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De Morro de São Paulo a Boipeba em bicicleta, 2008

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Queria fugir de Salvador, acabava de fazer a prova do concurso para professora na UFBA, estava ansiosa pelo resultado que só seria divulgado na segunda seguinte. Então, aceitei o convite de Francisco de ir a Morro de São Paulo e de lá pedalar até Boipeba, outra ilha ao sul.

No hostel, conhecemos Yasmin que já tinha viajado muito de bicicleta pelo Brasil. Eu peguei uma bike emprestada de Francisco e Yasmin alugou outra na vila. Partimos pela manhã com a maré baixa, como quase todo o trajeto seria pela areia, precisávamos estar atentos a maré pra podermos pedalar. O caminho foi lindo, sempre com o mar maravilhoso de um lado e um verde enorme do outro. Em alguns pontos não podíamos seguir pela praia mas Franscisco sabia o caminho pela mata. As vezes a areia era muito fofa, eu e Yasmin caíamos/atolávamos, Francisco seguia tranquilo. Nada como estar acostumado a pedalar na areia...

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Dos Mosquices e Cayo de Agua

Dos Mosquices e Cayo de Agua é considerado o passeio mais longe de Gran Roque, cerca de uma hora de barco. Como a paisagem é linda, nem se nota o tempo passar. A primeira parada foi em Dos Mosquices onde conhecemos “o Tamar deles”, um centro de pesquisa e preservação de tartarugas. Os biólogos nos mostraram as tartarugas nos tanques, falaram dos tipos encontrados no arquipélago e do trabalho de preservação que eles desenvolvem.

Logo depois, a parada foi Cayo de Agua, considerada por muitos a ilha mais bonita do arquipélago (veja entrevista com Carlos Quintana). A ilha é realmente linda, a cara do paraíso. São duas ilhotas ligada por um faixa fina de areia branca fininha e um mar degradê verde-azul. O dia foi de mergulho, caminhada pela areia branca até o farol e dormir na sombra, tudo que se tem direito nas férias. O lugar emanava uma tranqüilidade, paz, silêncio. Impossível não voltar revigorada depois de um dia por lá.

Veja mais sobre Los Roques em:

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Noronsquí, Crasquí e Rabusquí

Meu primeiro passeio para as ilhas da região foi a Crasquí, já tinha estado na ilha anteriormente em uma parada do mergulho. O que mais me impressionou no local foi um “mar de conchas de caracóis”. Sim, em uma parte da praia não tem areia, somente conchas enormes de caracóis, é lindo e impressionante ao mesmo tempo. Já vale o passeio somente para ver este lugar surreal.

A caminho de Crasquí, paramos em Noronsquí para aproveitar um pouco a praia, lá fiquei um tempo observando as lagartixas, eram muito feias, tinham uns patas estranhas. Em Crasquí foi snorkel e deitar na areia, dormir, ler…

O melhor do passeio, no meu ponto de vista, foi a parada em Rabusqui na volta a Gran Roque.  Era um mar de estrelas do mar, nunca tinha visto nada igual. Areia branca fininha, água transparente e dezenas de estrelas do mar espalhadas pelo chão, era como ver um céu desenhado embaixo d’água...

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Gran Roque, Los Roques

O grande motivo de visitar Los Roques era o mergulho, portanto, passei o primeiro dia planejando o que eu gostaria de fazer nos próximos 8 dias que teria no paraíso tropical. O lugar, posso dizer, que é um dos mais bonitos que já fui na minha vida. Um mar incrível, praia limpinha, água transparente, pescadores, aves, paisagem linda, pousadas super bonitas e pessoas interessantes. Tudo era simples e não-simples ao mesmo tempo. Quase todos se hospedam em Gran Roque, a ilha de onde você pode partir para os mergulhos e pegar barcos para visitar outras ilhas do arquipélago.

Meus primeiros três dias foram mergulhando, depois resolvi fazer “férias”, não planejar nada, combinava com o lugar… Era acordar na hora que quisesse, ir pro porto e ver para onde tinha barco. Assim, pouco a pouco fui conhecendo grande parte das ilhas de Los Roques (Francisquí, MadrisquíNoronsquí, Crasquí, RabusquíDos Mosquices e Cayo de Agua). Cada dia visitava uma ou duas ou três ilhas...

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lhas próximas – Francisquí e Madrisquí

água super transparente areia branca e céu azul Mangue

Francisquí e Madrisquí são as ilhas mais próximas de Gran Roque, muitas pousadas oferecem o transporte para lá incluído na diária. Madrisqui conheci numa das paradas entre dois mergulhos, ficamos um tempo na ilha desfrutando da paisagem e conversando. O mar é lindo como em qualquer lugar por aqui, tem diversos turistas que passam o dia, trazem seu lanche no “cooler”, cadeiras e guarda sol para dormir um pouco na sombra. A paz e o silêncio são incríveis, difícil de imaginar comparado às praias de Salvador que têm um barulho enorme e competição de quem coloca a música mais alta.

Francisqui foi minha escolhida como lugar de “não fazer nada”. Passei dois dias deitada na areia, fazendo poucas caminhadas, lendo muito e aproveitando os bancos de areia para ficar “de molho” no calor do meio dia.

 
Caminho para a piscina natural
 
Piscina natural

auto-retrato com sardinhas

A ilha é bem perto de...

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Sinais: proibições e permissões

É incrível a quantidade de sinais de proibições na Austrália. Em grande parte das praias, antes de entrar, tem um cardápio de sinais de coisas que se pode ou não fazer. Dá uma sensação de controle tão forte….

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Manly beach ontem


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Phuket

Patong, em Phuket foi nosso lugar escolhido para descansar os últimos dias da viagem. Nada como um lugar turístico com uma boa infraestrutura para veraneio. Aqui teríamos tudo que queríamos: sol, camas na praia, guarda-sol, coqueiros, água de coco, peixe fresco do restaurante na areia, coquetéis…

A praia parecia como as praias de veraneio do Brasil. Era grande, ampla, podia-se caminhar pela areia. Tinha várias opções de lazer: banana boat, sky aquático, jet sky, mergulho, passeios de barco, colchões de bóia… Também pessoas passando e oferecendo bebida e comida para vender. Alguns não gostam deste tipo de praia agitada. Cresci passando os verões em praias assim, então, me lembra casa e me agrada. Para mim é a idéia de aproveitar o máximo possível o que a praia pode oferecer, explorando todas as facetas. Maxim, que vem da Sibéria, ficou encantado com as possibilidades do paraíso tropical.

Phuket também é conhecida pelo turismo sexual, o que, infelizmente, vimos bas...

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Krabi – Ao Nang – Phang Nga


Chegamos na cidade de Krabi e fomos direto a praia de Ao Nang. Uma praia alegre, cheia de pequenos hotéis, bares e restaurantes. A praia é lotada de barcos que te oferecem a todo momento para te levar a uma ilha ou praia interessante. Recomendamos o tour de 4 ilhas. é um dia de passeio em barco de “cola longa” que percorre 4 praias distintas (Ilha Poda, Ilha Galinha, ilha Tup e caverna Phranang) no decorrer do dia. A viagem de barco é lenta, o que a faz prazerosa pois se pode observar a natureza, rochas, mar, outros barcos… Tudo, sem ter a idéia de estar com pressa para chegar a lugar algum.

A região de Krabi é conhecida por escaladores e mergulhadores. Está rodeada de pedras para escalar e ilhas para o mergulho. Por aqui está a famosa Koh Phi Phi, ilha onde foi gravado o filme “A praia” com Leonardo DiCaprio. Aproveitamos, então, para fazer 4 imersões de mergulho na região de Phi Phi. Foram dois dias de mergulho em Maya Bay e Koh Bida Nok...

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Koh Samui – Mae Nam

Koh Samui era nosso primeiro lugar de “férias”. Antes, a viagem tinha sido mais ocupada e cansativa. A ilha (koh), que tinha como principais atividades a pesca e o coco, hoje em dia é um paraíso turístico. Este seria, portanto, um lugar perfeito para começar a relaxar. Em geral, os hotéis aqui são pequenos, há muitos resorts, mas não se vê as grandes torres de cadeias de hotéis. Li que aqui não se pode construir hotéis mais altos que os coqueiros, o que é maravilhoso.

Disseram-nos que era temporada de chuvas, vimos a previsão do tempo na internet e prometia dias nublados e chuva. Tivemos sorte, pois choveu somente algumas horas no dia de chegada e no dia de partida. O resto, pudemos aproveitar a praia, relaxar nas caminhas do hotel, dormir na sombra dos coqueiros e banhar no mar. Era o que eu mais sentia falta. As praias na Europa não te dão este tipo de prazer, é impossível comparar.

Caminhando por Mae Nam vimos vários tocos de madeira cheios de conchinhas pega...

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