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Chapada Diamantina – Mucugê e Poço Azul

Nosso guia/motorista passou cedo para nos pegar para o tour Roteiro V da Cirtur. Fomos de carro até nossa primeira parada, o Projeto Sempre-Viva e Cachoeira do Tiburtino. Antes de visitarmos o museu do projeto descemos pela trilha em direção a cachoeira. O caminho era estreito, pedregoso e cercado da flora característica da região, principalmente cactos e orquídeas. No caminho paramos para conhecer um casa típica de garimpeiros da chapada, as ferramentas e materiais usados no garimpo de diamante. Depois de uns trinta minutos de trilha fomos recompensados com uma grande cachoeira a nossa frente. O rio descia pelo terreno rochoso acompanhando a declividade em alta velocidade formando no final várias cachoeiras. A água estava fria por causa da época do ano e tinha uma coloração escuro avermelhada mas era bastante relaxante. Ficamos mergulhando e massageando nossas costas aproveitando a força das cachoeiras…

Em seguida do banho de cachoeira, subimos de volta pela trilha para c...

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Igatu, Poço Azul e Donana

kb_br13_0953 Um dos lugares que não conhecia da Chapada é Xique-Xique do Igatu, um povoado de garimpeiros perto do parque nacional. Já tinha ouvido falar da famosa estrada que leva a Igatu, toda de pedras, construída pelos próprios garimpeiros. E sim, é impressionante. A palavra Iguatu vem do tupi,  “ig” ou “i”, significa água e “catu”, significa bom/boa e xique-xique é o cactos. Nossa primeira parada do dia foi no Poço Azul, outra linda caverna com água totalmente transparente que, pela luz que reflete, parece azul. Para apreciar a magia do lugar é importante fazer snorkel, sentir a água e o eco da caverna. Como era feriado de carnaval, havia uma grande espera para o snorkel, resolvemos, então, seguir nossa rota. Eu já tinha experimentado o mergulho em 2007 quando estive pela primeira vez na Chapada...

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Chapada Diamantina

Fotos Arquivo Karla BrunetA Chapada da Diamantina é um dos grandes destinos de turismo ecológico no Brasil, me lembra um pouco Bonito (MS) ou Brotas (SP), talvez pelas cachoeiras.  Em termos de turismo ecológico acho que Brasil não perde para país nenhum, em geral, lugares como estes são organizados, as pousadas decentes, as pessoas amáveis e os passeios bem estruturados. Tenho orgulho destes nossos lugares de turismo ecológico, não são tão bagunçados como na Bolívia (Pampas) ou Equador (Rio Bamba) mas também não são ultra organizados que parecem Disneylândia como na Austrália. E o mais importante, existe sempre, nem que aparente, uma preocupação ecológica em preservar o lugar.

Esta não é minha primeira vez na Chapada Diamantina e nem será a última. A primeira vez foi em 2007 que fiz uma viagem ao Capão com o grupo do Yoga e, na volta, parei em Lençóis e fiquei uns dias a mais conhecendo a região. Depois, retornei a Chapada algumas outras vezes...

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Aparados da Serra: Itainbezinho, trilha do Rio do Boi e Fortaleza

Com o carro emprestado de minha irmã (Karina) e mais duas amigas Janet (que vinha de São Paulo passar o ano novo no sul) e Cristiana (prima de Santa Maria) fiz uma pequena viagem de 3 dias pelos Aparados da Serra. Começamos por Praia Grande em Santa Catarina, uns 30km de Torres. Deixamos as coisas no hotel e fomos procurar um tour para a trilha do Rio do Boi. Reservamos para o dia seguinte, pois não haviam guias para o mesmo dia. Dirigimos, então, até a entrada do Parque Nacional Aparados da Serra. A estrada não era das melhores, muita pedra solta. Pobre carro novo da Karina. O parque tem uma sede com banheiro e informações turísticas. Fizemos a caminhada para ver o Itaimbezinho, o cânion mais famoso da região. O calor de dezembro era forte mas a caminhada não tão longa, não cansamos. O lugar é lindo, um cânion enorme e várias araucárias ao redor.

O segundo dia foi a trilha do Rio do Boi, eram umas seis horas de caminhada pelo rio...

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Rio do Peixe

Chegamos no Rio do Peixe pela manhã e fomos recebidos por seu Moacyr, o proprietário da fazenda. Formamos grupos de umas 12 pessoas e saímos caminhando por uma trilha na mata ciliar. A cada momento parávamos para tomar banhos de cachoeira. O lugar era lindo, águas cristalinas e muita vegetação. O final da trilha foi em um buraco no meio das pedras. Subimos pela trilha e pulamos com a queda d’água. Voltamos uma pequena parte pelo rio.

Na volta, na sede da fazenda, seu Moacyr e sua esposa estavam esperando para o almoço com comida típica da região. O que mais gostei foi a “sopa paraguaia” que não é uma sopa, mas sim uma torta de farinha de milho com queijo, uma delícia. Depois do almoço, o descanso foi em redes de couro produzidas nas redondezas.

Pela tarde seguimos uma outra trilha, passando por algumas cachoeiras e terminamos em uma parte do rio onde havia uma carretilha. Ficamos um bom tempo brincando de pular na água...

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