Categoria / Category Lugares viajados

Caiman Refúgio Ecológico


Fiz um passeio (day use) no Refúgio Ecológico Caiman. A grande vantagem é que o grupo era pequeno, uma brasileira, seu marido turco e eu. Começamos por um passeio de canoa para ver jacarés e pássaros. Foi ótimo, pois não tinha o barulho de motor dos barcos convencionais. Podia-se chegar perto dos animais antes que fugissem. Paramos para caminhar um pouco pela mata. Devia ser hora de almoço dos mosquitos, pois estavam com fome. Paramos a canoa na margem do lago onde haviam muitos jacarés, eles nem se moveram, não pareciam interessados em nossa presença. Deviam estar acostumados com turistas.

Depois do almoço, fomos conhecer o projeto da Arara Azul. Saímos em um 4×4 com os biólogos a visitar as árvores onde as araras têm ninhos. Foi interessante para ver o trabalho deles. Nos mostraram as anotações do acompanhamento de cada ave. Todas tinham um nome próprio. Eles sobem na árvore, pegam a arara para examinar, pesar e fazem uma estimativa do dia que começarão a voar...

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Fazenda San Francisco

Fiz um passeio (day use) na fazenda São Francisco. Pela manhã saímos em um caminhão aberto para observar pássaros. Percorremos caminhos na plantação de arroz, uma das maiores da região. Vimos também algumas capivaras e jacarés. Ao final do passeio fizemos uma pequena caminhada pela mata, observamos as marcas de até onde a água chega na época de cheia. Normalmente as chuvas começam no final de novembro mas já estávamos em meados de dezembro e ainda não tinha chovido. Todos reclamavam da falta de chuva. Os únicos felizes com a seca e os dias lindos de sol eram os outros turistas e eu. Voltamos à sede da fazenda para o almoço. Antes de comer, jogamos vôlei na piscina para refrescar. Depois do almoço, sesta nas redes. Vida boa!

Pela tarde o passeio foi de barco. Era vez de ver jacarés e pescar piranha. Quando paramos para pescar, os jacarés se aproximaram do barco. Acho que estavam acostumados a serem alimentados com piranhas...

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Fazenda Baia Grande


Cheguei na fazenda Baia Grande pela manhã e fui recebida por Alexandre, o dono. Ele me mostrou a sede, o estábulo, o pomar, os pássaros… A fazenda está voltada para o turismo rural. Recebe turistas, grande parte estrangeiros, que querem ter uma experiência de vida no campo. Eles dormem na casa da sede. A comida é toda feita em fogão a lenha pelos funcionários da fazenda tentando sempre usar alimentos produzidos por eles mesmos.

Pela manhã caminhei um pouco pela sede e sentei na varanda para conversar com Alexandre. Ao meio dia, chegaram uns turistas holandeses. Comemos a comida típica da região (e do Brasil), arroz, feijão, bife, salada. A sobremesa fez lembrar minha casa: figo em caldas e ambrosia. Descansamos nas redes e à tarde saímos a cavalo.

A cavalgada era para conhecer a fazenda, alimentar o gado, ver a vegetação local. Passamos por uma pequena represa, vimos cabeças de jacaré dentro d’água e uma capivara perto de outra reserva d’água.

Também, vimos pássaro...

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Rio da Prata


A sede do Recanto Ecológico do Rio da Prata fica no município de Jardins, a 54km de Bonito. A viagem era longa para ir de moto-táxi . Por sorte consegui carona com um casal carioca e o filho João. Na sede pegamos o equipamento (roupa de neoprene, botas, máscara e snorkel). Fizemos uma caminhada de uma hora e meia pela mata , contornando o rio. Quase todos os passeios da região têm estas caminhadas, que considero importante pois é quando o guia explica sobre o meio ambiente e dá uma aulinha de consciência ecológica. Vale a pena, pois os lugares são tão bonitos que é preciso preservar.

Chegamos na nascente do Rio Olho D´água onde começamos a flutuação. Voltamos ao ponto de partida pelo rio, sempre seguindo a correnteza. Não precisava nadar nem mexer as pernas, era somente deitar na água e deixar o rio te levasse. O rio era muito limpo e se podia ver uma grande quantidade de peixes, dentre eles os melhores eram os Dourados, que eram enormes, lindos…

Na volta a sede d...

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Rio do Peixe

Chegamos no Rio do Peixe pela manhã e fomos recebidos por seu Moacyr, o proprietário da fazenda. Formamos grupos de umas 12 pessoas e saímos caminhando por uma trilha na mata ciliar. A cada momento parávamos para tomar banhos de cachoeira. O lugar era lindo, águas cristalinas e muita vegetação. O final da trilha foi em um buraco no meio das pedras. Subimos pela trilha e pulamos com a queda d’água. Voltamos uma pequena parte pelo rio.

Na volta, na sede da fazenda, seu Moacyr e sua esposa estavam esperando para o almoço com comida típica da região. O que mais gostei foi a “sopa paraguaia” que não é uma sopa, mas sim uma torta de farinha de milho com queijo, uma delícia. Depois do almoço, o descanso foi em redes de couro produzidas nas redondezas.

Pela tarde seguimos uma outra trilha, passando por algumas cachoeiras e terminamos em uma parte do rio onde havia uma carretilha. Ficamos um bom tempo brincando de pular na água...

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Gruta do Lago Azul e Bonito Aventura

Depois de 24 horas de viagem, cheguei cansada em Bonito. Passei a tarde na piscina do hotel tomando um pouco de sol, algo que pode ser precioso quando se vive na Europa.

No segundo dia pela manhã, fui visitar a Gruta do Lago Azul a 18km da cidade. Peguei um moto-táxi para chegar lá, quem me levou foi Edson. Ao chegar juntei-me a um grupo de estudantes de Dourados (MS). Foi engraçado a curiosidade deles em relação a mim. Acho que todos (um a um) me perguntaram: “moça, de onde você é?” Outros ainda perguntaram: “veio do sul só para fotografar a gruta?” Acho que já estava um pouco desacostumada desta curiosidade brasileira, de pessoas desconhecidas que te abordam e perguntam coisas.

A gruta é linda. Depois de descer uns 400 metros chegamos no lago “azul”. A água é cristalina, pode-se ver cada pedra do fundo. Gostei de observar o suspiro de todos: “Que lindo!”, “É azul mesmo”, “A água é muito limpa!”.

O passeio da tarde foi em Bonito Aventura, uns 4km de distância da cidad...

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Efes

Recomendada por uma amiga alemã, decidi visitar as ruínas de Efes. A cidade mais perto é Selçuk. Dormi uma noite aí e pude perceber que eles estão bem preparados para o turismo. Toda vez que eu perguntava informações nas ruas, eles respondiam com simpatia. Muitos falavam inglês, sinal de que estão acostumados com turistas estrangeiros.

Acordei cedo para conhecer as ruínas. O dia estava feio, nublado… Seria um dia difícil, como fotografar pedras sem volumes e sombras? Dias cinzas sempre me deixam um pouco triste.

Caminhei pelas ruínas sem guia, a cada momento parava e escutava o guia de um grupo de turistas. Algumas vezes ouvia as explicações em inglês, outras em francês ou espanhol, e até um grupo de portugueses encontrei. Brasileiros infelizmente não. Alemão também havia muito mas como não entendo, seguia para encontrar o próximo grupo...

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Pamukkale


Pamukkale é um lugar interessante visualmente, de longe se vê uma montanha branca, como se fosse um topo congelado. São terraços brancos que foram formados por águas termas ricas em bicarbonato de cálcio. Ao escorrer, a água deposita dióxido de carbono no solo. Este vai criando formas brancas incríveis. Cientistas dizem que estes terraços começaram a ser formados uns 14 mil anos atrás. O nome Pamukkale significa castelo de algodão em turco. Para eles a montanha se parece com um grande castelo feito de algodão, para mim parecia gelo, uma montanha congelada.

No mesma lugar há ruínas de uma antiga cidade. Visitei o anfiteatro que fica atrás dos banhos termais. O lugar era meio abandonado, descuidado. Parecia que um pedaço de história havia sido deixado de lado, estava sendo esquecido. Infelizmente não encontrei muita informação sobre esta ruínas.

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Bodrum

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Uma das idéias de vir a Turquia era relaxar numa praia com dias lindos de sol. Escolhi Bodrum para fazer isto. Logo na chegada bateu uma saudade das praias brasileiras com areia fina. Aqui a praia era toda com pedras, não muito confortável para deitar no chão.

Aproveitei um dos dias mergulhando. Fazia mais de um ano que não mergulhava e realmente estava precisando. Mergulhar foi ótimo, não pelo que vi mas pelo fato de estar dentro d’água outra vez. Isto me fez muito feliz. Decidi que não posso mais ficar tanto tempo sem mergulhar, tenho que fazê-lo mais frequentemente. Gostei de ver que no barco haviam vários casais turcos. Não era como em alguns países asiáticos que se vai mergulhar e o barco está 100% cheio de turistas estrangeiros. Tive a sensação de que eles também aproveitam seu país.

No dia seguinte, visitei o castelo que fica na beira do mar, dentro está o museu de arqueologia marinha...

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Istambul


Mais uma vez cheguei de viagem com dor de garganta. Como estava cansada dormi quase toda a manhã e pela tarde saí para conhecer um pouco da cidade. Almocei e custava 7 milhões, percebi que seria difícil acostumar-me com o grande número de zeros nos bilhetes de liras turcas. O garçom do restaurante me disse para ter cuidado e não ser enganada, segundo ele, é comum passar a perna nos turistas que não entendem bem o dinheiro. Perguntei se deveria ter cuidado com ele. Respondeu: “Eu não, me refiro aos outros. Eu sou honesto.”

Visitei a Aya Sofia, uma igreja construída em 532 e que durante anos foi uma das maiores do mundo. Houve épocas em que seus mosaicos foram cobertos pois o Islamismo proibia as imagens. Hoje funciona como um museu. O lugar é impressionante…

Depois fui conhecer o Blue Mosque, uma mesquita construída em princípios do século XVII. Com suas torres e duomos, esta mesquita é a mais famosa de Istambul...

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