Potosí

Gostei da cidade de Potosi, embora algumas pessoas não tivessem me falado muito bem. A arquitetura colonial é marcante no centro da cidade. No primeiro dia fui conhecer a Casa de la Moneda, uma das visitas guiadas mais bem organizadas de toda a viagem. Eles mostram um pouco da pintura colonial e sacra da época. Depois conhecemos como eram feitas as moedas. Desde as primeiras fôrmas, quando todo o trabalho era manual, feito por escravos. O trabalho mecânico, com enormes máquinas puxadas por mulas, e também o processo elétrico com máquinas que funcionavam com motores. No museu, também existe uma sala expondo objetos de estudo de antropólogos e arqueólogos. Pode-se ver múmias, cerâmicas e tapeçaria.

No segundo dia, resolvi conhecer uma das minas do famoso Cerro Rico...

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Guia tour das minas (Potosí – Bolívia)

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Sucre

Na chegada em Sucre, peguei um táxi com mais 3 pessoas para conhecer Tarabuco, a uns 65km de distância. Todo domingo a pequena cidade fica lotada de turistas e visitantes das redondezas aparecem para comprar e passear no mercado. Passamos umas três horas na pequena cidade de grande influência indígena e depois voltamos para Sucre. Acredito que Sucre seja uma das cidades mais ricas da Bolívia. Foi o lugar onde pude perceber um maior número de pessoas de classe média. É, também, onde moravam muitos dos espanhóis que exploravam as minas de Potosí.

Uma das atrações de Sucre é conhecer as pegadas de dinossauros. Estas ficam numa fábrica de cimento. As primeiras marcas foram descobertas há uns 14 anos, mas só começaram a estudar e preservar as pegadas há uns 7 anos . O tour é bem organizando, possui um caminhão que leva as pessoas para ver as pegadas em diferentes partes. O guia explica muito bem o local e fala um ótimo inglês e francês (uma raridade por aqui).

Outro...

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Chacaltaya e Valle de la Luna

Saímos cedo para visitar a famosa montanha Chacaltaya. É a estação de esqui mais alta do mundo (mais de 5000m de altura). No caminho até lá pode-se ver diversas montanhas nevadas e vulcões. Cada um deles tem uma lenda contada pelos índios. Na estação de esqui, estava muito frio e o vento era forte. Uma das companheiras de tour ficou no carro, não quis tentar subir até o topo.

Começamos a subir, lentamente, aos 5270m. Já na metade do caminho, eu não me sentia muito bem, tinha muito frio, um pouco de dor de cabeça e as pernas bambas. Fiquei com medo de escorregar, parei um pouco para fotografar e decidi descer.

Tomei um mate de coca no café da estação de esqui e fiquei apreciando a paisagem. Não tinha ninguém esquiando. Disseram que o tempo não estava bom para esquiar. Depois de uns minutos, o resto do grupo começou a chegar aos poucos. Vários desistiram de subir até o topo.

De lá voltamos para a cidade e seguimos em direção ao Valle de la Luna, um lugar a poucos...

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Copacabana e Lago Titicaca

Depois de várias semanas trancando as estradas para Copacabana, os campesinos resolveram liberar a passagem por 10 dias, em fase de negociação. Cheguei na cidade no final da tarde, larguei a mochila no hotel e fui ver o por do sol no lago Titicaca. Lindo, relaxante…

No dia seguinte, fiz um passeio de barco pelas ilhas. Primeiro visitamos a parte norte da Isla del Sol, 2 horas e meia de barco. Tínhamos 2h para conhecer o local, o que era muito pouco. Teria que caminhar rapidamente até as ruínas, ou aproveitar a paisagem fotografando e não ver tudo. Optei pela segunda opção, não ver tudo.

Dali fomos de barco até a parte central da ilha, onde há um museu etnológico. Completa perda de tempo. O museu não tinha quase nada e ficamos 45 minutos no barco para chegar lá. Depois, mais uma hora de barco até a Isla la Luna. Apenas caminhamos rapidamente até as ruínas, fotografamos e já era hora de voltar. Agora o barco voltaria a parte sul da Isla del Sol...

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Rurrenabaque e Pampas

A viagem até Rurrenabaque foi longa. Primeiro peguei um transporte (ir de pé, apertada, na parte de atrás de uma pick-up) até Yolosa. De lá, um ônibus até Rurre (é como se chama por aqui). Chegamos bem cedo, 5 da manhã, e muita gente ficou dormindo até o dia clarear. Quando acordamos, fomos pegar as mochilas de cima do ônibus e a mochila de um escocês tinha sido roubada. São muitas as histórias de roubos por aqui… Fui para o hotel, tomei banho e um ótimo café da manhã num restaurante perto. Confirmei o tour do dia seguinte e passei o resto do dia sem fazer nada. Estava feliz em estar num lugar quente. Ás vezes o frio daqui cansa.

O tour foi um desastre. Já saímos 2 horas atrasados. Viajamos 4 horas de carro até uma cidadezinha chamada Santa Rosa. Depois de esperar um bom tempo por comida, que não havia para todos, saímos para mais 3 horas de barco no rio Yacuma até o acampamento. O lugar é lindo, pudemos ver vários jacarés na beira do rio. Paramos para banhar-nos...

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Sucuri

Sucuri no pescoço –  Pampas – Bolívia (2001)

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Águia

Águia na cabeça – Cañon de Colca – Peru (2001)

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Bicicleta até Coroico

Já tinha visto na televisão, bem como encontrado com pessoas que fizeram o passeio. Então, resolvi fazer um tour de bicicleta na estrada considerada “a mais perigosa do mundo”, de La Paz até Coroico.

Saímos de La Paz 8:30h da manhã. Fomos de van até um lugar chamado La Cumbre (topo da montanha). Lá pegamos a bicicleta e começamos a “baixar”. Os primeiros quilômetros eram asfaltados e a estrada não muito movimentada, podíamos alcançar grandes velocidades. Alguns dizem que 70 Km por hora, com certeza eu não era um destes…

Paramos para apreciar a paisagem e comer um chocolate, afinal estava muito frio. Em La Cumbre estava nevando e, com o vento frio da velocidade, a sensação era congelante. Subimos um pouco até chegar ao fim do asfalto. Depois, segue um trecho de estrada de chão e muitos tratores e caminhões trabalhando. Um pouco mais adiante, há um “y”, o esquerdo leva a estrada nova que está em construção e o direito, por onde fomos, é a parte mais perigosa...

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La Paz – Cultura

Quando estou viajando e fotografando quase sempre evito cidades grandes. Acho que todas se parecem, não importa em que parte do mundo estão. Nesta viagem estou aproveitando os dias nas grandes cidades para trabalhar no site, sempre tem os melhores Internet Cafés e, também, para fazer programas culturais.

Resolvi conhecer alguns museus, primeiro visitei o Museo de Etnografia y Folklore. Fica num antigo prédio no centro da cidade, mostra algumas culturas indígenas com maquetes, mapas, objetos e vídeos. Possui também uma videoteca onde as pessoas podem ver e comprar os vídeos. Comprei um livro bem interessante sobre as lendas e mitos populares da Bolívia.

O próximo foi o Museo Nacional del Arte, também, no centro e não muito grande. O melhor da visita foi a exposição do trabalho de uma artista plástica boliviana chamada Ines Cordoba. Havia várias salas com seu trabalho que, ao meu ver, os melhores eram os feitos com metal...

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