Lista dos lugares de mergulho

Fotor031704612Coloco abaixo uma lista de links aos posts de mergulho livre e autônomo aqui no Errante.

Em Los Roques, Venezuela 2012

Na Grande Barreira de Corais, Austrália 2012

Em San Andres, Colômbia, 2011 (em breve)

Na Isla Catalina, República Dominicana, 2011 (em breve)

Na Pulau Perhentian, Malásia, 2008 (em breve)

Em Koh Tao, Maya Bay e Koh Bida Nok,  Tailândia, 2004

Em Bo...

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Igatu, Poço Azul e Donana

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Um dos lugares que não conhecia da Chapada é Xique-Xique do Igatu, um povoado de garimpeiros perto do parque nacional. Já tinha ouvido falar da famosa estrada que leva a Igatu, toda de pedras, construída pelos próprios garimpeiros. E sim, é impressionante. A palavra Iguatu vem do tupi,  “ig” ou “i”, significa água e “catu”, significa bom/boa e xique-xique é o cactos.

Nossa primeira parada do dia foi no Poço Azul, outra linda caverna com água totalmente transparente que, pela luz que reflete, parece azul. Para apreciar a magia do lugar é importante fazer snorkel, sentir a água e o eco da caverna. Como era feriado de carnaval, havia uma grande espera para o snorkel, resolvemos, então, seguir nossa rota. Eu já tinha experimentado o mergulho em 2007 quando estive pela primeira vez na Chapada.

Em Xique-Xique do Igatu, depois da subida lentamente pela estrada de pedras, visitamos um pequeno centro cultural onde tinha uma exposição de fotografia e esculturas e fomos conhecer a...

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Chapada Diamantina – Roteiro 1

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Logo no primeiro dia na Chapada Diamantina resolvi fazer o tour geral pelas redondezas, o Roteiro 1 (Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa, Gruta da Pratinha, Gruta Azul, Morro do Pai Inácio), Mel foi nosso guia. A primeira parada foi no Rio Mucugezinho onde fizemos uma pequena trilha para apreciar a paisagem do rio. Logo, seguimos uns 15 minutos até o Poço do Diabo, uma linda cachoeira, lá foi nosso primeiro banho do dia. A água estava fria mas não congelante como eu imaginava estar e, depois da caminhada no sol, era o que precisava. A cachoeira é grande, uma chuveirada de água transparente. Pra ficar embaixo da queda é fácil, mas as pedras escorregam, então, todo cuidado é bom. Quando me aproximei da queda d’água, tinha uma menina sozinha que me perguntou se era perigoso ali embaixo. Disse que não sabia, que ia checar e se não fosse perigoso a levaria comigo...

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Mel – Guia na Chapada Diamantina

Mel foi o guia do Roteiro 1 e no tour a Igatu na Chapada Diamantina (2013). Filho de garimpeiros, Mel nasceu e cresceu na Chapada e, nas horas vagas, ainda garimpa com seus amigos.

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Dairone – Guia do passeio por Marimbus

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Com Dairone, nosso guia do passeio por Marimbus.

Dairone nasceu e cresceu na Chapada Diamantina e é um apaixonado por aventura e natureza. Durante o passeio, nos contou um pouco de suas aventuras pela região fazendo motocross e bicicross .

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Chapada Diamantina

Fotos Arquivo Karla BrunetA Chapada da Diamantina é um dos grandes destinos de turismo ecológico no Brasil, me lembra um pouco Bonito (MS) ou Brotas (SP), talvez pelas cachoeiras.  Em termos de turismo ecológico acho que Brasil não perde para país nenhum, em geral, lugares como estes são organizados, as pousadas decentes, as pessoas amáveis e os passeios bem estruturados. Tenho orgulho destes nossos lugares de turismo ecológico, não são tão bagunçados como na Bolívia (Pampas) ou Equador (Rio Bamba) mas também não são ultra organizados que parecem Disneylândia como na Austrália. E o mais importante, existe sempre, nem que aparente, uma preocupação ecológica em preservar o lugar.

Esta não é minha primeira vez na Chapada Diamantina e nem será a última. A primeira vez foi em 2007 que fiz uma viagem ao Capão com o grupo do Yoga e, na volta, parei em Lençóis e fiquei uns dias a mais conhecendo a região. Depois, retornei a Chapada algumas outras vezes...

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Viagem pela Austrália 2012

2_australiaVeja os posts da viagem pela Austrália em 2012




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Sérgio – Guia da Gruta da Lapa Doce

Sérgio foi nosso guia da visita a  Gruta da Lapa Doce, Chapada Diamantina 2013.

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Um Lugar na Janela – Martha Medeiros

Quando li sobre “Um Lugar na Janela” numa revista de companhia aérea, fiquei logo com vontade de comprar. Já havia lido outro livro da autora, uma coletânea de crônicas publicadas anteriormente no jornal, e gostei. Então, a expectativa era boa.

O livro promete ser uma seleção de histórias de viagens, sem pretensões de ser um guia, mas sim uma análise pessoal e introspectiva dos momentos vividos em diversos lugares, dentre eles, Rio, Fernando de Noronha, Japão, Nova Iorque, Marrocos…

Logo no primeiro capítulo, a autora fala de suas razões para viajar, algo que compartilho bastante. Mas depois, o livro decepciona. Criado inicialmente como um blog, acho que devia ter seguido lá, afinal, é diferente a forma que lemos um livro e que lemos um blog. Eu, ao menos, entendo assim. Num livro quero um texto mais elaborado, mas interessante tanto pelo conteúdo quanto pela forma. Eu não sei escrever, sou péssima nisto, por isto fotografo...

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Street art em Melbourne

Fiquei impressionada com a quantidade e qualidade dos grafites em Melbourne, especialmente na região do Fitzroy. O bairro já é uma mistura eclética de cafés, lojas e brechós, e a street art aqui acompanha esta variedade com suas cores formas e relevos. É como se um jardim orgânico de cores invadisse o quadrado da arquitetura do bairro.

Pela diversidade de sua street art, Melbourne é considerada a “Stencil Graffiti Capital”,  não só no bairro de Fitzroy mas por toda cidade se encontra diferentes tipos de stencil e grafite. Vi que existe até alguns tours para conhecer o trabalho destes artistas da rua, uma dica pode ser o “Melbourne Street Art Tours”, eu não fiz, não se se vale a pena ou não. Mas, em geral, em museu não gosto das visitas guias, e imagino que a fruição destas obras seria diferente se fosse num tour. Prefiro sempre ir sem o grupo, no meu ritmo, e se me interessa, quero saber mais, volto ao local (ou museu) e, então, faço o tour...

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