída de Sörnewitz passei por Meißen, estava linda do outro lado do rio. Não quis parar pois acabava de sair. Acredito que estas viagens de bicicleta são mais sobre o caminho do que sobre as paradas. Os pontos de chegada não são o mais importante, mas sim o percurso até lá. Caso contrário, iria de avião.

Neste dia estava planejado percorrer uns 80km até Torgau onde dormiria. O caminho foi lindo, uma mistura de campo aberto, montanha, floresta, contorno do rio, lagos… Vi várias plantações de milho e numa parte do percurso que tinha uma placa de interditado. Mais adiante uma placa falando que por ali era o caminho alternativo. Mas ao entrar neste caminho, passei por diversas placas de “Achtung” (Perigo) e “Lebensgefahr” (perigo de vida). Achei estranho, não entendi o que tinha de perigoso ali, até olhei no dicionário no celular para ter certeza que havia entendido correto. Sim, era perigo de vida sair do caminho marcado. Segui e vi que subia uma colina...

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