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Kuala Lumpur – 2008


Kuala Lumpur é uma cidade interessante. Cheia de jardins (e shopping centers), a cidade mostra um cuidado pelo patrimônio, os edifícios públicos e seu arredores estão bem cuidados. Embora tenha passado somente alguns dias, já deu para perceber sua beleza e imponência.

Uma de minhas grandes curiosidades pela cidade era conhecer as Petronas Tower, e sim, são magníficas, impossível não olhar para elas. De todo lugar que estava na cidade, estava sempre buscando pela torres. Quando tinha visto em filme e fotos nunca as tinha pensado como uma mesquita, acho que porque olhava com meu “olhar ocidental”. Ao chegar na cidade, a primeira vez que vi as torres, vi a imagem de uma mesquita (me surpreendi por antes não ter percebido isto antes).

Shoppings

Como na Cingapura, aqui em Kuala Lumpur, também, fiquei impressionada com a quantidade de shopping centers. Para todo lado tem um, de todos os tamanhos, cores e para todos os bolsos...

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Pamukkale


Pamukkale é um lugar interessante visualmente, de longe se vê uma montanha branca, como se fosse um topo congelado. São terraços brancos que foram formados por águas termas ricas em bicarbonato de cálcio. Ao escorrer, a água deposita dióxido de carbono no solo. Este vai criando formas brancas incríveis. Cientistas dizem que estes terraços começaram a ser formados uns 14 mil anos atrás. O nome Pamukkale significa castelo de algodão em turco. Para eles a montanha se parece com um grande castelo feito de algodão, para mim parecia gelo, uma montanha congelada.

No mesma lugar há ruínas de uma antiga cidade. Visitei o anfiteatro que fica atrás dos banhos termais. O lugar era meio abandonado, descuidado. Parecia que um pedaço de história havia sido deixado de lado, estava sendo esquecido. Infelizmente não encontrei muita informação sobre esta ruínas.

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Quebrada de Humahuaca

Resolvi fazer o tour à Quebrada de Humahuaca. Saímos cedo, o dia estava frio e com muita neblina. Depois de quase duas horas de viagem, visitamos a cidade de Pucamamarca: ruas com casas estilo colonial e feira de artesanato. O melhor do lugar é a vista dos morros coloridos ao redor da cidade. De lá, seguimos para Tilcara onde visitamos as ruínas, Pucara, e o ¨Museo Arqueológico¨. Pucara foi toda reconstruída a partir das escavações feitas no local. Em meio aos muros de pedras cresce um grande número de cactos.

Nossa próxima parada foi Humahuaca. A cidade possui um grande monumento em homenagem ao herói indígena da independência, Diego, também, algumas lojas de artesanatos e restaurantes. Pode-se perceber nas pessoas grandes traços indígenas e, por estar perto da fronteira com a Bolívia, influência de sua cultura.

Na volta, paramos em Uquia para visitar uma pequena igreja com pinturas e objetos em ouro...

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Machu Picchu

Como a chegada foi um pouco decepcionante – dia nublado -, não consegui ver quase nada. Já que o dia estava feio, resolvi não fotografar, apenas sentir o lugar e voltar no dia seguinte para trabalhar. Deixei a mochila com todo o equipamento fotográfico no guarda volumes, assim não cairia na tentação de bater fotos.

Primeiro fizemos uma visita guiada com alguma explicação sobre o local. O grupo foi dividido em tour em inglês e espanhol, fiquei com os uruguaios no tour em espanhol. Foi um pouco vago, mas ninguém sabe exatamente o que era o local, são só teorias ou interpretações.Depois caminhamos, descansamos, rimos e apreciamos a paisagem, vibrando cada vez que as nuvens se moviam um pouco. O sol poderia aparecer a qualquer momento, afinal era o dia do solstício. Mas o sol não apareceu.

No segundo dia, acordei cedo e vi que o dia estava nublado. Voltei a dormir e só às 9h fui para Machu Picchu. Desta vez o tempo estava um pouco melhor...

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Trilha Inca

Hoje em dia não se pode mais fazer a Trilha Inca sem um guia certificado, o que acho bom. Isso regulariza um pouco o turismo do local, dá trabalho aos peruanos que estudaram para ser guia e evita que qualquer turista fique sujando a trilha com lixo e comida.

Decidi fazer a trilha com um grupo organizado por uma agência de Cusco. No primeiro dia, foram me buscar no hotel já quase às 7h da manhã. Depois de pegar todos os turistas, paramos para buscar os carregadores, comida, ticket de trem, o que foi bem enrolado. Mas, pelo que me contaram, todos os grupos são assim. No caminho até o km 82, onde começaríamos a caminhada, paramos para tomar café em Urubamba. Era a mesma estrada do tour ao Vale Sagrado.

Chegamos ao começo da trilha já ao meio dia. Havia um número grande de grupos e mochileiros chegando ao mesmo tempo. Caminhamos uma hora e meia até o local de almoço. O dia estava ensolarado e, então, sentamos na grama pra comer...

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Alausí e Nariz del Diablo

Acordei cedo para o famoso passeio de trem ao Nariz del Diablo que sai de Riobamba às 7 da manhã. Os turistas chegam cedo para pegar um bom lugar, a maioria vai sentada na parte de cima nos vagões para poder apreciar melhor a paisagem. Estava frio e um pouco chuvoso.

Logo que se sai de Riobamba pode-se apreciar um pouco do campo do Equador, morros todos quadriculados de plantações, camponeses trabalhando. Parece que as pessoas ficam esperando para ver o trem passar (três vezes por semana). Ficam sentadas na beira da estrada de ferro, as crianças vêm correndo para acenar, deve ser interessante para eles ver um trem cheio de turistas sentados em cima dos vagões.

O trem para a todo momento, quando moradores locais entram e saem com suas cargas. A última parada antes do Nariz del Diablo é Alausi, uma pequena cidade nas montanhas. Lá sobem mais um grande grupo de turistas que ficam se esmagando com suas filmadoras e câmaras...

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Riobamba e Chimborazo

Ao meio dia, sai de Baños (1800m) para Riobamba (2800m). Cheguei na cidade às 2h e já arrumei um tour para ver o Vulcão Chimborazo, maior pico do Equador e “o ponto mais longe do centro da Terra”. Desta vez comigo ia um casal de holandeses, a guia e o motorista. Fui com as expectativas muito baixas, pois estava nublado e tinha ficado uma semana em Baños tentando ver o topo do Tungurahua e não consegui devido ao mal tempo (agora é estação das chuvas aqui).

Começamos a subir e o tempo já parecia melhorar. Aos poucos conseguíamos ver alguma coisa, de repente lá estava, o topo branco do Chimborazo. Foi lindo, como se passássemos da altura das nuvens, como se estivéssemos olhando por cima. A alegria foi geral, os holandeses também não tinham conseguido ver o Tungurahua e iam embora para casa em dois dias. No caminho vimos algumas lhamas e também um grupo de vicunhas, animal quase em extinção na região, da família da lhama.

Às 4:30h chegamos no refúgio (4800m) e começ...

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Baños


Baños, uma pequena cidade ao sul de Quito, já me conquistou de primeira, logo que desci do ônibus e pude ver as montanhas ao redor. Com menos de 20.000 habitantes a cidade fica ao pé do famoso vulcão Tungurahua, ativo e com probabilidade de entrar em erupção a qualquer momento. Em 1999 a cidade foi evacuada por se considerar o lugar perigoso, como o vulcão não se manifestou os habitantes voltaram ao local mas o vulcão continua ativo.

Nos fins de semana a cidade fica movimentada com habitantes dos povoados vizinhos que vêm para ir à missa, ouvir a banda tocar na praça, comer marmelada e goiabada e passear na praça. Dá uma sensação de estar voltando no tempo, lembro de histórias do meu pai quando era criança, banda, rapadura, praça… Uma nostalgia… Não só a população local mas também um grande número de turistas estrangeiros faz com que a cidade seja cheia de cafés, restaurantes, bares, agências de viagens.

Uma das atrações da cidade além do vulcão é descer ...

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Quito

Meu vôo veio de Bogotá. A viagem foi linda! Pode-se ver do alto tudo branco de nuvens e no meio delas o topo de uma montanha. Já no Equador, vi outro cume. Percebi, então quão altos são os Andes nestas latitudes. Quito fica numa altitude de 2800 metros. Por todo lado se vêem montanhas. Sinto um alívio ao ver que a cidade tem fim (ao contrário de São Paulo que se perde no horizonte).

O centro antigo (ciudad vieja), a principal atração da cidade, com sua arquitetura européia antiga está repleta de igrejas centenárias, e encontra-se povoado de comerciantes. Os traços indígenas eram uma constante em seus rostos. As “plazas” são o ponto de encontro dos velhinhos, lá eles se sentam e assistem como o mundo passa por aqui. Crianças brincando por toda parte também são fáceis de encontrar.

A cidade nova, onde ficam todos os turistas, é mais moderna, cheia de cafés, restaurantes, lojas de artesanato e agências de viagem… Um outro mundo comparado à cidade antiga...

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