Caiaque e um dia de verão na Cidade do Cabo

Kayak Tour, Cape Town from Karla Brunet on Vimeo.

Antes mesmo de chegar na Cidade do Cabo já tinha visto na internet que haviam uns tours de caiaque pelos arredores da cidade. Agendei o tour com Kaskazi Kayaks & Adventures para sábado já que nestes dias estaria hospedada em Sea Point. Para minha sorte, estava um dia lindo de sol, 32º Celsius, perfeito para remar no mar gelado. Fui caminhando pela orla de Sea Point e aproveitando o dia de verão.

Na chegada, nosso guia – Dirk Kaiser – mostrou os movimentos básicos do caiaque e logo partimos para a aventura no mar. Minha dupla de remo era a sul africana, Kim. Ela estava acompanhada de sua filha e genro que moram na Inglaterra. Todos já tinham experiência com caiaques antes.

Saímos remando calmamente, apreciando o skyline da Cidade do Cabo. Era lindo ver desde o mar a Signal Hill, Table Mountain, V&A Waterfront. Uma paisagem lindíssima e um dia ensolarado. No meio de nosso percurso avistamos golfinhos...

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Tour de vinhos

Como sou uma apaixonada por vinhos e adoro conhecer vinícolas, decidi fazer um tour de vinhos com a Cape To Grape. O tour incluía degustação de queijos e vinho, carnes de caça seca e vinhos, almoço, chocolate e vinhos… Fiquei empolgada.

Nossa manhã começou na vinícola D’Aria Wine Estate, provamos 5 vinhos – 2 brancos, 2 tintos e 1 rosé. O lugar era lindo, sentamos numa varanda de madeira na beira de um riacho. A paisagem verde, as folhas secas, o barulho da água, tudo combinava com a degustação de vinhos.

Nossa segunda parada do dia foi na vinícola Fairview Wine Estate,  onde fizermos a degustação de vinhos e queijos. Começamos pelos queijos mais leves, vinhos brancos e depois seguimos para os tintos. Uma delícia. A fazenda tem uma criação de cabras e um espaço enorme para degustação e compra de queijos e vinhos. Como era feriado na África do Sul, estava lotado com grupos e famílias que vieram conhecer o lugar...

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Cicloturismo: Itaparica – Salinas da Margarida

  • 1º dia: Bom Despacho – Salinas da Margarida 61 km
  • 2º dia: Salinas da Margarida – Barra do Paraguaçu 36.58 km gpx

Cicloturismo: Itaparica – Salinas da Margarida – Barra do Paraguaçu from Karla Brunet on Vimeo.

Como eu gostei muito da experiência da viagem de Mangue Seco – Praia do Forte organizada por Lúcia Saraiva dos Amigos de Bike , resolvi encarar mais uma cicloviagem com eles, desta vez Itaparica e Salinas da Margarida. Acordamos muito cedo para encontrar no ferry para Itaparica às 6h. Chegamos em Bom Despacho e fizermos a pausa para um café da manhã com direito a suco de laranja e misto quente e encaramos a estrada.

Fomos pelo acostamento da estrada BA01, achei tranquilo, confortável para pedalar. Agora, quando tinha alguma subidinha, eu ficava pra trás. Todos me passavam e seguiam lá na frente. Lúcia escalou um senhor do grupo para me acompanhar, não me deixar sozinha para trás...

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Cicloturismo: Mangue Seco – Praia do Forte

  • 1º dia: Mangue Seco – Sítio do Conde 52.51 km
  • 2º dia: Sítio do Conde – Baixio 32.69 km
  • 3º dia: Baixio – Porto de Sauipe 40.93 km
  • 4º dia: Porto de Sauipe – Praia do Forte 25.18 km
    Download aqui os gpx da viagem

Cicloturismo: Mangue Seco – Praia do Forte from Karla Brunet on Vimeo.

Eu já tinha visto fotos desta pedalada organizada por Lucia Saraiva dos Amigos de Bike e fiquei bem interessada. Este ano, por sorte, consegui ir. Adorei a ideia de que seriam 4 dias de pedal pela areia, na maré baixa. Me lembrou minha adolescência quando eu ia com minha “Brisa” de Capão da Canoa até Capão Novo, sozinha pela praia (uns 25/30km ao todo). Meu namorado me encontrava lá para um lanche e eu voltava pela estrada.

Nesta edição de 2016, éramos um grupo pequeno de 4 ciclistas (Lucia, Dora, Paulo e eu), mais Zena que foi nosso carro de apoio e fotógrafo oficial. O pedal foi lindo, quilômetros e quilômetros só de areia e mar...

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Refeno 2016: ancorados em Noronha


Chegamos em Noronha muito tarde da noite. Parte da tripulação desembarcou no meio da noite mesmo, pois iriam dormir em pousadas nos dias em Noronha. Eu fiquei no barco, queria provar a experiência da vida a bordo. Foram somente dois dias mas deu para entender um pouco como é a vida num veleiro. De manhã já foi tentar tirar a âncora que estava mal posicionada e trocar de lugar o barco, estávamos numa área de circulação. Depois, foi organizar o barco e só no final da tarde que pisamos em terra para jantar e passear pela vila. Adorei a pequenas viagens no bote contornando os barcos a vela que vieram para Noronha pela Refeno. A pequena baia estava lotada de lindos barcos a vela.

O dia seguinte foi mergulho de manhã no naufrágio do porto e, também, mergulho para limpar o casco do barco. Pela tarde, um pedal na ilha, rever um pouco o lugar que estive em 1998 e 2002...

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Regata Refeno 2016: Recife – Noronha

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Neste post, resolvi criar uma mapa da minha participação na Refeno. Foi minha primeira regata e a segunda vez que fiquei dias embarcada num barco a vela, sem paradas. A primeira tinha sido em uma viagem de Vitória a Salvador mas abortei no meio do caminho, parei em Abrolhos e peguei carona até Caravelas com um barco de mergulho.

Desta vez, estava decidida a encarar o mar mesmo tendo problemas de enjoo. A experiência foi ótima. Fomos os últimos a chegar em Fernando de Noronha, nosso barco – Pangeia – era um Bruce Roberts 434, 44 pé, 14 metros de comprimento, calado de 1,60 e peso de 17 toneladas. Como éramos o único veleiro de aço, saímos com o troféu de primeiro lugar. Nada mal para minha primeira regata.

Refeno 2016 from Karla Brunet on Vimeo.

Apoio:

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Cicloturismo: Uithoorn – Amsterdã

Trajeto do 6º dia: Total do dia: 32.48 km – (gpx)
Hospedagem: hotel perto do aeroporto

  • Era nosso último dia de viagem de bike – bom, último dia de meu pai, eu teria ainda muitos dias de pedalada pela Holanda e Alemanha até chegar em Estrasburgo (Strasbourg), na França – e estávamos bem perto do aeroporto de Amsterdã.
  • O caminho foi tranqüilo. Era domingo de manhã e não tinha muito ciclista indo pro trabalho ou escola. Passamos mais por ciclistas treinando, com bicicletas de corrida.
  • Paramos no hotel do aeroporto para deixar as bolsas, fazer o check-in e partimos para o centro da cidade. Lá, devolvemos a bike alugada de meu pai e deixamos a minha num estacionamento público. Deu uma dorzinha na barriga deixar ela ali sozinha na multidão de bicicletas por uma semana.
  • Nossa viagem de bike terminou bem, não tivemos acidentes, nem as bicicletas estragaram, nenhum pneu furou, tudo transcorreu super bem. Alívio.

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Do hote...

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Cicloturismo: Gouda – Uithoorn

Trajeto do 5º dia:  Gouda – Total do dia: 46.04 km – (gpx)
Hospedagem: hotel na beira do ZIjdelmeer

  • Tivemos boa parte do percurso de campo, paramos para comer castanhas e tomar água num parque.
  • Desta vez fiz xixi na estrada mesmo, como não parava de vir gente, fiz um v com as bikes e pedi pro meu pai fechar o triângulo.
  • Nos perdemos um pouco pois mudaram o número 90 das rotas… dava bem pra ver que colaram um número em cima. Seguimos e estava errado. Como desconfiei do erro, chequei no GPS e pudemos voltar ao caminho certo sem maiores voltas.
  • Depois disso, parte do percurso foi na beira do rio Kromme Mijdrecht e rio Amstel. Lindo e tranqüilo. Já não havia tanta gente na ciclovia como nos dias anteriores.
  • A chegada foi super relaxante, o hotel era na orla do lago Zijdelmeer. Lindo final de tarde.

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No dia seguinte, estávamos iniciando um caminho de retorno à Amsterdam, passando por uma cidade muito simpática, chamada Uithoorn...

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Cicloturismo: Delft – Gouda

kb_eu16bike_0890aTrajeto do 4º dia: Delft – Zoetermeer – GoudaTotal do dia: 41.56 km – (gpx)
Hospedagem: hotel

  • Nos perdemos na saída de Zoetermeer, não tinha ou não vimos uma das indições num cruzamento de estradas. Queria muito ir no banheiro, não tinha nada. Cheguei a bater numa casa e perguntar se tinha algum banheiro perto, me falaram para ir na estação de trem. Ao chegar lá, não tinha nada, nem atendente, nem banheiro. Como era tudo super povoado e sem um campinho, só casas lindas com pátios perfeitos, não tinha onde fazer xixi… Foi estressante, coisas simples da vida, podem ser estressante. O alívio foi quando chegamos num povoado que sim tinha um bar com banheiro. Antes já tinha parado numa padaria e disseram que o banheiro era só para funcionários…
  • Levei um susto num dos cruzamentos da estrada, quase fui atropelada numa sinaleira. Parei numa forma que no tinha ângulo para ver o verde e vermelho...
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Cicloturismo: Leiden – Delft

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Trajeto do 3º dia: Leiden – Total do dia: 38.19 km – (gpx)
Hospedagem: quarto privado em casa de Hélène D. (Vrienden op de Fiets)
Link do mapa da viagem: http://u.osmfr.org/m/93840/

  • Nosso terceiro dia de pedalada começou sendo guidados por Ap (anfitrião em Leiden) para sair da cidade. Ele, gentilmente, nos levou até o primeiro ponto da rota
  • Como amo o mar, segui o conselho de nossos anfitriões e pedalamos pelas dunas até o Mar do Norte para de lá segui a Haia.
  • Em Delft, ficamos hospedados bem no centro histórico. Aproveitei o mercado na praça central para comer meu primeiro arenque da viagem. Como sempre, adorei. Meu pai não quis nem provar.
  • Uma das particularidades de Delft são os edifícios tortos, caindo para um lado. O mais impressionante é uma das grandes igrejas centrais, está visivelmente caída pro lado. Fizemos um tour de barco e o guia nos explicou que esta igreja já começou a cair na fase da construção...
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