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Elberadweg: de Torgau a Wittenberg

DCIM101GOPRODe Torgau a Wittenberg seriam uns 70km, sai sem pressa, caminhei um pouco pela cidade pela manhã. Os primeiros 30km foram muito cansativos, muito vento, era como se pedalasse em montanha. Passei por Dommitzsch e parei num camping perto de Priesitz para comer. Aqui também a opção foi wurst. No imbiss (lanchonete) do camping encontrei outros dois ciclistas que iam na mesma direção que eu. Perguntei se era normal este vento, me disseram que não, que havia uma tempestade de vento, por isto estava tão forte. Sai antes deles mas falamos “até logo” pois sempre acaba encontrando as pessoas novamente.

Em Pretzsch, o caminho oficial vai pelo outro lado do rio. Eu resolvi seguir pelo “alternativo” pois parecia mais verde. Claro que não achei rapidamente a saída da cidade. Vi um caminho que poderia ser, então perguntei para uma senhora que passeava com o cachorro. Ela me respondeu que sim era por ali e que era muito bonito...

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Elberadweg: de Bad Schandau a Sörnewitz

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14886284813_0e7ac52548_oO dia começou cedo, acordei as 5.30h e 6.40h estava na porta de casa partindo pra estação de trem, 7.20h no trem e 10h cheguei em Bad Schandau. A estação era bem pequena. No caminho do trem já percebi as lindas paisagens com montanhas, diferente da região de Berlim que é bem plana. Cruzei o rio e comecei a pedalada do dia, teria uns 70km a frente.

O caminho era muito bem organizado, super sinalizado e como era final de semana, estava lotado, ciclistas de todas as idades. No começo, haviam algumas subidas e descidas, algumas vezes tínhamos que cruzar o rio de barco ou por uma ponte. Gostei da forma que organizaram, que temos que mudar de lado do rio de tempo em tempo.

Esta era minha primeira viagem solo por dias com a bicicleta, já tinha feito um dia sozinha de Angermünde voltando pra casa, mas foi somente um dia. Estava empolgada com o que viria pela frente...

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Daintree Forest (tours)

Um pequeno vídeo dos tours pela Daintree Forest

Daintree Forest, Queensland from Karla Brunet on Vimeo.

Veja mais sobre Daintree em:

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Yarra River, Melbourne

Sempre gostei de cidades com rio, no meu imaginário estão as famosas cidades europeias e seus rios: Paris, Berlim ou Londres. O rio Yarra é um marco da cidade de Melbourne, por suas orlas circulam turistas, ciclistas, maratonistas, e passam todo tipo de barco, especialmente os grandes barcos a remo.  A paisagem a sua volta também seduz, grandes edifícios modernos, pequenas casas, trens, árvores, parques, pontes… Não é por nada que Melbourne é considerada a mais europeia das cidades da Austrália.

Yarra River, Melbourne – Errante from Karla Brunet on Vimeo.

Veja mais sobre a Austrália aqui.

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Cartoum – Sudão

Nos seguintes dias em Cartoum seguimos com o workshop do Colab e também conhecemos um pouco da cidade. Encontramos com Gama, amigo de Hamasik e Felipe (meus amigos do Brasil), para um café no Instituto Goethe. O lugar era agradável, ao ar livre, e o café, incrível, um receita etíope com aromas e gengibre. Mais tarde,  Javier nos levou para ver o encontro dos dois Nilos, era final de tarde num parque, uma mistura de área verde com parque de diversões, adorei.

No final do workshop, depois do trabalho concluído, Elamin nos convidou para um passeio pelo Nilo. Sentei na popa do barco e com o ruído forte do motor não conseguia ouvir o que todos conversavam, então, fiquei quieta, observando a paisagem. É interessante a força do rio, tudo de alguma forma gira em torno dele, imaginei as lendas e histórias milenares que deveriam existir sobre aquele lugar que eu estava passando...

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Melaka (Malacca)

Passamos somente dois dias em Melaka mas deu vontade de ficar mais… A cidade é uma mistura de culturas, etnias e religiões. Sendo um importante porto do sudeste da Ásia, sofreu diversas invasões (Portuguesa, Inglesa, Holandesa…). E isto enriqueceu sua cultura.

Logo no primeiro dia formos ver a festa nas ruas para comemorar a nomeação da cidade como “World Heritage Site of UNESCO”. Depois caminhamos pela cidade, achei linda a vila holandesa. A noite fica agitada com a feirinha no Chinatown, é lotada de barraquinhas vendendo todo tipo de comida e quinquilharias chinesas. No final da rua da feirinha, está um dos mais badalados cafés da cidade, o Geographér Café, um lugar aconchegante com livros, verde, música ao vivo. E eu, uma viciada por mapas, mídia locativa e geografia, já gostei do local só pelo nome.

No dia seguinte, passeamos para conhecer melhor o lugar, comemos muito bem num restaurante japonês local e fomos fazer massagem...

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Chiang Mai


Chegamos em Chiang Mai durante o Festival Yi Peng, ou também chamado Festival Loy Kratong. Tinha lido antes da viagem sobre festivais no país e tentamos encaixar este na nossa viagem. O festival é baseado no calendário lunar, é comemorado durante a lua cheia do 12ª mês do ano.

No hotel, conhecemos uma família tailandesa (Pracha, Jam e Gik) que nos levou para jantar e nos contou muito sobre sua cultura e o festival. Junto com eles, compramos “Krathong”: são como pequenas oferendas feitas de flores onde se coloca uma vela e um incenso. Estas são colocadas no rio como oferenda para a mãe água e pedido de desculpas por poluir as águas. Colocamos nossas oferendas no rio Ping em frente ao hotel. Também fizemos alguns pedidos para que o rio leve. Outros símbolos do festival são as lanternas de papel que sobem com o calor do ar quente...

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Ayutthaya


Vimos fotos de Ayutthaya em uma revista e decidimos, então, passar um dia na cidade. Declarada como patrimônio mundial da humanidade pela Unesco, a cidade possui diversos templos espalhados pelas margens do rio . Foi, também, capital do reino Sião por 4 séculos. Hoje em dia tem um ambiente tranquilo, longe da correria e estresse de Bangcoc. Sentimos uma atmosfera assim nos restaurantes e hotéis. Aqui a vida vai mais lenta e contemplativa.

Visitamos algumas ruínas. Não todas, pois seria muito cansativo e não assimilaríamos o que estávamos vendo. Foi interessante para aprendermos um pouco sobre os rituais budistas. Ficamos um bom tempo em um templo com imagem de um Buda dourado observando os rituais. Aí estavam presentes vários dos objetos simbólicos deles: a vela, que representa sabedoria do Buda, as flores, sua compaixão e o incenso, a purificação. Também, tinha um pote com palitos que sacudiam até sair um, neste em um número que corresponde a uma mensagem...

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Dresden

Com mais 3 colegas do curso de alemão peguei um trem para Dresden. Usamos o bilhete de final de semana (Schönes Wochenende Ticket) que é super barato e pode ser usado por até 7 pessoas somente em trens regionais. A viagem foi divertida, rimos muito durante todo o percurso. Caminhamos pela cidade, é linda, lembra Praga ou Budapeste. Adoro cidades com rio ou mar.

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Aparados da Serra: Itainbezinho, trilha do Rio do Boi e Fortaleza

Com o carro emprestado de minha irmã (Karina) e mais duas amigas Janet (que vinha de São Paulo passar o ano novo no sul) e Cristiana (prima de Santa Maria) fiz uma pequena viagem de 3 dias pelos Aparados da Serra. Começamos por Praia Grande em Santa Catarina, uns 30km de Torres. Deixamos as coisas no hotel e fomos procurar um tour para a trilha do Rio do Boi. Reservamos para o dia seguinte, pois não haviam guias para o mesmo dia. Dirigimos, então, até a entrada do Parque Nacional Aparados da Serra. A estrada não era das melhores, muita pedra solta. Pobre carro novo da Karina. O parque tem uma sede com banheiro e informações turísticas. Fizemos a caminhada para ver o Itaimbezinho, o cânion mais famoso da região. O calor de dezembro era forte mas a caminhada não tão longa, não cansamos. O lugar é lindo, um cânion enorme e várias araucárias ao redor.

O segundo dia foi a trilha do Rio do Boi, eram umas seis horas de caminhada pelo rio...

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