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Weimar

Weimar me lembrou um pouco Leipzig, parece que as duas cidades têm muita coisa em comum, além de Goethe, é claro. Caminhei pelo centro histórico, também chovia. Aproveitei, então, para tomar café e ler sobre o lugar.

Para conhecer um pouco da história da cidade visitei a Weimar Haus – das Geschichtserlebnis. É um museu com visita guiada toda automatizada. Vão-se abrindo portas para diversos cenários com bonecos de cera, vídeos e luzes. Um áudio explica a história do lugar.

Outros dois museus importantes da cidade é Goethes Wohnhaus e Bauhaus Museum. A casa de Goethe estava lotada, deveria ser dia de visita de escolas. É um recorrido sobre as diversas peças do lugar onde o escritor viveu. O museus de Bauhaus não era muito grande, esperava mais, pareceu-me um pouco repetido do que havia visto no museu de Berlim.

Para finalizar minha rápida visita a Weimar, comi num restaurante Thai. Nostalgia, comida com leite de coco que me lembrou Brasil.

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Leipzig


Cheguei em Leipzig domingo pela manhã. Como estava chovendo, um dia um pouco nostálgico, passei um bom tempo em um Frühstücksbuffet. Comi muito e voltei para o hotel para uma cesta. Era um dia perfeito para relaxar.

Logo, caminhei pelo centro da cidade, as vezes, o sol se arriscava a aparecer um pouco. O centro histórico é bonito, com edifícios antigos, cafés e lojas. Leipzig é uma cidade com um passado de intelectuais e arte, aqui morou personalidades como Goethe e Bach. Hoje, parece ser um centro estudantil. Foi uma das poucas cidades européias que vi gente se beijando nas ruas. Até me chamou a atenção pois tinha a idéia dos alemães frios que não beijam quando estão em público. Talvez fossem turistas…

Visitei o Museu do Bach. Não é muito grande, tem algumas imagens da época, partituras de música e um handset com explicações em inglês sobre sua vida e obra...

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Berlim – mais 3 semanas de aulas

As seguintes semanas do curso de alemão foram com aulas pelas manhãs. Longas caminhadas pela cidade pela tarde, museus, parques, zoo, aquário, café, praia, feirinhas… E pelas noites: bares, cinema, orquestra, música ao vivo, festival de dança… Foram umas férias de verão bem culturais e com grandes amigos.

Segunda Semana

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Dresden

Com mais 3 colegas do curso de alemão peguei um trem para Dresden. Usamos o bilhete de final de semana (Schönes Wochenende Ticket) que é super barato e pode ser usado por até 7 pessoas somente em trens regionais. A viagem foi divertida, rimos muito durante todo o percurso. Caminhamos pela cidade, é linda, lembra Praga ou Budapeste. Adoro cidades com rio ou mar.

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Potsdam

Uma viagem curta de Berlim é passar o dia em Potsdam conhecendo os palácios e jardins. A primeira parada foi o Palácio Sanssouci (Schloss Sanssouci). Fizemos um tour (em alemão) pelo interior do palácio visitando as diversas salas. É como todos os outros palácios que visitei, algo irreal para mim, exagero e exuberância.

Dali caminhamos pelos jardins, que são lindos, até a casa de chá chinesa (Chinesisches Teehaus). Outra vez exuberância, a volta da casa estão grandes estátuas cobertas de ouro. Seguimos em direção aos banhos romanos (Römanischer Bäder). É incrível imaginar como viviam aqui. É tudo tão pomposo que parece que falta vida, que eram muito frios.

Chegamos ao novo palácio (Neues Palais) já tarde, fechava `as 5h. Eu como estava casada deitei-me em um banco na sombra e fiquei esperando por Lorena que foi dar uma volta para conhecer a arquitetura do edifício.

Ao entardecer, caminhamos até a beira do lago para ver o palácio de mármore (Marmorpalais) e a ...

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Berlim – primeira semana


A primeira semana em Berlim foi uma adaptação a nova rotina que durará um mês. Sempre gostei de rotinas em cidades que não são as que vivo, é como ficar íntimo de um lugar por um tempo.

Comecei com as aulas de alemão pelas manhãs, e tardes e noite para conhecer a cidade, ver amigos e visitar museus. Logo nos primeiros dias, encontrei com Thomas, Lorena e Kai para uma cerveja no Mitte. Thomas tinha conhecido na Bolívia em 2001, Lorena conheço de Barcelona, Kai é seu amigo. Aproveitamos a noite quente em Berlim para sentar ao ar livre num bar e falar de viagem, já que todos, logo, estaríamos viajando. A conversa foi uma mistura de espanhol com inglês salpicando palavras de alemão e português.

Visitei com Lorena o Museu do Muro (Haus am Checkpoint Charlie), achei um pouco desorganizado, parecia exposição de colégio, uma grande quantidade de fotos e recortes de jornal pendurados na parede. Já ao final melhorou um pouco, podia-se notar uma certa organização...

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Palamós – praia e mergulho

palamos
Gostei da experiência de um fim de semana na praia que decidi repetir, desta vez fui a Palamós. Sai de Barcelona em ônibus bem cedo e ao chegar em Palamós fui direto ao centro de mergulho. Arrumamos o equipamento e fomos em barco a “Cuevas de Eden Rock”, um lugar de mergulho com muitas cavernas. Entramos em 3 covas. Para mim o bom é que em todas se podia ver a saída, já que sou claustrofóbica isto é importante. Como me conheço não fiquei muito tempo na caverna, entrei e logo sai do outro lado, realmente lugares apertados me molestam.

Depois do mergulho almocei, fui ao hotel deixar a coisas e fiz minha sesta na praia. Uma delícia, dormir com o ruído do mar. Ao final da tarde caminhei pela praia. Parei para ver um grupo enorme de senhores e senhoras dançando a “sardana” dança típica da Catalunha.

O que me impressiona aqui é o grande número de pessoas mais velhas. A maioria das pessoas que vi tinham mais de 60 anos...

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LLoret de Mar – praia e mergulho

lloret

Ultimamente andava com uma saudade enorme do mar. Vi um documentário na televisão sobre baleias e fiquei com uma vontade incrível de mergulhar, estar no mar. Numa livraria comprando livros para a universidade vi um livro do Garcia Marquez chamado “Relato de um Naufrago”. Cheguei em casa, sentei no sofá e só sai quando terminei o livro. Muito bom, consegui  sentir o mar.

Para saciar ainda mais esta vontade de estar na água, decidi passar alguns fins de semana mergulhando na Costa Brava. O primeiro foi Lloret de Mar. Peguei um ônibus cedo para poder chegar a tempo de fazer dois mergulhos no mesmo dia.

Do ônibus fui direto ao centro de mergulho. Ai conheci outros 3 portugueses do Porto que iriam mergulhar junto. Fomos em barco a um sitio de mergulho chamado Bolets. O mar estava calmo e a água fria. A visibilidade estava mais
ou menos boa, vimos diversos peixes pequenos e uma lagosta...

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Saída em bicicleta Terra Alta: Nonaspe – Arnes – Tortosa


Na sexta-feira, fomos de trem de Barcelona até Nonaspe onde uma parte de grupo ficou acampando. Como não tinha barraca segui com mais duas amigas para dormir em Caspe (Aragon) e pegamos o primeiro trem a Nonaspe sábado pela manhã.

Nos juntamos ao grupo na estação de trem de Nonaspe onde começamos o passeio organizado por Albert (Gata e amics de la bici). Seguimos até Batea onde paramos para conhecer o povoado, as pequenas ruas, a igreja… Aproveitamos para uma pequena merenda antes do almoço. Continuamos o passeio até Caseres. Paramos algumas vezes, para arrumar a correia da bicicleta de uma companheira. Depois para olhar o mapa, estávamos um pouco perdidos. Como havia muita subida meu joelho começou a doer um pouco. Já havia doído no final do último passeio.

Assim que chegamos em Caseres, começou a chover, fizemos então um longo almoço com vinho e um café antes de partir. O caminho era bonito, com árvores frutíferas, muitas amendoeiras...

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Saída em bicicleta Cervera – Bellpuig – Lleida


Saímos de Barcelona pela manhã em uma viagem de trem de duas horas até Cervera onde encontramos com outras pessoas do grupo e Lluis que organizava o passeio. Começamos conhecendo a pequena cidade, um interessante centro histórico com ruas estreitas.  O que mais gostei foi a ruas das bruxas, que tem túneis pelas casas.

De Cervera seguimos a Bellpuig pela parte catalana do antigo caminho de Sant Jaume de Montserrat a Santiago. Foi uma viagem agradável pois todo o trajeto era plano e podia-se ir tranquilamente apreciando a paisagem. Passamos por alguns povoados e paramos para fazer piquenique ao lado de uns canais de irrigação. Era bonito pois pareciam pequenos rios.

Em Bellpuig, dormimos num albergue do município (bem limpo e organizado). Na janta foi a vez de eu provar os caracóis, comida típica desta região. A sensação é horrível, com um palito ter que tirar o bicho nojento de dentro da carcaça e comer...

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