Categoria / Category Lugares viajados

Essaouira

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Ao longo dos séculos, a cidade de Essaouira foi um porto estratégico para mercadores, piratas, poderes coloniais… Todos usaram sua baía protegida (e por ela brigaram). Hoje em dia, a cidade pode ter perdido sua importância geopolítica, mas é um dos pontos turísticos mais importantes do Marrocos. Por isso, quando Fátima da Infinite Morocco nos convidou para um tour em Essaouira, não pensamos duas vezes.

Encontramos com nosso motorista Mohammed na Jemaa El Fna e nos dirigimos ao oeste, na direção do mar. Cruzamos cidades  (Loudaya, Zoudia, Chichaoua, Sidi Al Mokhtar) com a mesma cor vermelhada de Marrakech, mas ao aproximarmos da costa, as casas foram gradativamente mudando do vermelho pro branco. No meio do caminho nos surpreendemos com uma visão surreal: cabras penduradas nas árvores. Elas fazem isso pra comer as castanhas que produzem o aceite de Argan. Quando paramos com o carro para tirar fotos, um dos pastores chegou pedindo gorjeta.

A principal atração de Essaouira...

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Marrakech, segundo dia

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Começamos nosso segundo dia em Marrakech visitando o palácio Bahia. Construído no final do século XIX, o palácio fica no interior da Medina e é um dos poucos aberto ao público. Bahia significa “brilhante” em árabe e o visitante logo percebe o porquê do nome: belos mosaicos, tetos e lâmpadas ornamentados… Não está muito bem conservado, mas é um paraíso para os fotógrafos, com centenas de detalhes coloridos.

Nas proximidades do palácio ficava o bairro Judeu. Não muito tempo atrás, Marrocos tinha uma grande comunidade judaica; agora tudo o que resta são umas poucas casas de tijolos com uma decoração um pouco diferente ao resto. É um bairro bem movimentado, cheio de artesãos e mercados.

Ali perto ficam as Tombas Saadias. De finais do século XVI, as tombas ficaram escondidas pelas construções das dinastias posteriores e só foram descobertas em 1917...

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Marrakech, primeiro dia

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Chegamos à Medina no final da tarde. Todas as ruas pareciam iguais, centenas de pessoas pra cima e pra baixo, e nos perdemos um pouco… Uns tentavam nos enganar e outros, nos ajudar. Mas finalmente conseguimos chegar ao Riad Karmela. A primeira impressão ao entrar foi um alívio: tínhamos deixado atrás o caos e entrado na paz,  podíamos sentar e relaxar. E isso foi o que fizemos, num belo pátio, com chá de menta e doces. Nosso anfitrião, Joel, nos deu as boas vindas e uma rápida explicação sobre como se mover, o que visitar e quanto pagar pelas coisas. Depois de descansar decidimos jantar na Jemaa El Fna.

Jemaa El Fna é um dos lugares mais famosos do mundo para comida de rua. Têm diversas fileiras de postos vendendo espetinhos, caracóis, cabeças de carneiro, dozes… Infelizmente, os garçons são insistentes demais e isso pode estragar a experiência...

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Toubkal, segundo dia

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Para nosso segundo dia nas montanhas do Atlas tínhamos previsto uma longa caminhada: cerca de 14 Km/4 horas de subida até a passagem ao vale do lado. Depois do café da manhã, pegamos nossas câmaras e partimos.

Começamos nossa caminhada seguindo a estrada principal. Nos arredores de Imlil, além de turistas fazendo trilhas, haviam muitos transeuntes locais envolvidos nas suas tarefas do dia a dia. O cinza das casas fazia com que os tapetes multicolores das lojas se destacassem. Por um tempo, seguimos os passos de um grupo de adolescentes britânicos, mas deixamos eles se adiantarem para não atrapalhar a tranquilidade da nossa caminhada.

Pouco tempo depois, chegamos até um atalho – o leito de um rio seco que iria nos levar até o centro de um pequeno vilarejo. O caminho ficou mais difícil, mas também permitiu conhecer melhor a realidade do povo Berber. Era como se estivéssemos entre bastidores, observando suas vidas acontecerem ante nossos olhos...

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Toubkal, primeiro dia

kb_ma15_0046A convite de Mustapha do Atlas and Sahara Tours, Karla e eu começamos nossa viagem pelo Marrocos conhecendo as montanhas do Atlas. Após uma noite num hotel baratinho na Medina de Marrakech, chegamos no ponto de recolhida 20 minutos antes do previsto e tivemos a surpresa agradável de que nosso motorista Brahim já estava lá esperando por nós. Feitas as apresentações, entramos no SUV e nos encaminhamos à Imlil, no coração do Parque Nacional do Toubkal.

Logo ao sair da cidade, a estrada cruza campos de oliveiras, o produto principal da região de Marrakech. Em seguida, começa a subida da montanha, passando por Tahnaout e Ansi. Duas horas mais tarde chegamos no povoado de Imlil, no lindo Riad Jnane Imlil.

A hospitalidade Berber, tradição milenar, foi honrada pelos nossos anfitriões: um chá de menta nos esperava no terraço com uma vista espetacular das montanhas nevadas...

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Marrocos

91588551_4589cda0d4_oNo Carnaval eu teria uma semana de férias, então, perguntei a Òscar que lugar ele gostaria de conhecer. Me respondeu prontamente: Marrocos – pelo filme Casablanca sempre quis conhecer o país.

Eu já havia estado no Marrocos no feriado de páscoa em 2002, mas a experiência tinha sido um pouco complicada. Fiquei doente logo no primeiro dia no país e passei 4 dias na cama do hotel em Marrakech. Fiquei tão mal que o hotel teve que chamar um médico. Estava viajando sozinha e não foi uma boa experiência. Depois de Marrakech, peguei um tour pelo deserto pois meu sonho era  ver o deserto de Saara. Conheci um pouco dos Altlas, Kasbahs, Dades, Merzouga e dormi em tendas de lã de camelo no deserto. Depois passei por Fes e Essaouira. No final, nunca escrevi para o Errante sobre esta viagem, voltei das férias envolvida com os trabalhos do doutorado e as memórias ficaram somente na minha cabeça.

Agora era a vez de voltar ao país, acompanhada já que a experiência sozinha não foi das ...

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Izakaya, comida de bar e snacks

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Izakaya

Segundo o tema de comida no Japão, não posso deixar de falar do Izakaya. É um tipo de bar tradicional japonês que serve “comidas de boteco”. Em geral, nos Izakaya não tem cardápio em inglês, está tudo em japonês e escrito pelas paredes. Logo que cheguei em Tóquio Daisuke, meu anfitrião na cidade, convidou para irmos num Izakaya. Foi ótimo, começamos com cerveja e terminei provando saque também. As comidinhas eram ótimas, em geral se come muito os famosos Yakitori. Os típicos são de frango, mas comi de diversos sabores. Também comemos alguns pratos de peixe cru marinado que lembram um pouco o ceviche. Uma segunda vez voltei a um Izakaya com Helena, minha amiga “semi” japonesa. Ficamos só na cerveja e alguns Yakitori, adorei.

Com Tomoko, num sábado, paramos num bar de Yakitoris que parecia animado. Este tinha cardápio em inglês e muito estrangeiro. Achamos estranho a quantidade de gringos no lugar, ao sair descobrimos o por que...

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Comidas no Japão

kb_jp14_0922Kimuchi – Comida feita por Tomoko em sua casa

A comida é uma parte muito importante da viagem pelo Japão: primeiro porque é ótima, segundo, por uma grande variedade. Gostei de tudo que comi por aqui, e provei uma boa variedade. Antes de falar de cada prato, vou começar por algumas curiosidades. A mais importante: toalha quente. Adoro.  Todos os restaurantes antes da refeição entregam uma toalha quente para limpar a mão. Restaurantes mais baratos e cafés te oferecem um saquinho de tolha úmida.

Maquetes e fotos. Sim, quase todos os restaurantes possuem do lado de fora uma maquete do prato ou fotos. No começo achei que era para turistas, depois percebi que era um costume japonês. Super prático se você não fala a língua, basta apontar pra maquete/foto.

Outro ponto peculiar são as ticket machines, umas máquinas que vendem os tickets das comidas. A primeira vez que vi uma fiquei meio perdida, não sabia como comprar...

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Cervejas no Japão

kb_jp14_0719Não sou uma expert em cerveja, sou do vinho, mas quando viajo bebo cerveja. É prático e refrescante. No Japão tomei a Kirin, Sapporo, Yebisu, Asahi… Não saberia dizer minha preferida, as consideradas melhores são a Asahi e Yebisu e a mais popular pareceu ser a Kirin, pois tinha por todo lado.  Mas o que me chamou a atenção é que temos algo em comum com os japoneses em temos de cerveja: eles gostam “estupidamente gelada”. Morando na Alemanha já desencanei de querer a cerveja super gelada como no Brasil. No Japão, a cerveja era sempre gelada e muitas vezes traziam também o copo gelado pra servir a cerveja. Lembrei das minhas companheiras baianas de cerveja (Adriana, Yara, Carol), elas adorariam por aqui.

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Diferentes toaletes no Japão

Toilets in JapanOs toiletes são um ponto de interesse no Japão. Nunca tinha visto nada tão tecnológico e cheio de opções como aqui. Lembro que uma vez na Alemanha, em 2007, vi um vaso que se auto limpava e já achei o máximo. Aqui a coisa é mais intensa. Os vasos todos possuem diversas opções de jatos de água. Alguns tem a legenda em inglês também, mas a grande maioria está só em Japonês. As opções estão entre esquentar o assento, música, jato na parte de trás, já frontal, descarga… O problema as vezes, como na foto acima, é achar qual o botão é a descarga. E quando testei os jatos, depois não sabia como parar, não param automático, tem um botão de stop. E o botão de aquecer o assento, sim que esquenta a bunda. Também não pára automaticamente.

Além das opções do vaso, tem também uma cadeirinha especial pro bebê. Assim, as mães podem fazer suas necessidades com calma, jatinhos, música, sem se preocupar com o bebê no colo...

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