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Noronsquí, Crasquí e Rabusquí

Meu primeiro passeio para as ilhas da região foi a Crasquí, já tinha estado na ilha anteriormente em uma parada do mergulho. O que mais me impressionou no local foi um “mar de conchas de caracóis”. Sim, em uma parte da praia não tem areia, somente conchas enormes de caracóis, é lindo e impressionante ao mesmo tempo. Já vale o passeio somente para ver este lugar surreal.

A caminho de Crasquí, paramos em Noronsquí para aproveitar um pouco a praia, lá fiquei um tempo observando as lagartixas, eram muito feias, tinham uns patas estranhas. Em Crasquí foi snorkel e deitar na areia, dormir, ler…

O melhor do passeio, no meu ponto de vista, foi a parada em Rabusqui na volta a Gran Roque.  Era um mar de estrelas do mar, nunca tinha visto nada igual. Areia branca fininha, água transparente e dezenas de estrelas do mar espalhadas pelo chão, era como ver um céu desenhado embaixo d’água...

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Cairns e arredores

Uma das razões para eu conhecer a Austrália era mergulhar na Grande Barreira de Corais, portanto, peguei um avião para Cairns, na costa norte de Queensland. A cidade, nesta época do ano, me lembrou muito Brasil (especialmente Salvador) pois é quente e úmida. Como era estação das chuvas, chovia quase todos os dias, mas também fazia sol todos os dias, como na região tropical do Brasil.

Cairns pareceu uma cidade turística calma mas com uma grande variedades de atividades: mergulho, rafting, balonismos, parques nacionais, ilhas, crocodilos, skytravel… Há tantas opções que é difícil escolher. Primeiro, eu gostaria de ter uma noção do lugar, caminhei muito pelo porto, marina e região da explanada. Depois, aluguei uma bicicleta (na verdade, peguei emprestada com um amigo de Stephens no Gilligan’s) e dei uma volta maior pela cidade. Estava um pouco chuvoso o dia, mas foi ótimo para ter uma noção mais ampla do que era o lugar.

Depois da pedalada, passei um tempo relaxand...

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Edward – Capitão do barco – Green Island – Cairns

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Koh Samui – Bo Phut

Seguimos com o passeio de carro para conhecer alguns pontos da ilha que ainda não tivemos tempo de ver. A primeira parada foi o Bo Phut píer, interessante, pois o pequeno trapiche de madeira dava uma sensação de tranqüilidade enorme. Visitamos a pequena ilha do Big Buddha. Ai está uma estátua enorme de um Buda dourado. O Buda, com quase 20 metros de altura, foi construído em 1972. Havia também as imagens de Buda com os macacos, já tinha lido, mas até agora não tínhamos visto Budas com macacos. Gostei do lugar, pois parecia muito Tailândia, já não era mais uma ilha turística com resorts, mas sim um lugar cheio de fé e crença. Depois, passamos o resto do dia relaxando nas caminhas do hotel: sol, mar e sombra dos coqueiros. Caminhando pela praia encontrei uma garrafa de vidro com conchinhas grudadas. Lembrei do chinelo da outra praia, mais uma vez, a natureza mostrando sua força.

Nosso penúltimo dia na ilha foi uma viagem de mergulho. Fomos Koh Tao a mergulhar...

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Sardenha

sardenha_

Decidi seguir com as escapadas a ilhas. Depois de Mallorca, foi Sardenha. Desta vez fui com Maxim, aproveitamos que era seu aniversário para fazer sua primeira viagem pelo “errante”. Agora, além de fazer as páginas, ele faria fotos e vídeos comigo.

Logo que chegamos choveu muito forte, o centro histórico de Alghero estava vazio, abandonado e água por todo lado. Jantamos em um bom restaurante italiano e voltamos para o hotel. O dia seguinte estava ensolarado e assim foram os 4 dias na Sardenha; um clima perfeito para viagem. Alugamos um carro, essencial para conhecer a ilha. Primeiro dirigimos em direção ao lado leste da ilha. Ficamos surpreendidos pela quantidade de lixo na estrada perto de Nuoro. Tinha geladeira, sofá, fogão, pedaços de carros, tudo jogado na lateral da pista. Paramos em Nuoro para comer e caminhamos um pouco pelas montanhas. A região é conhecida por seus murais. Vimos alguns interessantes, havia mural até nas estradas.

Antes de chegar a Arbatax, no...

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Mallorca

Aproveitei a visita de minha mãe pela Espanha para conhecer Mallorca, fomos por somente quatro dias. Chegamos pela tarde e tomamos um pouco de sol no terraço do hotel. Depois comemos uma deliciosa torta com chá e saímos para caminhar pelo centro histórico.

A cidade de Palma é bonita, tem uma parte antiga muito interessante e avenidas largas com coqueiros. Notamos que estão acostumados com os turistas pois sempre nos tratavam bem nos restaurantes e hotel. São hospitaleiros, diferente de outras partes da Espanha onde parecem estar incomodados pela presença de turistas.

No último dia, tentamos de toda forma fazer um passeio de barco mas não foi possível. Era final da alta temporada e naqueles dias haviam mudado os horários dos barcos. Chegávamos sempre uns minutos depois que o barco tinha partido. Grande parte foi erro da agência de informação turística que nos disse o horário errado...

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Navio Estocolmo – Mariehamn – Tallin


Pegamos o barco do congresso (ISEA2004) em Estocolmo. Partimos ao meio dia. Eu passei o dia em palestras e minha mãe na piscina e na jacuzzi. Aproveitei um intervalo de café para ensiná-la a fotografar com a câmera digital. Afinal, ela iria fotografar a viagem também. Suas primeiras fotos foram de mim sentada no café do navio.

Ao entardecer, paramos para um tour na pequena ilha Mariehamn. A ilha já teve domínio sueco e finlandês, mas parece ser agora uma região independente, parte da Finlândia. É um local de casas de verão, parecia muito tranqüilo e pacato. Como já era fim de temporada, não haviam muitos turistas. Tentamos imaginar como seria viver ali no inverno (frio, neve e muito pouca gente), mas para uma cabeça brasileira foi difícil imaginar. Voltamos ao barco para o jantar, as performances e festas da noite. Chegamos em Tallinn pela manhã.


Apoio:

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Fernando de Noronha

Era a segunda vez que visitava a ilha. Para lembrar de tudo, fiz um passeio de buggy com Cinara, Carlos Alberto e José Carlos, que conheci no avião. O guia, Bruno, mostrou os principais pontos da ilha. Começamos pela ponta chamada AirFrance, que, segundo Bruno, foi o local onde aterrizou um avião da empresa. Nas proximidades, visitamos o “Buraco da Raquel” e “Enseada da Caieira”. Seguimos para a Baia do Sueste, onde fizemos mergulho livre. Este é o lugar conhecido por ter tartarugas, além de vários peixes pequenos. Vimos 3 tartarugas. Já voltando a praia, o guia me cutucou para mostrar um pequeno tubarão que estava a nosso lado. Quando olhei, ele já se ia.

Depois do banho de mar, caminhamos nas trilhas da Baia dos Golfinhos, Baia do Sancho e Baia dos Porcos. Lá de cima se tem uma vista maravilhosa das ilhas Dois Irmãos, cartão postal da ilha. Como estava muito quente, era hora de entrar na água outra vez. Seguimos, então, para Praia de Atalaia...

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Copacabana e Lago Titicaca

Depois de várias semanas trancando as estradas para Copacabana, os campesinos resolveram liberar a passagem por 10 dias, em fase de negociação. Cheguei na cidade no final da tarde, larguei a mochila no hotel e fui ver o por do sol no lago Titicaca. Lindo, relaxante…

No dia seguinte, fiz um passeio de barco pelas ilhas. Primeiro visitamos a parte norte da Isla del Sol, 2 horas e meia de barco. Tínhamos 2h para conhecer o local, o que era muito pouco. Teria que caminhar rapidamente até as ruínas, ou aproveitar a paisagem fotografando e não ver tudo. Optei pela segunda opção, não ver tudo.

Dali fomos de barco até a parte central da ilha, onde há um museu etnológico. Completa perda de tempo. O museu não tinha quase nada e ficamos 45 minutos no barco para chegar lá. Depois, mais uma hora de barco até a Isla la Luna. Apenas caminhamos rapidamente até as ruínas, fotografamos e já era hora de voltar. Agora o barco voltaria a parte sul da Isla del Sol...

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Puno e ilhas no Titicaca

Cheguei em Puno cedo, umas 12 horas de ônibus de Arequipa, e fui procurar por transporte para as ilhas do lago Titicaca. Almocei e voltei para o hotel para esperar por alguns amigos brasileiros. Era a primeira vez que alguém “de casa” vinha me encontrar. Eles, Jeferson e Carol, chegaram no meio da tarde. Estavam atrasados no seu cronograma de viagem devido às greves dos campesinos na Bolívia. Decidiram não conhecer as ilhas e ir direto para Cusco. Jantamos e eles pegaram mais um ônibus

No dia seguinte, parti em um tour de dois dias pelas ilhas. Primeiro conhecemos a ilha Uro, por coincidência chamada Santa Maria, mesmo nome de minha cidade natal. A ilha é bem pequena, toda feita de palha. Primeiro eles colocam as raízes de junco e por cima a palha seca. Com o tempo as raízes vão crescendo e dão resistência ao “chão”. Há umas estacas de madeira que “trancam” a ilha na terra, são como ancoras para que ela não fique se movendo pelo lago...

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