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Chapada Diamantina – Roteiro 1

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Logo no primeiro dia na Chapada Diamantina resolvi fazer o tour geral pelas redondezas, o Roteiro 1 (Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa, Gruta da Pratinha, Gruta Azul, Morro do Pai Inácio), Mel foi nosso guia. A primeira parada foi no Rio Mucugezinho onde fizemos uma pequena trilha para apreciar a paisagem do rio. Logo, seguimos uns 15 minutos até o Poço do Diabo, uma linda cachoeira, lá foi nosso primeiro banho do dia. A água estava fria mas não congelante como eu imaginava estar e, depois da caminhada no sol, era o que precisava. A cachoeira é grande, uma chuveirada de água transparente. Pra ficar embaixo da queda é fácil, mas as pedras escorregam, então, todo cuidado é bom. Quando me aproximei da queda d’água, tinha uma menina sozinha que me perguntou se era perigoso ali embaixo. Disse que não sabia, que ia checar e se não fosse perigoso a levaria comigo...

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Mel – Guia na Chapada Diamantina

Mel foi o guia do Roteiro 1 e no tour a Igatu na Chapada Diamantina (2013). Filho de garimpeiros, Mel nasceu e cresceu na Chapada e, nas horas vagas, ainda garimpa com seus amigos.

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Sérgio – Guia da Gruta da Lapa Doce

Sérgio foi nosso guia da visita a  Gruta da Lapa Doce, Chapada Diamantina 2013.

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Ayutthaya


Vimos fotos de Ayutthaya em uma revista e decidimos, então, passar um dia na cidade. Declarada como patrimônio mundial da humanidade pela Unesco, a cidade possui diversos templos espalhados pelas margens do rio . Foi, também, capital do reino Sião por 4 séculos. Hoje em dia tem um ambiente tranquilo, longe da correria e estresse de Bangcoc. Sentimos uma atmosfera assim nos restaurantes e hotéis. Aqui a vida vai mais lenta e contemplativa.

Visitamos algumas ruínas. Não todas, pois seria muito cansativo e não assimilaríamos o que estávamos vendo. Foi interessante para aprendermos um pouco sobre os rituais budistas. Ficamos um bom tempo em um templo com imagem de um Buda dourado observando os rituais. Aí estavam presentes vários dos objetos simbólicos deles: a vela, que representa sabedoria do Buda, as flores, sua compaixão e o incenso, a purificação. Também, tinha um pote com palitos que sacudiam até sair um, neste em um número que corresponde a uma mensagem...

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Caranguejo

Casca de caranguejo – Fernando de Norornha, Brasil 2003

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Bonito e Pantanal 2002

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Veja abaixo os posts da viagem por Bonito e Pantanal em 2002

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Jacaré

Jacaré – Refúgio Caiman, Brasil 2002

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Caiman Refúgio Ecológico


Fiz um passeio (day use) no Refúgio Ecológico Caiman. A grande vantagem é que o grupo era pequeno, uma brasileira, seu marido turco e eu. Começamos por um passeio de canoa para ver jacarés e pássaros. Foi ótimo, pois não tinha o barulho de motor dos barcos convencionais. Podia-se chegar perto dos animais antes que fugissem. Paramos para caminhar um pouco pela mata. Devia ser hora de almoço dos mosquitos, pois estavam com fome. Paramos a canoa na margem do lago onde haviam muitos jacarés, eles nem se moveram, não pareciam interessados em nossa presença. Deviam estar acostumados com turistas.

Depois do almoço, fomos conhecer o projeto da Arara Azul. Saímos em um 4×4 com os biólogos a visitar as árvores onde as araras têm ninhos. Foi interessante para ver o trabalho deles. Nos mostraram as anotações do acompanhamento de cada ave. Todas tinham um nome próprio. Eles sobem na árvore, pegam a arara para examinar, pesar e fazem uma estimativa do dia que começarão a voar...

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Fazenda San Francisco

Fiz um passeio (day use) na fazenda São Francisco. Pela manhã saímos em um caminhão aberto para observar pássaros. Percorremos caminhos na plantação de arroz, uma das maiores da região. Vimos também algumas capivaras e jacarés. Ao final do passeio fizemos uma pequena caminhada pela mata, observamos as marcas de até onde a água chega na época de cheia. Normalmente as chuvas começam no final de novembro mas já estávamos em meados de dezembro e ainda não tinha chovido. Todos reclamavam da falta de chuva. Os únicos felizes com a seca e os dias lindos de sol eram os outros turistas e eu. Voltamos à sede da fazenda para o almoço. Antes de comer, jogamos vôlei na piscina para refrescar. Depois do almoço, sesta nas redes. Vida boa!

Pela tarde o passeio foi de barco. Era vez de ver jacarés e pescar piranha. Quando paramos para pescar, os jacarés se aproximaram do barco. Acho que estavam acostumados a serem alimentados com piranhas...

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Fazenda Baia Grande


Cheguei na fazenda Baia Grande pela manhã e fui recebida por Alexandre, o dono. Ele me mostrou a sede, o estábulo, o pomar, os pássaros… A fazenda está voltada para o turismo rural. Recebe turistas, grande parte estrangeiros, que querem ter uma experiência de vida no campo. Eles dormem na casa da sede. A comida é toda feita em fogão a lenha pelos funcionários da fazenda tentando sempre usar alimentos produzidos por eles mesmos.

Pela manhã caminhei um pouco pela sede e sentei na varanda para conversar com Alexandre. Ao meio dia, chegaram uns turistas holandeses. Comemos a comida típica da região (e do Brasil), arroz, feijão, bife, salada. A sobremesa fez lembrar minha casa: figo em caldas e ambrosia. Descansamos nas redes e à tarde saímos a cavalo.

A cavalgada era para conhecer a fazenda, alimentar o gado, ver a vegetação local. Passamos por uma pequena represa, vimos cabeças de jacaré dentro d’água e uma capivara perto de outra reserva d’água.

Também, vimos pássaro...

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