Elberadweg: de Sörnewitz a Torgau

kb_de14_03938Logo na saída de Sörnewitz passei por Meißen, estava linda do outro lado do rio. Não quis parar pois acabava de sair. Acredito que estas viagens de bicicleta são mais sobre o caminho do que sobre as paradas. Os pontos de chegada não são o mais importante, mas sim o percurso até lá. Caso contrário, iria de avião.

Neste dia estava planejado percorrer uns 80km até Torgau onde dormiria. O caminho foi lindo, uma mistura de campo aberto, montanha, floresta, contorno do rio, lagos… Vi várias plantações de milho e numa parte do percurso que tinha uma placa de interditado. Mais adiante uma placa falando que por ali era o caminho alternativo. Mas ao entrar neste caminho, passei por diversas placas de “Achtung” (Perigo) e “Lebensgefahr” (perigo de vida). Achei estranho, não entendi o que tinha de perigoso ali, até olhei no dicionário no celular para ter certeza que havia entendido correto. Sim, era perigo de vida sair do caminho marcado. Segui e vi que subia uma colina...

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Elberadweg: de Bad Schandau a Sörnewitz

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14886284813_0e7ac52548_oO dia começou cedo, acordei as 5.30h e 6.40h estava na porta de casa partindo pra estação de trem, 7.20h no trem e 10h cheguei em Bad Schandau. A estação era bem pequena. No caminho do trem já percebi as lindas paisagens com montanhas, diferente da região de Berlim que é bem plana. Cruzei o rio e comecei a pedalada do dia, teria uns 70km a frente.

O caminho era muito bem organizado, super sinalizado e como era final de semana, estava lotado, ciclistas de todas as idades. No começo, haviam algumas subidas e descidas, algumas vezes tínhamos que cruzar o rio de barco ou por uma ponte. Gostei da forma que organizaram, que temos que mudar de lado do rio de tempo em tempo.

Esta era minha primeira viagem solo por dias com a bicicleta, já tinha feito um dia sozinha de Angermünde voltando pra casa, mas foi somente um dia. Estava empolgada com o que viria pela frente...

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Pedalada Müggelsee

DCIM101GOPROEste sábado, dia 26, foi o dia de pedalar para conhecer Müggelsee, um lado a sudeste de Berlim. De manhã, encontramos no Treptower Park e Ralph, que já havia feito esta rota uma vez, nos guiou até o lago.

Gosto bastante do formato destas pedaladas dos grupos do meetup, é tudo meio “auto-organizado”. Você conhece (ou quer conhecer) uma rota, propõe ao grupo local e data e voilà… as pessoas se inscreverem e a pedalada acontece. Ninguém aqui é guia profissional, a pessoa que propôs organizar o passeio vai olhando o mapa/gps e, algumas vezes,  vamos decidindo opões do caminho em conjunto.

A pedalada foi ótima, passamos a maior parte do tempo pedalando em meio a árvores, pequenas florestas. Berlim é uma região muito plana, não tem montanhas nem grandes colinas, o que facilita para pedalar por todo lado. Aqui no meio da floresta perto de Müggelsee foi a primeira vez que tive um morro para subir por estas bandas. De um ponto alto conseguimos avistar o lago lá embaixo...

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Pedalada Angermünde – Bernau

DCIM101GOPRODepois de dormir uma noite na pacata Angermünde, encarei minha primeira viagem de bicicleta sozinha pela Alemanha. Logo ao sair, passei para conhecer o lago local, o Mündesee, e segui caminho na direção do Parsteiner See. No primeiro sinal que vi pelo caminho que dizia Parsteiner See, entrei. Era uma pequena estrada que levava a uma linda prainha do lago. Alguns barcos na água e famílias aproveitando o domingo no lago. Segui em direção ao outro lado do lago, onde me disseram que era um bom local para um banho, no camping do Parsteiner See.

Depois, por um caminho no meio da floresta, segui em direção a Chorin. O dia ensolarado foi embora e nublou rapidamente. Logo, comecei a escutar trovões de longe, muito vento e começam os primeiros pingos de chuva. Parei pra pegar a jaqueta impermeável. É um pouco estranha a sensação de estar sozinha na floresta, ninguém por perto e começar uma mega tempestade. Sigo caminho e avisto uma placa que diz que Chorin está a menos de 3km...

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Pedalada: Schorfheide

kb_de14_00398O verão chegou em Berlim e é hora de conhecer os lagos da região. Melhor forma: de bicicleta. Vi no meetup que Pixi, um alemão que conhece bem a região, estava propondo uma pedalada, no sábado, por Schorfheide. Lá vou eu.

O local de encontro foi a plataforma da estação de trem. Imaginei que seria fácil encontrar o grupo, simplesmente me dirigir ao grupo de pessoas que tivesse bicicleta. Ao chegar na estação me deparei com um grande problema, os grupos com bicicleta eram muitos. Acho que havia mais de 40 ciclistas esperando pelo mesmo trem que eu. Mas meu sexto sentido funcionou, escolhi um grupo para abordar e era o certo.

De Berlim pegamos um trem a Oranienburg e lá trocamos para o trem a Hammelspring. Outra experiência interessante, eram tantos ciclistas que não cabíamos todos no pequeno trem. Depois de muito apertar, entramos no trem. O cenário era divertido, bicicletas por todo lado, ninguém podia se mexer, os corredores estavam lotados com bicicletas...

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De Morro de São Paulo a Boipeba em bicicleta, 2008

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Queria fugir de Salvador, acabava de fazer a prova do concurso para professora na UFBA, estava ansiosa pelo resultado que só seria divulgado na segunda seguinte. Então, aceitei o convite de Francisco de ir a Morro de São Paulo e de lá pedalar até Boipeba, outra ilha ao sul.

No hostel, conhecemos Yasmin que já tinha viajado muito de bicicleta pelo Brasil. Eu peguei uma bike emprestada de Francisco e Yasmin alugou outra na vila. Partimos pela manhã com a maré baixa, como quase todo o trajeto seria pela areia, precisávamos estar atentos a maré pra podermos pedalar. O caminho foi lindo, sempre com o mar maravilhoso de um lado e um verde enorme do outro. Em alguns pontos não podíamos seguir pela praia mas Franscisco sabia o caminho pela mata. As vezes a areia era muito fofa, eu e Yasmin caíamos/atolávamos, Francisco seguia tranquilo. Nada como estar acostumado a pedalar na areia...

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Mergulhos em Hurghada: Hamda e Turft El Shahed

Photo by Karla Brunet/ErranteEsta é minha primeira vez no Mar Vermelho, e a segunda no Egito. Logo no primeiro dia, fui direto mergulhar, a razão por visitar Hurghada. Meus mergulhos aqui foram com a PDL (Professional Diving Leadership) Divers Club, e o primeiro dia já estava reservado de casa.

Estava curiosa para mergulhar no Mar Vermelho, já havia ouvido ser o melhor lugar de mergulho para quem mora na Europa. O primeiro e interessante fato, não tem ondas, é ainda mais calmo que o mar Mediterrâneo, isto é, nada de enjôos.  Para aqueles (como eu) que se sentem enjoados as vezes, aqui é o lugar perfeito, águas calmas.

Nosso guia dos mergulhos foi Ama, super meticuloso e profissional. Ele fez um ótimo breathing do lugar que iríamos mergulhar, checamos os equipamentos e água,  água salgada.

Os mergulhos foram no Hamda e Turft el Shahed (info abaixo), dois lugares com lindas formações de corais moles e duros. Era como estar num aquário, cheio de peixes coloridos...

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Lista dos lugares de mergulho

Fotor031704612Coloco abaixo uma lista de links aos posts de mergulho livre e autônomo aqui no Errante.

Honduras – Abril 2013

Belize – Abril 2013

Em Los Roques, Venezuela 2012

Na Grande Barreira de Corais, Austrália 2012

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Entrevista com Hannah Pearson

Aqui você pode ver uma rápida entrevista com Hannah Pearson, instrutora de mergulho PADI, que guiou alguns dos mergulhos que fiz com o Utila Dive Center. Hannah fala de seus lugares prediletos de mergulho em Utila e como esta mergulhadora inglesa foi parar em Honduras.

An Interview with Hannah Pearson from Karla Brunet on Vimeo.

Veja, também, outros posts da viagem por Honduras – Abril 2013

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Mergulhos em Utila – 4º dia

14038624354_bb26795086_bEste era meu último dia de mergulho em Utila, fomos mergulhar no Raggedy Cay e Black Bird Point. No primeiro mergulho, vi uma tartaruga nadando ao fundo, a segui pra fazer uma foto. E como os amigos mergulhadores Marisa e Jorge me apelidaram de “o terror das tartarugas”, tinha que fazer jus ao nome e ir atrás dela. Ela ia rápido, então, desci sempre observando meu computador de mergulho. Logo percebo que um rapaz me segue, e no mesmo tempo vejo nossa divemaster (Suzanne Eggerding, Padi Dive Instructor) puxar ele de volta. Faço sinal de ok para ela e sigo, por sorte, a tartaruga não desceu muito, foi a 32m, pude chegar perto e fazer uma foto. Depois, no barco, soube que rapaz era iniciante, por isto não poderia ter me seguido na busca pela tartaruga.

O segundo mergulho foi o que mais gostei, desta vez não pela fauna mas pelo lugar, isto que fiquei um bom tempo observando lulas nadarem e mudarem de cor dependendo de seu ambiente...

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