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Expedição Rio Amazonas 360º

Coloco aqui um vídeo 360º que fiz na Expedição Rio Amazonas.
A expedição, organizada pela Canoa Paidégua,  foi realizada em canoa havaiana de Santarém até Belém, em julho de 2017.

RioAmazonas360 from Karla Brunet on Vimeo.

Abaixo, um mapa do percurso criado pelos organizadores do evento.

 

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Cicloturismo: Itaparica – Salinas da Margarida

  • 1º dia: Bom Despacho – Salinas da Margarida 61 km
  • 2º dia: Salinas da Margarida – Barra do Paraguaçu 36.58 km gpx

Como eu gostei muito da experiência da viagem de Mangue Seco – Praia do Forte organizada por Lúcia Saraiva dos Amigos de Bike , resolvi encarar mais uma cicloviagem com eles, desta vez Itaparica e Salinas da Margarida. Acordamos muito cedo para encontrar no ferry para Itaparica às 6h. Chegamos em Bom Despacho e fizermos a pausa para um café da manhã com direito a suco de laranja e misto quente e encaramos a estrada.

Fomos pelo acostamento da estrada BA01, achei tranquilo, confortável para pedalar. Agora, quando tinha alguma subidinha, eu ficava pra trás. Todos me passavam e seguiam lá na frente. Lúcia escalou um senhor do grupo para me acompanhar, não me deixar sozinha para trás...

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De Morro de São Paulo a Boipeba em bicicleta, 2008

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Queria fugir de Salvador, acabava de fazer a prova do concurso para professora na UFBA, estava ansiosa pelo resultado que só seria divulgado na segunda seguinte. Então, aceitei o convite de Francisco de ir a Morro de São Paulo e de lá pedalar até Boipeba, outra ilha ao sul.

No hostel, conhecemos Yasmin que já tinha viajado muito de bicicleta pelo Brasil. Eu peguei uma bike emprestada de Francisco e Yasmin alugou outra na vila. Partimos pela manhã com a maré baixa, como quase todo o trajeto seria pela areia, precisávamos estar atentos a maré pra podermos pedalar. O caminho foi lindo, sempre com o mar maravilhoso de um lado e um verde enorme do outro. Em alguns pontos não podíamos seguir pela praia mas Franscisco sabia o caminho pela mata. As vezes a areia era muito fofa, eu e Yasmin caíamos/atolávamos, Francisco seguia tranquilo. Nada como estar acostumado a pedalar na areia...

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Chapada Diamantina – Roteiro 1

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Logo no primeiro dia na Chapada Diamantina resolvi fazer o tour geral pelas redondezas, o Roteiro 1 (Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa, Gruta da Pratinha, Gruta Azul, Morro do Pai Inácio), Mel foi nosso guia. A primeira parada foi no Rio Mucugezinho onde fizemos uma pequena trilha para apreciar a paisagem do rio. Logo, seguimos uns 15 minutos até o Poço do Diabo, uma linda cachoeira, lá foi nosso primeiro banho do dia. A água estava fria mas não congelante como eu imaginava estar e, depois da caminhada no sol, era o que precisava. A cachoeira é grande, uma chuveirada de água transparente. Pra ficar embaixo da queda é fácil, mas as pedras escorregam, então, todo cuidado é bom. Quando me aproximei da queda d’água, tinha uma menina sozinha que me perguntou se era perigoso ali embaixo. Disse que não sabia, que ia checar e se não fosse perigoso a levaria comigo...

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Mel – Guia na Chapada Diamantina

Mel foi o guia do Roteiro 1 e no tour a Igatu na Chapada Diamantina (2013). Filho de garimpeiros, Mel nasceu e cresceu na Chapada e, nas horas vagas, ainda garimpa com seus amigos.

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Sérgio – Guia da Gruta da Lapa Doce

Sérgio foi nosso guia da visita a  Gruta da Lapa Doce, Chapada Diamantina 2013.

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Ayutthaya


Vimos fotos de Ayutthaya em uma revista e decidimos, então, passar um dia na cidade. Declarada como patrimônio mundial da humanidade pela Unesco, a cidade possui diversos templos espalhados pelas margens do rio . Foi, também, capital do reino Sião por 4 séculos. Hoje em dia tem um ambiente tranquilo, longe da correria e estresse de Bangcoc. Sentimos uma atmosfera assim nos restaurantes e hotéis. Aqui a vida vai mais lenta e contemplativa.

Visitamos algumas ruínas. Não todas, pois seria muito cansativo e não assimilaríamos o que estávamos vendo. Foi interessante para aprendermos um pouco sobre os rituais budistas. Ficamos um bom tempo em um templo com imagem de um Buda dourado observando os rituais. Aí estavam presentes vários dos objetos simbólicos deles: a vela, que representa sabedoria do Buda, as flores, sua compaixão e o incenso, a purificação. Também, tinha um pote com palitos que sacudiam até sair um, neste em um número que corresponde a uma mensagem...

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Caranguejo

Casca de caranguejo – Fernando de Norornha, Brasil 2003

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Bonito e Pantanal 2002

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Veja abaixo os posts da viagem por Bonito e Pantanal em 2002

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Jacaré

Jacaré – Refúgio Caiman, Brasil 2002

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