Blog Archives

Unpacked: Travel disaster stories

O livro, editado pela famosa marca de guias de viagens, é uma coleção de pequenas histórias cômicas e trágicas de viagens que deram “errado”, as famosas “roubadas” que entramos. Ao ler o livro, fiquei pensando nos momentos difíceis que passei em viagens. Tive alguns bem complicados, dariam boas histórias para o livro, principalmente os que envolvem exército, controle em aeroporto/fronteiras e ficar doente sozinha num país estranho…

Unpacked não fala de desastres como o título diz, mas sim, nos mostra um pouco destes apertos que todos passamos em uma viagem ou outra. O livro nos leva a rafting por Alasca, trekking em Madagascar, viagem de trem na Índia e ano novo em Borneo. Acredito que sejam estas aventuras, as coisas que não planejamos, os inconvenientes e surpresas que nos testam e nos identificam como viajantes e não somente como turistas.

Em Inglês: Unpacked: Travel disaster stories by Tony Wheeler and other Lonely Planet authors (Lonely Planet Publications:...

Leia Mais... / Read More...

Efes

Recomendada por uma amiga alemã, decidi visitar as ruínas de Efes. A cidade mais perto é Selçuk. Dormi uma noite aí e pude perceber que eles estão bem preparados para o turismo. Toda vez que eu perguntava informações nas ruas, eles respondiam com simpatia. Muitos falavam inglês, sinal de que estão acostumados com turistas estrangeiros.

Acordei cedo para conhecer as ruínas. O dia estava feio, nublado… Seria um dia difícil, como fotografar pedras sem volumes e sombras? Dias cinzas sempre me deixam um pouco triste.

Caminhei pelas ruínas sem guia, a cada momento parava e escutava o guia de um grupo de turistas. Algumas vezes ouvia as explicações em inglês, outras em francês ou espanhol, e até um grupo de portugueses encontrei. Brasileiros infelizmente não. Alemão também havia muito mas como não entendo, seguia para encontrar o próximo grupo...

Leia Mais... / Read More...

Pamukkale


Pamukkale é um lugar interessante visualmente, de longe se vê uma montanha branca, como se fosse um topo congelado. São terraços brancos que foram formados por águas termas ricas em bicarbonato de cálcio. Ao escorrer, a água deposita dióxido de carbono no solo. Este vai criando formas brancas incríveis. Cientistas dizem que estes terraços começaram a ser formados uns 14 mil anos atrás. O nome Pamukkale significa castelo de algodão em turco. Para eles a montanha se parece com um grande castelo feito de algodão, para mim parecia gelo, uma montanha congelada.

No mesma lugar há ruínas de uma antiga cidade. Visitei o anfiteatro que fica atrás dos banhos termais. O lugar era meio abandonado, descuidado. Parecia que um pedaço de história havia sido deixado de lado, estava sendo esquecido. Infelizmente não encontrei muita informação sobre esta ruínas.

Leia Mais... / Read More...

Bodrum

merg05

Uma das idéias de vir a Turquia era relaxar numa praia com dias lindos de sol. Escolhi Bodrum para fazer isto. Logo na chegada bateu uma saudade das praias brasileiras com areia fina. Aqui a praia era toda com pedras, não muito confortável para deitar no chão.

Aproveitei um dos dias mergulhando. Fazia mais de um ano que não mergulhava e realmente estava precisando. Mergulhar foi ótimo, não pelo que vi mas pelo fato de estar dentro d’água outra vez. Isto me fez muito feliz. Decidi que não posso mais ficar tanto tempo sem mergulhar, tenho que fazê-lo mais frequentemente. Gostei de ver que no barco haviam vários casais turcos. Não era como em alguns países asiáticos que se vai mergulhar e o barco está 100% cheio de turistas estrangeiros. Tive a sensação de que eles também aproveitam seu país.

No dia seguinte, visitei o castelo que fica na beira do mar, dentro está o museu de arqueologia marinha...

Leia Mais... / Read More...

Istambul


Mais uma vez cheguei de viagem com dor de garganta. Como estava cansada dormi quase toda a manhã e pela tarde saí para conhecer um pouco da cidade. Almocei e custava 7 milhões, percebi que seria difícil acostumar-me com o grande número de zeros nos bilhetes de liras turcas. O garçom do restaurante me disse para ter cuidado e não ser enganada, segundo ele, é comum passar a perna nos turistas que não entendem bem o dinheiro. Perguntei se deveria ter cuidado com ele. Respondeu: “Eu não, me refiro aos outros. Eu sou honesto.”

Visitei a Aya Sofia, uma igreja construída em 532 e que durante anos foi uma das maiores do mundo. Houve épocas em que seus mosaicos foram cobertos pois o Islamismo proibia as imagens. Hoje funciona como um museu. O lugar é impressionante…

Depois fui conhecer o Blue Mosque, uma mesquita construída em princípios do século XVII. Com suas torres e duomos, esta mesquita é a mais famosa de Istambul...

Leia Mais... / Read More...

Gallipoli/Gelibolu

Fui convidada por uma agência para fazer um tour a Gallipoli (Gelibolu em turco), eu iria com mais duas australianas. Saímos cedo pela manhã já que o lugar é longe. Depois de umas duas horas de viagem paramos para um café e seguimos mais uma hora até Gallipoli. Paramos rapidamente na pequena cidade, vimos o porto e seguimos viagem para visitar o museu da guerra.

Esta área é conhecida como um bom lugar de defesa da Turquia, é uma península de onde se regula a entrada de barcos. O evento histórico mais importante foi durante a primeira guerra mundial quando os ingleses enviaram tropas Australianas e Neozelandesas (Anzac – Australian and New Zeland Army Corps. Ao desembarcar no lugar errado, estes foram massacrados pelos turcos que esperavam no alto da colina.
Para mim o mais interessante daqui é a quantidade de monumentos, cemitérios e museus comemorativos da primeira guerra. A cada 10 ou 20 km há um monumento explicando um pouco da guerra...

Leia Mais... / Read More...

Budapeste

Cheguei na estação de trem no final da tarde, parecia chegando no centro de São Paulo. Desci na parte subterrânea para tentar trocar dinheiro. O lugar era sujo, vendedores ambulantes, muita gente com pressa, outros com cara de suspeitos observando. A polícia estava um pouco ativa, acho que tinha acontecido algum roubo momentos antes, pois estavam caminhando de um lado para outro, inquietos. Fui para o albergue mais perto que encontrei. Era um pouco bagunçado e sujo. Estava cansada para tentar encontrar outro lugar.

O dia seguinte estava nublado e chuviscando. Caminhei por quase toda a cidade, umas 6 horas. Comecei dando uma volta por “Pest”, a basílica, centro comercial, atravessei a ponte e caminhei no lado “Buda” contornando o rio. Depois, visitei alguns banhos turcos. A cidade me pareceu muito bonita mas apagada, suja. Faltava um certo brilho, talvez pelo fato de estar um dia bem cinza...

Leia Mais... / Read More...

Bratislava

A visita a Bratislava foi rápida, somente dois dias mas já pude ter uma noção do lugar. Gostei pois não haviam tantos turistas. O centro antigo é pequeno, cheio de restaurantes e bares. Caminhei pelas pequenas ruas, mas os dias estavam nublados, não pude fotografar muito. Ao mesmo tempo, achei as pessoas hospitaleiras. Falavam sorrindo, parecia que estavam satisfeitas com os turistas. Um dia não tinha moeda para pagar o trem e uma garota pagou para mim, não quis aceitar meu dinheiro.

Ao lado do Danúbio está o antigo castelo. É bem mais modesto que o de Praga mas se tem uma ótima vista da cidade. Aqui sim pude ter uma idéia da Eslováquia comunista. Do alto do morro onde fica o castelo se pode ver quase toda a cidade. Dá para “apreciar” os edifícios todos iguais do outro lado do rio. São muitos, vários retângulos iguais, parecem até de brinquedo pelo simetrismo.

Fiquei pouco tempo mas gostei da cidade. Parece que deu para sentir um pouco o lugar...

Leia Mais... / Read More...

Viena e arredores

viena
Decidi ir a Viena para visitar uma prima, Lúcia, que está fazendo pós-doutorado. Na chegada, ela me sugeriu o passeio do dia seguinte, ir em bicicleta pelos pequenos povoados perto de Viena. Parecia que tinha lido meus pensamentos, estava cansada de cidade, de gente, de monumentos, de museus, seria maravilhoso passar um dia andando de bicicleta perto da natureza.

De Viena pegamos um trem até Tulln onde encontramos com suas colegas de trabalho e pegamos as bicicletas. De lá fomos em trem até Melk. Pedalamos até Spitz onde paramos para almoçar. Depois seguimos a Krems, passamos por pequenas vilas, por vinheiros, por árvores de maçã, ameixa, damasco… No caminho paramos em Dürstein para apreciar a paisagem. Terminamos o passeio em Hadersdorf, num Heuriger, onde tomamos um vinho local. Foi incrível ver como eles estão preparados para ciclismo. Há estradas de bicicleta por toda Áustria...

Leia Mais... / Read More...

Praga

praga
A minha visita a Praga foi um pouco decepcionante. Tinha ouvido muitas histórias de amigos que visitaram a cidade anos atrás. Já na chegada na estação de trem vi que a cidade tinha mudado, as placas estavam todas em checo e inglês: já estavam preparados para o turismo.

Nos três dias que passei na cidade me impressionou o número de turistas, eram ônibus e mais ônibus de turismo. Caminhando pela cidade todo o tempo encontrava com grupos enormes de japoneses, americanos, italianos, espanhóis e brasileiros. Havia horas que se via mais de duzentas pessoas na frente do relógio astronômico.

Quase todos os restaurantes tinha o cardápio em inglês e checo, alguns até em 4 ou 5 idiomas. Os preços também eram diferentes para turistas. Caminhar pelas ruas do castelo também estava claustrofóbico, grupos de turistas por toda a parte. Acho que é um dos lugares mais turísticos que visitei em minha vida, e já viajei por uns 30 países...

Leia Mais... / Read More...