
Para nosso segundo dia nas montanhas do Atlas tínhamos previsto uma longa caminhada: cerca de 14 Km/4 horas de subida até a passagem ao vale do lado. Depois do café da manhã, pegamos nossas câmaras e partimos.
Começamos nossa caminhada seguindo a estrada principal. Nos arredores de Imlil, além de turistas fazendo trilhas, haviam muitos transeuntes locais envolvidos nas suas tarefas do dia a dia. O cinza das casas fazia com que os tapetes multicolores das lojas se destacassem. Por um tempo, seguimos os passos de um grupo de adolescentes britânicos, mas deixamos eles se adiantarem para não atrapalhar a tranquilidade da nossa caminhada.
Pouco tempo depois, chegamos até um atalho – o leito de um rio seco que iria nos levar até o centro de um pequeno vilarejo. O caminho ficou mais difícil, mas também permitiu conhecer melhor a realidade do povo Berber. Era como se estivéssemos entre bastidores, observando suas vidas acontecerem ante nossos olhos...
Leia Mais... / Read More...

A convite de Mustapha do 

Não sou uma expert em cerveja, sou do vinho, mas quando viajo bebo cerveja. É prático e refrescante. No Japão tomei a Kirin, Sapporo, Yebisu, Asahi… Não saberia dizer minha preferida, as consideradas melhores são a Asahi e Yebisu e a mais popular pareceu ser a Kirin, pois tinha por todo lado. Mas o que me chamou a atenção é que temos algo em comum com os japoneses em temos de cerveja: eles gostam “estupidamente gelada”. Morando na Alemanha já desencanei de querer a cerveja super gelada como no Brasil. No Japão, a cerveja era sempre gelada e muitas vezes traziam também o copo gelado pra servir a cerveja. Lembrei das minhas companheiras baianas de cerveja (Adriana, Yara, Carol), elas adorariam por aqui.




Os toiletes são um ponto de interesse no Japão. Nunca tinha visto nada tão tecnológico e cheio de opções como aqui. Lembro que uma vez na Alemanha, em 2007, vi um vaso que se auto limpava e já achei o máximo. Aqui a coisa é mais intensa. Os vasos todos possuem diversas opções de jatos de água. Alguns tem a legenda em inglês também, mas a grande maioria está só em Japonês. As opções estão entre esquentar o assento, música, jato na parte de trás, já frontal, descarga… O problema as vezes, como na foto acima, é achar qual o botão é a descarga. E quando testei os jatos, depois não sabia como parar, não param automático, tem um botão de stop. E o botão de aquecer o assento, sim que esquenta a bunda. Também não pára automaticamente.
Em matéria de transporte público, Japão ganha de qualquer outro país que já viajei, é eficiente e bem organizado. Os metrôs e trens possuem mapas super explicativos, mostrando cada estação em inglês e em japonês (algumas linhas também em chinês e/ou coreano). Dentro do vagão, em muitos casos, tem um painel eletrônico mostrando as estações a seguir e o tempo a cada uma.




Dubai é uma cidade grande, espalhada e com opções limitadas de transporte. O taxi é caro e as diferentes atrações são muito longes. Portanto, a melhor opção de conhecer o lugar é pegando um tour Hop-On Hop-Off Assim, você tem a liberdade de parar o tempo que quiser em qualquer lugar sem ter que depender de um grupo ou seguir alguém carregando um guarda-chuvas. Minha escolha foi pelo
Social Profiles