Munique


Depois do cansaço de Linz, cheguei em Munique e dormi quase todo um dia. Necessitava… Os dias não estavam tão bonitos, chovia muito e já começava a esfriar, percebi que o verão tinha acabado.

Caminhei pelo centro histórico, entrei em lojas e cafés, e acabei, como sempre, em museus. Primeiro visitei o museu da cidade (Stadtmuseum) onde haviam pinturas, desenhos e maquetes que contavam um pouco da história do lugar. Havia uma parte dedicada a instrumentos musicais e ao teatro, aqui se encontrava todo o tipo de marionetes e brinquedos. Gostei de ver, pois não acredito que a gente tenha no Brasil algum museu que mostre este tipo de objetos. A parte de música, por ser um museu pequeno, impressionou-me pela quantidade de instrumentos de outras partes do mundo, como da Ásia, América e África. Cada vez me preocupa mais que o terceiro mundo está ficando sem história e somente os países desenvolvidos é que contam a nossa história.

No mesmo dia visitei, também, o Deutsches Museum, um enorme museu sobre tecnologia. Como sou uma apaixonada pelo mar, comecei pela seção de barcos. Ali havia, em tamanho natural, muitos tipos de embarcações. Vi também modelos de jangada e caballito de totora, nossa cultura sul-americana outra vez representada.

O museu tem uma quantidade de aviões, helicópteros, trens, modelos de construções de pontes, túneis, metrôs. Uma seção de telecomunicações com telefone, telex, satélites, internet. A parte de computação, começa pelas primeiras máquinas mecânicas de fazer cálculos, os primeiros computadores, enormes, e termina nos PCs de hoje.

Para finalizar minha overdose de museus, no meu último dia na cidade, visitei a Pinakothek der Moderne para ver um pouco de arte moderna e contemporânea. O museu estava lotado, era um domingo e todo domingo a entrada é gratuita. Como sempre gostei muito da seção de fotografia. Tive vontade de voltar a fotografar… fotografar de verdade…

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