Diferentes toaletes no Japão

Toilets in JapanOs toiletes são um ponto de interesse no Japão. Nunca tinha visto nada tão tecnológico e cheio de opções como aqui. Lembro que uma vez na Alemanha, em 2007, vi um vaso que se auto limpava e já achei o máximo. Aqui a coisa é mais intensa. Os vasos todos possuem diversas opções de jatos de água. Alguns tem a legenda em inglês também, mas a grande maioria está só em Japonês. As opções estão entre esquentar o assento, música, jato na parte de trás, já frontal, descarga… O problema as vezes, como na foto acima, é achar qual o botão é a descarga. E quando testei os jatos, depois não sabia como parar, não param automático, tem um botão de stop. E o botão de aquecer o assento, sim que esquenta a bunda. Também não pára automaticamente.

Além das opções do vaso, tem também uma cadeirinha especial pro bebê. Assim, as mães podem fazer suas necessidades com calma, jatinhos, música, sem se preocupar com o bebê no colo...

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Transporte no Japão

kb_jp14_1895Em matéria de transporte público, Japão ganha de qualquer outro país que já viajei, é eficiente e bem organizado. Os metrôs e trens possuem mapas super explicativos, mostrando cada estação em inglês e em japonês (algumas linhas também em chinês e/ou coreano). Dentro do vagão, em muitos casos, tem um painel eletrônico mostrando as estações a seguir e o tempo a cada uma.

No começo, não entendi o que eram todos os números ao lado das estações, depois percebi que era o tempo que eu levo pra chegar na estação x e, também, cada parada (estação) tem um número, por exemplo, Yoyogi é o número 26. Então, se você é ruim de nome, ou não consegue memorizar uma palavra japonês, o número facilita muito. Só precisa saber que na linha tal, deve baixar na estação número 12. Fica fácil saber também quando está chegando sua parada, pois o número vai se aproximando.

Outro ponto de precisão interessante são as saídas...

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Hamburguer de camelo

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Em Dubai, no centro histórico Al Fahidi vi um restaurante com a placa “Camel Burger”. Não resisti, provei pela primeira vez carne de camelo.
Achei parecido com outros hambúrguer, só que este tinha um gostinho de canela nos condimentos. Não sei se para despistar um possível gosto forte do camelo ou se é uma prática da culinária local. Resumindo: Aprovei!

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Dubai tour – 2º dia

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Dubai

O tour por Dubai possui duas linhas: a azul e a vermelha.  Comecei o dia pela azul, a que percorre a praia e o centro financeiro da cidade. Dubai tem uma temperatura alta o ano todo, agora que é outono o clima estava “ameno”, 35°C. No verão, a temperatura diariamente passa dos 40°C. Então, a praia é um ponto forte da cidade. Mas como em outros países islâmicos, é sobretudo uma praia para turistas.  Em Jumeirah existem alguns “beach clubs” que dependendo do dia são só para mulheres. Imagino que ali seja um lugar freqüentado pelos habitantes locais e não por estrangeiros.

Minha primeira parada foi na Praia Pública de Jumeirah (Jumeirah Public Beach), dali podia-se ver o famoso Burj Al Arab. Tinha visto um documentário sobre a construção deste luxuoso hotel e sempre tive a curiosidade de ver de perto. Burj Al Arab é considerado um hotel 7 estrelas e foi construído numa ilha artificial...

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Visita a Sharjah no Dubai Tour

sharjahDubai é uma cidade grande, espalhada e com opções limitadas de transporte. O taxi é caro e as diferentes atrações são muito longes. Portanto, a melhor opção de conhecer o lugar é pegando um tour Hop-On Hop-Off Assim, você tem a liberdade de parar o tempo que quiser em qualquer lugar sem ter que depender de um grupo ou seguir alguém carregando um guarda-chuvas. Minha escolha foi pelo BigBus Dubai , recomendo o ticket de 48h, a diferença de preço é pequena quando comparada ao de 24h e um dia é pouco para conhecer esta distinta cidade.

Sharjah

Comecei o tour do Bigbus conhecendo Sharjah, a cidade ao lado de Dubai. Um pouco mais conservadora que a vizinha moderna, Sharjah é uma cidade grande, com amplas avenidas e edifícios residenciais. Parece tudo muito moderno também, uma cidade nova. O tour dura 3,5 horas e tem duas paradas, uma no The Heritage Area, um centro histórico reconstruído com casas estilo tradicional e alguns pequenos museus...

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Refrigerantes em Berlim

Sim, isto merecia um post, é incrível a quantidade de diferentes refrigerantes por Berlim. Lembro que quando eu era criança, em Santa Maria, existia o guaraná da Cirila, a Cirilinha… Hoje em dia não temos mais nosso refrigerantes regionais, é só Coca-Cola e Pepsi. Amei que em Berlim existe uma quantidade inimaginável de alternativas às grandes multinacionais de refrigerante.

Cola Rebell Maxx Chili: tem um gosto meio caramelizado de cola com um picante que fica na boca no final. Compramos numa loja especializada em pimenta na Alexander Platz.

Wostok: Eu tomei o sabor  Dattel-Granatapfel (Tâmara -Romã) e Òscar, o Estragon-Ingwer (Estragão-Gengibre). O meu, no final, tinha um gostinho meio de chiclete. Gostei mais da opção escolhida por Òscar.

Now Orange: comprei num supermercado orgânico. A garrafa é bonita, design diferente. O gosto ótimo, tem gosto de suco mesmo e não de laranja artificial.

 Thomas Henry Spice Ginger: Este tem o gosto azedo misturado com o fort...

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Berlim, street art e pedalada

grafiteBerNesta semana, Carol Marques veio visitar Berlim. Prometi dedicar o domingo pra mostrar algo da cidade a ela, o transporte seria de bicicleta. Comecei pelo meu parque predileto, o Tempelhofer Feld. O dia estava frio, tinha chovido a noite, mas encaramos. Afinal, somos brasileiras fortes.

Como minha amiga já tinha feito turismo pela cidade por 3 dias, perguntei o que ela gostaria de conhecer em Berlim. A resposta foi: “os grafites, vi que tem um tour pra ver grafites pela cidade”. Então, busquei por um mapa com algum percurso para facilitar a escolha de onde ir. Achei o Map of Public Art Tour, um guia de percurso de street art em Kreuzberg e Friedrichshain. Baixei no celular print screen do mapa e voilà, estávamos com nossa programação do dia feita. Abaixo está o relato de Carol, minha guest no tour de bike.

Screen Shot 2014-10-27 at 1.07.01 AM10 graus, último dia em Berlin. A ideia era fazer um tour de bike pela cidade explorando os grafites...

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Berlim subterrâneo: torre antiaérea

vistaTorre2Através da Lenara Verle, minha guru pra programas culturais em Berlim, fiquei sabendo dos tours organizados pela Berliner Unterwelten.  É um associação dedicada a tours pela história subterrânea da cidade. O outono chegou e este é o último mês do “Tour 2 – Vom Flakturm zum Trümmerberg” antes da chegada do frio. Nos horários que eu podia fazer o tour, só tinha em alemão, então, convidei Lenara para me acompanhar pelo passeio nesta torre antiaérea. Afinal, meu alemão é razoável, mas o dela, ótimo. Vejam o relato de Lenara abaixo.kb14_m2840

 aspas_abremAcompanhei o Errante em uma tour por uma torre anti-aérea em ruínas no parque Humboldthain. A tour faz parte da programação da associação “Berlim Subterrâneo“. É uma associação independente que pesquisa bunkers, túneis, esgotos, redes de correio pneumáticos, e muitas outras estruturas subterrâneas associadas à história de Berlim...

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Cicloturismo Copenhague – Berlim

Foto_mapa_K-BeLogo que cheguei em Berlim fiquei sabendo da rota de cicloturismo Berlim-Copenhague e quis muito fazer este verão. Depois de treinar viajar sozinha em bicicleta pelo Elberadweg, encarei a ida a Copenhague. Resolvi fazer o caminho inverso, começar em Copenhague e vir pouco a pouco voltando para casa. O plano era fazer parte dinamarquesa da viagem sozinha e, em Rostock, encontrar com Katharina Funke para seguirmos juntas pela Alemanha.

Foram 7 dias de cicloturismo, se você quiser seguir nossos passos, abaixo está o track do GPX para download. Nesta viagem, resolvi não fazer relatos, mas somente colocar alguns pontos que foram importantes em cada dia. Na parte alemã do percurso, Katharina escreveu os relatos.

Veja os posts de cada etapa da viagem

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Pedalada B-KO: De Linum a Berlin

kb_de14_04879Trajeto do dia 7:  Linum – Tietzow – Börnicke – Schönwalde-Glien – Hakenfelde – Havel – Berlin Spandauer Schifffahrtskanal – Berlin

  • Este foi o último dia da viagem. Já acordamos um pouco com a sensação de meta cumprida, afinal, estávamos muito perto de Berlim.
  • O trajeto foi bem movimentado, agora perto de Berlim havia um número maior de carros e de outros ciclistas nas estradas. Perto da cidade pegamos uma parte do mauerradweg por engano e voltamos ao percurso programado.
  • Já na chegada em Berlim, pra mim o marco foi passar a ponte Wasserstadtbrücke. Ao cruzar a ponte senti que sim, tinha completado o percurso de Copenhague a Berlim. Paramos e tiramos uma foto da chegada na ponte. A frase era “wir haben es geschafft” (Sim, nós conseguimos).
  • Logo paramos no Restaurant Fährhaus para um almoço na beira do rio apreciando os barcos, rio, a volta a casa…

Total do dia: 60.05 km – 4h:12m:46s (gpx)

aspas_abremWeather was still cold in the morning and we stayed inside till the tempe...

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