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Saída em bicicleta Terra Alta: Nonaspe – Arnes – Tortosa


Na sexta-feira, fomos de trem de Barcelona até Nonaspe onde uma parte de grupo ficou acampando. Como não tinha barraca segui com mais duas amigas para dormir em Caspe (Aragon) e pegamos o primeiro trem a Nonaspe sábado pela manhã.

Nos juntamos ao grupo na estação de trem de Nonaspe onde começamos o passeio organizado por Albert (Gata e amics de la bici). Seguimos até Batea onde paramos para conhecer o povoado, as pequenas ruas, a igreja… Aproveitamos para uma pequena merenda antes do almoço. Continuamos o passeio até Caseres. Paramos algumas vezes, para arrumar a correia da bicicleta de uma companheira. Depois para olhar o mapa, estávamos um pouco perdidos. Como havia muita subida meu joelho começou a doer um pouco. Já havia doído no final do último passeio.

Assim que chegamos em Caseres, começou a chover, fizemos então um longo almoço com vinho e um café antes de partir. O caminho era bonito, com árvores frutíferas, muitas amendoeiras...

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Istambul


Mais uma vez cheguei de viagem com dor de garganta. Como estava cansada dormi quase toda a manhã e pela tarde saí para conhecer um pouco da cidade. Almocei e custava 7 milhões, percebi que seria difícil acostumar-me com o grande número de zeros nos bilhetes de liras turcas. O garçom do restaurante me disse para ter cuidado e não ser enganada, segundo ele, é comum passar a perna nos turistas que não entendem bem o dinheiro. Perguntei se deveria ter cuidado com ele. Respondeu: “Eu não, me refiro aos outros. Eu sou honesto.”

Visitei a Aya Sofia, uma igreja construída em 532 e que durante anos foi uma das maiores do mundo. Houve épocas em que seus mosaicos foram cobertos pois o Islamismo proibia as imagens. Hoje funciona como um museu. O lugar é impressionante…

Depois fui conhecer o Blue Mosque, uma mesquita construída em princípios do século XVII. Com suas torres e duomos, esta mesquita é a mais famosa de Istambul...

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Budapeste

Cheguei na estação de trem no final da tarde, parecia chegando no centro de São Paulo. Desci na parte subterrânea para tentar trocar dinheiro. O lugar era sujo, vendedores ambulantes, muita gente com pressa, outros com cara de suspeitos observando. A polícia estava um pouco ativa, acho que tinha acontecido algum roubo momentos antes, pois estavam caminhando de um lado para outro, inquietos. Fui para o albergue mais perto que encontrei. Era um pouco bagunçado e sujo. Estava cansada para tentar encontrar outro lugar.

O dia seguinte estava nublado e chuviscando. Caminhei por quase toda a cidade, umas 6 horas. Comecei dando uma volta por “Pest”, a basílica, centro comercial, atravessei a ponte e caminhei no lado “Buda” contornando o rio. Depois, visitei alguns banhos turcos. A cidade me pareceu muito bonita mas apagada, suja. Faltava um certo brilho, talvez pelo fato de estar um dia bem cinza...

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Berlim

A chegada em Berlim foi ótima, já no primeiro dia encontrei um amigo, Pepe, e fomos ao parque. O domingo foi piquenique no Tiergarden com seus amigos ingleses, australianos, americanos, bolivianos… só faltaram os alemães.

Depois, caminhamos até o Reichstag para ter uma vista geral da cidade. Aqui, o que mais me impressionou foi a quantidade de gruas, as vezes contava 5 ou 8 juntas. Nesta hora se vê que Berlim é uma cidade em construção. Comentava com meu amigo toda vez que via uma grua ou edifício em construção, ele não se impressionava tanto. Acho que quando as pessoas moram aqui já estão acostumadas a ver construções que se tornam indiferente a quantidade.

Caminhamos também pela Unter den Linden até a catedral de Berlim e a ilha dos museus. A cidade estava calma, era domingo e não tinha muita gente na rua. Um sensação um pouco estranha, a rua larga com edifícios grandes e bonitos: um vazio.

No dia seguinte, pela manhã, caminhei pelo Mitte, um bairro que ficava...

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Moscou

 

Aqui o metrô também é bem decorado. As estações são decoradas com lustres enormes, mármore e estátuas. As escadas rolantes são menores que as de São Petersburgo. No primeiro dia, fui direto conhecer a praça vermelha, que, na verdade, não deveria ser assim chamada. O nome origina-se de uma palavra que, no antigo russo, significa bonita, mas, hoje em dia, também é usada para a cor vermelha.

Parei numa estação de metro longe e fui caminhando. Cada vez mais me impressiona o número de lojas de todas as marcas possíveis. Não consigo pensar em uma marca de roupa ou de artigos esportivos que não tenha uma loja em Moscou. As ruas, os trens do metrô, as passarelas subterrâneas estão cheias de propagandas. Realmente, não esperava tanto. Acho que eles são muito mais capitalistas que nós. E começaram a pouco tempo… Triste de ver…

No outro dia visitei o Kremilin...

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São Petesburgo

A chegada já foi uma atração. Pela primeira vez vi sol às onze e meia da noite. Infelizmente, não cheguei a ver o sol da meia noite (meu sonho de adolescente, desde o filme com Barishnikov). É difícil de ter uma boa noção de tempo por aqui, pois o dia não termina nunca. Escurece sempre depois da meia noite.

Construída em 1703, por Pedro, O Grande, a cidade é banhada pelo rio Neva e rodeada por canais. A idéia era ser a Veneza do norte, no entanto, se parece mais com Paris. Acho que pelo tamanho e amplitude dos edifícios e monumentos. No próximo ano, será festejado o aniversário de 300 anos da cidade. Por essa razão quase todos os monumentos, teatros, museus e igrejas estão em reformas. Com certeza não é uma ótima época para fotografar as atrações turísticas. Pelo que dizem, as comemorações serão grandes. Talvez uma boa idéia seja visitar a cidade em maio de 2003.

Quanto ao idioma, esqueça o inglês...

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Quebrada de Humahuaca

Resolvi fazer o tour à Quebrada de Humahuaca. Saímos cedo, o dia estava frio e com muita neblina. Depois de quase duas horas de viagem, visitamos a cidade de Pucamamarca: ruas com casas estilo colonial e feira de artesanato. O melhor do lugar é a vista dos morros coloridos ao redor da cidade. De lá, seguimos para Tilcara onde visitamos as ruínas, Pucara, e o ¨Museo Arqueológico¨. Pucara foi toda reconstruída a partir das escavações feitas no local. Em meio aos muros de pedras cresce um grande número de cactos.

Nossa próxima parada foi Humahuaca. A cidade possui um grande monumento em homenagem ao herói indígena da independência, Diego, também, algumas lojas de artesanatos e restaurantes. Pode-se perceber nas pessoas grandes traços indígenas e, por estar perto da fronteira com a Bolívia, influência de sua cultura.

Na volta, paramos em Uquia para visitar uma pequena igreja com pinturas e objetos em ouro...

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Laja – Tiahuanaco

Saímos às 9 da manhã para o tour a Tiahuanaco. No caminho, paramos na pequena cidade de Laja para conhecer a igreja de estilo barroco mestiço. Esta foi criada para comemorar a vitória dos espanhóis sobre os incas. No lado esquerdo, se vê símbolos Incas como o condor, enquanto que no direito, estão os símbolos da igreja católica. A visita a Tiahuanaco começa pelo museu local que mostra objetos indígenas da região. Conhecemos um pouco das culturas pré-colombianas e fomos caminhar nas ruínas.

Tiahuanaco foi talvez a cultura mais importante da Bolívia. Esta foi dividida em 5 fases, a primeira pensa-se que surgiu por volta do século X antes de Cristo, enquanto que a quinta termina por 1200 DC. Depois disso, os Incas chegam na região e tomam conta dos templos.

As lendas populares acreditam que Viracocha (o Deus maior, criador do mundo) ali morava...

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Arequipa – Terremoto


Estava em Cusco, entrado numa agência para saber o preço da passagem de ônibus para Arequipa quando a senhora gritou de dentro para eu não entrar e, também, saiu correndo. Então me disse que estava acontecendo um terremoto. Não tinha sentido nada, mas, quando ela falou, percebi que as coisas nas paredes se moviam. Na rua muita música e todos dançavam nas comemorações do Inti Rayme, ninguém sentiu o tremor.

Depois de alguns dias, fui para Arequipa. A viagem de Cusco leva 12 horas. A estrada, que já era péssima, depois do terremoto ficou ainda pior. Fui num ônibus apertado, cheio de crianças dormindo no corredor e uma senhora vomitando ao meu lado durante todo o percurso. A cada momento pensava se realmente valia à pena conhecer Arequipa. A resposta foi sim.

A cidade é linda, grande parte construída com pedras vulcânicas brancas chamadas ¨sillar¨. A arquitetura colonial dos prédios do centro, arcos, igrejas, já são um motivo para a visita à cidade...

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