Categoria / Category Lugares viajados

Hamburguer de carne de camelo

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Em Dubai, no centro histórico Al Fahidi vi um restaurante com a placa “Camel Burger”. Não resisti, provei pela primeira vez carne de camelo.
Achei parecido com outros hambúrguer, só que este tinha um gostinho de canela nos condimentos. Não sei se para despistar um possível gosto forte do camelo ou se é uma prática da culinária local. Resumindo: Aprovei!

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Dubai tour – 2º dia

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Dubai

O tour por Dubai possui duas linhas: a azul e a vermelha.  Comecei o dia pela azul, a que percorre a praia e o centro financeiro da cidade. Dubai tem uma temperatura alta o ano todo, agora que é outono o clima estava “ameno”, 35°C. No verão, a temperatura diariamente passa dos 40°C. Então, a praia é um ponto forte da cidade. Mas como em outros países islâmicos, é sobretudo uma praia para turistas.  Em Jumeirah existem alguns “beach clubs” que dependendo do dia são só para mulheres. Imagino que ali seja um lugar freqüentado pelos habitantes locais e não por estrangeiros.

Minha primeira parada foi na Praia Pública de Jumeirah (Jumeirah Public Beach), dali podia-se ver o famoso Burj Al Arab. Tinha visto um documentário sobre a construção deste luxuoso hotel e sempre tive a curiosidade de ver de perto. Burj Al Arab é considerado um hotel 7 estrelas e foi construído numa ilha artificial...

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Visita a Sharjah no Dubai Tour

sharjahDubai é uma cidade grande, espalhada e com opções limitadas de transporte. O taxi é caro e as diferentes atrações são muito longes. Portanto, a melhor opção de conhecer o lugar é pegando um tour Hop-On Hop-Off Assim, você tem a liberdade de parar o tempo que quiser em qualquer lugar sem ter que depender de um grupo ou seguir alguém carregando um guarda-chuvas. Minha escolha foi pelo BigBus Dubai , recomendo o ticket de 48h, a diferença de preço é pequena quando comparada ao de 24h e um dia é pouco para conhecer esta distinta cidade.

Sharjah

Comecei o tour do Bigbus conhecendo Sharjah, a cidade ao lado de Dubai. Um pouco mais conservadora que a vizinha moderna, Sharjah é uma cidade grande, com amplas avenidas e edifícios residenciais. Parece tudo muito moderno também, uma cidade nova. O tour dura 3,5 horas e tem duas paradas, uma no The Heritage Area, um centro histórico reconstruído com casas estilo tradicional e alguns pequenos museus...

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Berlim, street art e pedalada

grafiteBerNesta semana, Carol Marques veio visitar Berlim. Prometi dedicar o domingo pra mostrar algo da cidade a ela, o transporte seria de bicicleta. Comecei pelo meu parque predileto, o Tempelhofer Feld. O dia estava frio, tinha chovido a noite, mas encaramos. Afinal, somos brasileiras fortes.

Como minha amiga já tinha feito turismo pela cidade por 3 dias, perguntei o que ela gostaria de conhecer em Berlim. A resposta foi: “os grafites, vi que tem um tour pra ver grafites pela cidade”. Então, busquei por um mapa com algum percurso para facilitar a escolha de onde ir. Achei o Map of Public Art Tour, um guia de percurso de street art em Kreuzberg e Friedrichshain. Baixei no celular print screen do mapa e voilà, estávamos com nossa programação do dia feita. Abaixo está o relato de Carol, minha guest no tour de bike.

Screen Shot 2014-10-27 at 1.07.01 AM10 graus, último dia em Berlin. A ideia era fazer um tour de bike pela cidade explorando os grafites...

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Berlim subterrâneo: torre antiaérea

vistaTorre2Através da Lenara Verle, minha guru pra programas culturais em Berlim, fiquei sabendo dos tours organizados pela Berliner Unterwelten.  É um associação dedicada a tours pela história subterrânea da cidade. O outono chegou e este é o último mês do “Tour 2 – Vom Flakturm zum Trümmerberg” antes da chegada do frio. Nos horários que eu podia fazer o tour, só tinha em alemão, então, convidei Lenara para me acompanhar pelo passeio nesta torre antiaérea. Afinal, meu alemão é razoável, mas o dela, ótimo. Vejam o relato de Lenara abaixo.kb14_m2840

 aspas_abremAcompanhei o Errante em uma tour por uma torre anti-aérea em ruínas no parque Humboldthain. A tour faz parte da programação da associação “Berlim Subterrâneo“. É uma associação independente que pesquisa bunkers, túneis, esgotos, redes de correio pneumáticos, e muitas outras estruturas subterrâneas associadas à história de Berlim...

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Oceania

FotorOceaniaEste foi o último continente que visitei, e é o que menos conheço. Em 2012, viajei por um mês na Austrália. Um país continental com o Brasil, não dá pra ver muito num só mês, sinto que preciso voltar. E gostaria muito de um dia conhecer a Nova Zelândia e as ilhas do pacífico.  Talvez, numa próxima viagem…

Veja aqui o índice de posts da viagem pela Austrália

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índice das viagens pela Ásia

FotorasiaA Ásia é um lugar mágico para mim, começando pela sensação de ser do outro lado do mundo.  Minha primeira viagem pelo continente asiático foi em 97, quando viajei de courier pelas Filipinas. Foram somente duas semanas mas uma grande emoção de viajar tão longe. Foi em Puerto Galera/Big la Laguna beach, nas Filipinas, onde mergulhei pela primeira vez, o que virou uma paixão eterna.

Uns meses depois lá estava eu novamente na Ásia, desta vez na Indonésia e por um tempo mais longo, um mês e meio. Ali que realmente aprendi a mergulhar, fiz o curso básico e tive uma sensação de ser errante por aquelas ilhas.

Voltei em 2004 com Maxim para conhecermos a Tailândia. Viajamos um mês tentando ver um pouco da cultura e natureza local. Fomos de norte a sul, e mergulhamos no mar do leste e do oeste do país.

Em 2008, tinha uma viagem de trabalho a Cingapura. Como já estava tão longe, consegui duas semanas de férias e viajei pela Malásia, cidades históricas, arranha-céus e merg...

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índice das viagens pelas Américas

FotoramericaEste é o meu continente predileto pra viagens, também é onde nasci e morei parte da minha vida (Santa Maria, San Francisco, São Paulo, Salvador). Minha primeira viagem de mochileira foi pelo México, em 1995. Depois disto não parei mais, queria conhecer tudo, especialmente a América Latina.

Minha primeira grande viagem de meses foi pela América do Sul, em 2001, começando no Equador e terminando na Argentina. Esta foi a viagem que deu início a este site. Já havia morado nos Estados Unidos e partia para 4 anos na Europa, então, conhecer meus vizinhos antes da partida era essencial. Passei meses viajando somente com uma mochila pelo Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina. Até então, não sabia se aguentaria tantos meses viajando sozinha e sem o conforto de casa. E sim, adorei, não me cansei de viajar e vi que realmente não precisamos de muito. A sensação de liberdade de viver meses sem quase nada foi incrível.

Depois em 2011 e 2012, decidi conhecer a Colômbia e Vene...

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Pedalada B-KO: Rødvig a Stege

15301627680_0f9e2f3373_bTrajeto do dia 2: Rødvig - Lund – Lille Torøje – Strandskov – Fakse Ladeplads – Delhoved – Srandhuse – Praestø – Skibinge – Rekkende – Kragevig – Sandvig – Kalvehave – Koster – Stege – Keldby – Elmelunde/Møn 

  • Antes de partir, dei uma volta de bicicleta pelo porto de Rødvig. Adoro portos, barcos, redes de pesca…
  • Novamente, peguei vento durante todo o trajeto. Até em descidas tinha que pedalar.
  • Tanta macieiras que parei para pegar uma maçã mas deixei pra comer mais tarde caso me fizesse mal ao estômago
  • Parei para um almoço num café no porto de Praestø. É tão bom ficar uma hora num lugar quentinho e sem vento para recarregar as energias e seguir caminho.
  • A porte para Møn era enorme (mais de 1km) e o vento muito forte. Amarelei e desci da bicicleta. Tinha a sensação que o vento me jogaria contra os carros. Então, decidi carregar a bike to o percurso da ponte.
  • Na chegada a Stege, parei no supermercado para comprar minha janta já que dormiria num povoado no meio do nada ...
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Pedalada B-KO: De Copenhague a Rødvig

15485791482_7f84cf60e9_oTrajeto do dia 1: Copenhague -  Greve Strand – Solrød Strand – Køge – Strøby – Magleby – Hollug – Sigerslev – Stevns Klint – Højerup Rødvig

  • Sai do hotel 8:30, as ciclovias era completamente lotadas e todos iam muito rápido, não conseguia parar nas esquinas para ver os nomes das ruas. Me perdi um pouco. Peguei uma ponte errada, tive que ir e voltar.
  • Levei mais de uma hora para conseguir sair de Copenhague. Na cidade, não havia sinalização das rotas de bicicleta como em Berlim.  Fui duas vezes pelo caminho errado e tive que parar para olhar o gps.
  • Scooter e motos também usam a ciclovia. Achei estranho. Vi tanto na cidade em Copenhague como depois em Køge.
  • O vento na ciclovia ao redor da ilha Amager era muito forte. Este caminho que peguei não era o percurso oficial B-KO mas era linda a paisagem.
  • O caminho por Brøndby e Vallensbaek Strand era lindo. Sempre contornando a água e sem carros por perto.
  • Køge é uma cidade pequena e bonita, com uma praça centra cheia de cafés...
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