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Livro: Epic Bike Rides of the World

Livro: Epic Bike Rides of the World. The Planets Most Thrilling Cycling Routes
Autor: Lonely Planet
Ano: 2017
Editora: Lonely Planet Global Limited

Da mesma coleção do livro Epic Drives of the World essa edição nos mostra opções de viagens de bicicleta.  O livro é lindo, são mais de 300 páginas de fotos, mapas, desenhos e textos de pedaladas por todos os continentes. Infelizmente, no Brasil não mostra nenhuma opção, na África só tem duas opções e na América Latina só aparecem Argentina, Equador e Cuba. A grande maioria das viagens de bicicleta propostas estão nas seções América do Norte, Europa e Oceania. Mesmo assim, o livro é incrível, bem organizado e faz você querer pegar a bike e sair numa aventura caminhos a fora.

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Livro: Epic Drives of the World

Livro: Epic Drives of the World: The Planets Most Thrilling Road Trips
Autor: Lonely Planet
Ano: 2017
Editora: Lonely Planet Global Limited

Epic Drives é um livro lindo editado pela Lonely Planet. Tem dicas de viagens de carro  (road trips) curtas e longas por todos os cantos do mundo. O livro está divido por continentes e regiões.  Tem uma seleção de 50 melhores viagens com fotos e informações como quilometragem, melhor época para ir, como chegar, etc. O livro é um catálogo ótimo para folhear antes de uma viagem, ver que tipo de road trips tem perto de onde você está indo. Usamos pela primeira vez para a viagem pela Irlanda e Escócia, e do livro tiramos várias dicas de tours que fizemos por lá. Recomendo.

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Livro Trilhas. A Incrível Jornada De Uma Mulher Pelo Deserto Australiano


Livro: Trilhas. A Incrível Jornada De Uma Mulher Pelo Deserto Australiano
Autora Robyn Davidson

(Tradução de Celina C. Falck-Cook)

Li o livro de Robyn Davidson nos dias antes de começar a trilha pelo Pati. A leitura fez com que minha aventura parecesse tão fácil e simples.  Já tinha visto o filme (Tracks) e li um crítica do filme falando que o livro era muito melhor. Então, resolvi comprar o livro. Optei pela versão em português para poder emprestar o livro depois. Quando gosto de um livro, quero emprestar sempre. Passar a outros essa alegria da leitura.

É impressionante a história desta mulher que – nos anos 90 –  decide cruzar o deserto da Austrália caminhando por quase 3 mil quilômetros na companhia de 4 camelos e uma cadela. Já estive em Uluru, perto de Alice Spring, e só fazíamos caminhadas de 5 da manhã até umas 11 horas. Depois disso, o sol era tão forte e o clima tão seco que o parque desaconselhava fazerem trekking por lá.

A leitura é fácil mas não mo...

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Exposição Viagens Errantes

Dia 26/05 abre a Exposição Viagens Errantes de Karla Brunet. A mostra, no espaço Saladearte Cinema da UFBA, conta com 57 fotografias de paisagens de diversos lugares do mundo. Karla já viajou por 63 países e possui um blog de viagens (travelogue) desde 2001. Nesta mostra – que fica exposta até dia 1º de julho – vocês poderão ver um pouco destes lugares e das experiências destas viagens errantes. A exposição, também, apresenta três telas digitais com fotos pessoais de viagem, retratos de pessoas encontradas pelo caminho e vídeos de algumas das aventuras de bicicleta, remo, mergulho e vela.

 

VIAGENS ERRANTES

“Viagens Errantes é uma exposição sobre o viajar, o perder-se em lugares desconhecidos, o contemplar a natureza, o caminhar por terrenos incertos, o aventurar-se. Acredito que viagem seja meu maior vício. Desde criança tenho uma grande paixão por viagens. Sempre que pude, gastei todas minhas economias em viagens… com ou sem dinheiro, percorri o mundo...

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Tour de vinhos

Como sou uma apaixonada por vinhos e adoro conhecer vinícolas, decidi fazer um tour de vinhos com a Cape To Grape. O tour incluía degustação de queijos e vinho, carnes de caça seca e vinhos, almoço, chocolate e vinhos… Fiquei empolgada.

Nossa manhã começou na vinícola D’Aria Wine Estate, provamos 5 vinhos – 2 brancos, 2 tintos e 1 rosé. O lugar era lindo, sentamos numa varanda de madeira na beira de um riacho. A paisagem verde, as folhas secas, o barulho da água, tudo combinava com a degustação de vinhos.

Nossa segunda parada do dia foi na vinícola Fairview Wine Estate,  onde fizermos a degustação de vinhos e queijos. Começamos pelos queijos mais leves, vinhos brancos e depois seguimos para os tintos. Uma delícia. A fazenda tem uma criação de cabras e um espaço enorme para degustação e compra de queijos e vinhos. Como era feriado na África do Sul, estava lotado com grupos e famílias que vieram conhecer o lugar...

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Izakaya, comida de bar e snacks

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Izakaya

Segundo o tema de comida no Japão, não posso deixar de falar do Izakaya. É um tipo de bar tradicional japonês que serve “comidas de boteco”. Em geral, nos Izakaya não tem cardápio em inglês, está tudo em japonês e escrito pelas paredes. Logo que cheguei em Tóquio Daisuke, meu anfitrião na cidade, convidou para irmos num Izakaya. Foi ótimo, começamos com cerveja e terminei provando saque também. As comidinhas eram ótimas, em geral se come muito os famosos Yakitori. Os típicos são de frango, mas comi de diversos sabores. Também comemos alguns pratos de peixe cru marinado que lembram um pouco o ceviche. Uma segunda vez voltei a um Izakaya com Helena, minha amiga “semi” japonesa. Ficamos só na cerveja e alguns Yakitori, adorei.

Com Tomoko, num sábado, paramos num bar de Yakitoris que parecia animado. Este tinha cardápio em inglês e muito estrangeiro. Achamos estranho a quantidade de gringos no lugar, ao sair descobrimos o por que...

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Comidas no Japão

kb_jp14_0922Kimuchi – Comida feita por Tomoko em sua casa

A comida é uma parte muito importante da viagem pelo Japão: primeiro porque é ótima, segundo, por uma grande variedade. Gostei de tudo que comi por aqui, e provei uma boa variedade. Antes de falar de cada prato, vou começar por algumas curiosidades. A mais importante: toalha quente. Adoro.  Todos os restaurantes antes da refeição entregam uma toalha quente para limpar a mão. Restaurantes mais baratos e cafés te oferecem um saquinho de tolha úmida.

Maquetes e fotos. Sim, quase todos os restaurantes possuem do lado de fora uma maquete do prato ou fotos. No começo achei que era para turistas, depois percebi que era um costume japonês. Super prático se você não fala a língua, basta apontar pra maquete/foto.

Outro ponto peculiar são as ticket machines, umas máquinas que vendem os tickets das comidas. A primeira vez que vi uma fiquei meio perdida, não sabia como comprar...

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Cervejas no Japão

kb_jp14_0719Não sou uma expert em cerveja, sou do vinho, mas quando viajo bebo cerveja. É prático e refrescante. No Japão tomei a Kirin, Sapporo, Yebisu, Asahi… Não saberia dizer minha preferida, as consideradas melhores são a Asahi e Yebisu e a mais popular pareceu ser a Kirin, pois tinha por todo lado.  Mas o que me chamou a atenção é que temos algo em comum com os japoneses em temos de cerveja: eles gostam “estupidamente gelada”. Morando na Alemanha já desencanei de querer a cerveja super gelada como no Brasil. No Japão, a cerveja era sempre gelada e muitas vezes traziam também o copo gelado pra servir a cerveja. Lembrei das minhas companheiras baianas de cerveja (Adriana, Yara, Carol), elas adorariam por aqui.

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Hamburguer de camelo

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Em Dubai, no centro histórico Al Fahidi vi um restaurante com a placa “Camel Burger”. Não resisti, provei pela primeira vez carne de camelo.
Achei parecido com outros hambúrguer, só que este tinha um gostinho de canela nos condimentos. Não sei se para despistar um possível gosto forte do camelo ou se é uma prática da culinária local. Resumindo: Aprovei!

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Refrigerantes em Berlim

Sim, isto merecia um post, é incrível a quantidade de diferentes refrigerantes por Berlim. Lembro que quando eu era criança, em Santa Maria, existia o guaraná da Cirila, a Cirilinha… Hoje em dia não temos mais nosso refrigerantes regionais, é só Coca-Cola e Pepsi. Amei que em Berlim existe uma quantidade inimaginável de alternativas às grandes multinacionais de refrigerante.

Cola Rebell Maxx Chili: tem um gosto meio caramelizado de cola com um picante que fica na boca no final. Compramos numa loja especializada em pimenta na Alexander Platz.

Wostok: Eu tomei o sabor  Dattel-Granatapfel (Tâmara -Romã) e Òscar, o Estragon-Ingwer (Estragão-Gengibre). O meu, no final, tinha um gostinho meio de chiclete. Gostei mais da opção escolhida por Òscar.

Now Orange: comprei num supermercado orgânico. A garrafa é bonita, design diferente. O gosto ótimo, tem gosto de suco mesmo e não de laranja artificial.

 Thomas Henry Spice Ginger: Este tem o gosto azedo misturado com o fort...

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