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Cartoum – a chegada

Chegamos em Cartoum às 4 da manhã depois de um longo vôo da Espanha e Brasil.  A viagem foi uma longa conversa, reencontro, revelações… E cede pela manhã, quase sem dormir, fomos para o CoLab workshop. Esta viagem era em conjunto com Juan Freire, Gabriel Perezzan and Aurea Martinez. Nós viemos ao Sudão para trabalhar no projeto CoLab (ICPL – Khartoum. Interdisciplinary and Collaborative Projects Laboratory).

Depois de um dia no Instituto Francês trabalhando com artistas, produtores culturais e ativistas locais, estava muito cansada e voltei pro hotel para descansar enquanto os outros foram caminhar pela cidade. A noite foi uma ótima janta no restaurante Assaha, um lugar lindo aparentando uma vila tradicional libanesa.

No segundo dia em Cartoum, eu estava mais acordada, fomos para o workshop das 9 até 15h e, depois, decidimos visitar o Museu Nacional do Sudão. Como estava um dia lindo, Juan e eu fizemos uma caminhada pela orla do rio Nilo e cruzamos a ponte para a ilha Tuti...

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Oslo


Oslo foi nossa última parada. Chegamos pela tarde e fomos a uma casa que aluga quartos para turistas. O lugar assustou um pouco, era muito longe do centro, parecia zona rural, só se via o verde em volta. Não era bem a idéia de turismo urbano que tínhamos. Parecia um lugar de casas de fim de semana. Mas no final do dia vimos que não, desceram do trem muita gente, ou seja, pessoas moravam ali sempre e não só nas férias. Ficamos imaginando como seria morar neste lugar no inverno, tudo muito quieto, sem vida e, além do mais, neve por todo lado. No segundo dia, mudamos para um hotel no centro da cidade.

Em Oslo, visitamos o porto, um lugar lindo para no final da tarde ver o pôr do sol e os barcos. Passeamos também pelo Vigeland Park: maravilhoso. Um parque com aproximadamente 200 esculturas do famoso artista norueguês, Gustav Vigeland. As esculturas, em granito e bronze, são homens, mulheres e crianças nus que formam posições de movimento com grande harmonia...

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Helsinque

Chegamos em Helsinque num dia chuvoso, cinza. Caminhamos um pouco pelo centro da cidade, paramos num café para comer algo e fui a minhas palestras do ISEA2004. Minha mãe ficou passeando pelo centro e fotografando. No final da tarde, era a inauguração da exposição da ISEA no Kiasma (Museu de Arte Contemporânea). Ai encontramos meus amigos espanhóis que estavam exibindo uma obra e mostrei a minha mãe um pouco de arte eletrônica. Os dias seguintes foram um mescla de ir a palestras e caminhadas para conhecer a cidade. Sempre que havia sol dava uma escapada da conferencia para fotografar e caminhar pelos pontos turísticos.

A cidade é organizada e ao mesmo tempo fria. Dá sempre a impressão de que está faltando algo. Segundo minha mãe, é porque faltava um centro histórico pequeno como em outras cidades da Europa. Em Helsinque tudo era amplo e não dava a sensação de um lugar aconchegante.

Uma coisa que nos chamou a atenção foi o enorme número de cabeleireiros pela cidade...

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Munique


Depois do cansaço de Linz, cheguei em Munique e dormi quase todo um dia. Necessitava… Os dias não estavam tão bonitos, chovia muito e já começava a esfriar, percebi que o verão tinha acabado.

Caminhei pelo centro histórico, entrei em lojas e cafés, e acabei, como sempre, em museus. Primeiro visitei o museu da cidade (Stadtmuseum) onde haviam pinturas, desenhos e maquetes que contavam um pouco da história do lugar. Havia uma parte dedicada a instrumentos musicais e ao teatro, aqui se encontrava todo o tipo de marionetes e brinquedos. Gostei de ver, pois não acredito que a gente tenha no Brasil algum museu que mostre este tipo de objetos. A parte de música, por ser um museu pequeno, impressionou-me pela quantidade de instrumentos de outras partes do mundo, como da Ásia, América e África. Cada vez me preocupa mais que o terceiro mundo está ficando sem história e somente os países desenvolvidos é que contam a nossa história.

No mesmo dia visitei, também, o Deutsches M...

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Karlsruhe

Já na chegada em Karlsruhe fui conhecer o ZKM Zentrum für Kunst und Medientechnologie e visitei o Medienmuseum. Para mim foi impressionante pois tive a oportunidade de ver obras de arte eletrônica que conhecia somente por livros. Trabalhos como os de Christa Sommerer, Laurent Mignonneau, Bruno Cohen, Jeffrey Shaw, Hermen Maat por livro realmente não é nada comparado com a experiência de tocar e interatuar.

Caminhei pelo centro da cidade. Lotado de lojas, cafés, muita gente caminhando pelas ruas, lembrou-me um pouco Brasil. A arquitetura é moderna, tem ruído e movimento de pessoas. Um dos pontos turísticos importantes da cidade é o Schloss Karlsruhe (palácio). Construído no século XVIII por Karl Wilhelm, hoje hospeda o museu Badisches Landesmuseum im Schloss. Aqui, pude ver um pouco de como foi a vida no palácio, apreciar a arte e subir na torre para ter uma vista geral da cidade. Perto do palácio está o Staatliche Kunsthalle Karlruhe, outro museu de arte da cidade...

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Weimar

Weimar me lembrou um pouco Leipzig, parece que as duas cidades têm muita coisa em comum, além de Goethe, é claro. Caminhei pelo centro histórico, também chovia. Aproveitei, então, para tomar café e ler sobre o lugar.

Para conhecer um pouco da história da cidade visitei a Weimar Haus – das Geschichtserlebnis. É um museu com visita guiada toda automatizada. Vão-se abrindo portas para diversos cenários com bonecos de cera, vídeos e luzes. Um áudio explica a história do lugar.

Outros dois museus importantes da cidade é Goethes Wohnhaus e Bauhaus Museum. A casa de Goethe estava lotada, deveria ser dia de visita de escolas. É um recorrido sobre as diversas peças do lugar onde o escritor viveu. O museus de Bauhaus não era muito grande, esperava mais, pareceu-me um pouco repetido do que havia visto no museu de Berlim.

Para finalizar minha rápida visita a Weimar, comi num restaurante Thai. Nostalgia, comida com leite de coco que me lembrou Brasil.

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Leipzig


Cheguei em Leipzig domingo pela manhã. Como estava chovendo, um dia um pouco nostálgico, passei um bom tempo em um Frühstücksbuffet. Comi muito e voltei para o hotel para uma cesta. Era um dia perfeito para relaxar.

Logo, caminhei pelo centro da cidade, as vezes, o sol se arriscava a aparecer um pouco. O centro histórico é bonito, com edifícios antigos, cafés e lojas. Leipzig é uma cidade com um passado de intelectuais e arte, aqui morou personalidades como Goethe e Bach. Hoje, parece ser um centro estudantil. Foi uma das poucas cidades européias que vi gente se beijando nas ruas. Até me chamou a atenção pois tinha a idéia dos alemães frios que não beijam quando estão em público. Talvez fossem turistas…

Visitei o Museu do Bach. Não é muito grande, tem algumas imagens da época, partituras de música e um handset com explicações em inglês sobre sua vida e obra...

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Berlim – primeira semana


A primeira semana em Berlim foi uma adaptação a nova rotina que durará um mês. Sempre gostei de rotinas em cidades que não são as que vivo, é como ficar íntimo de um lugar por um tempo.

Comecei com as aulas de alemão pelas manhãs, e tardes e noite para conhecer a cidade, ver amigos e visitar museus. Logo nos primeiros dias, encontrei com Thomas, Lorena e Kai para uma cerveja no Mitte. Thomas tinha conhecido na Bolívia em 2001, Lorena conheço de Barcelona, Kai é seu amigo. Aproveitamos a noite quente em Berlim para sentar ao ar livre num bar e falar de viagem, já que todos, logo, estaríamos viajando. A conversa foi uma mistura de espanhol com inglês salpicando palavras de alemão e português.

Visitei com Lorena o Museu do Muro (Haus am Checkpoint Charlie), achei um pouco desorganizado, parecia exposição de colégio, uma grande quantidade de fotos e recortes de jornal pendurados na parede. Já ao final melhorou um pouco, podia-se notar uma certa organização...

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Gallipoli/Gelibolu

Fui convidada por uma agência para fazer um tour a Gallipoli (Gelibolu em turco), eu iria com mais duas australianas. Saímos cedo pela manhã já que o lugar é longe. Depois de umas duas horas de viagem paramos para um café e seguimos mais uma hora até Gallipoli. Paramos rapidamente na pequena cidade, vimos o porto e seguimos viagem para visitar o museu da guerra.

Esta área é conhecida como um bom lugar de defesa da Turquia, é uma península de onde se regula a entrada de barcos. O evento histórico mais importante foi durante a primeira guerra mundial quando os ingleses enviaram tropas Australianas e Neozelandesas (Anzac – Australian and New Zeland Army Corps. Ao desembarcar no lugar errado, estes foram massacrados pelos turcos que esperavam no alto da colina.
Para mim o mais interessante daqui é a quantidade de monumentos, cemitérios e museus comemorativos da primeira guerra. A cada 10 ou 20 km há um monumento explicando um pouco da guerra...

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Bratislava

A visita a Bratislava foi rápida, somente dois dias mas já pude ter uma noção do lugar. Gostei pois não haviam tantos turistas. O centro antigo é pequeno, cheio de restaurantes e bares. Caminhei pelas pequenas ruas, mas os dias estavam nublados, não pude fotografar muito. Ao mesmo tempo, achei as pessoas hospitaleiras. Falavam sorrindo, parecia que estavam satisfeitas com os turistas. Um dia não tinha moeda para pagar o trem e uma garota pagou para mim, não quis aceitar meu dinheiro.

Ao lado do Danúbio está o antigo castelo. É bem mais modesto que o de Praga mas se tem uma ótima vista da cidade. Aqui sim pude ter uma idéia da Eslováquia comunista. Do alto do morro onde fica o castelo se pode ver quase toda a cidade. Dá para “apreciar” os edifícios todos iguais do outro lado do rio. São muitos, vários retângulos iguais, parecem até de brinquedo pelo simetrismo.

Fiquei pouco tempo mas gostei da cidade. Parece que deu para sentir um pouco o lugar...

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