Helsinque

Chegamos em Helsinque num dia chuvoso, cinza. Caminhamos um pouco pelo centro da cidade, paramos num café para comer algo e fui a minhas palestras do ISEA2004. Minha mãe ficou passeando pelo centro e fotografando. No final da tarde, era a inauguração da exposição da ISEA no Kiasma (Museu de Arte Contemporânea). Ai encontramos meus amigos espanhóis que estavam exibindo uma obra e mostrei a minha mãe um pouco de arte eletrônica. Os dias seguintes foram um mescla de ir a palestras e caminhadas para conhecer a cidade. Sempre que havia sol dava uma escapada da conferencia para fotografar e caminhar pelos pontos turísticos.

A cidade é organizada e ao mesmo tempo fria. Dá sempre a impressão de que está faltando algo. Segundo minha mãe, é porque faltava um centro histórico pequeno como em outras cidades da Europa. Em Helsinque tudo era amplo e não dava a sensação de um lugar aconchegante.

Uma coisa que nos chamou a atenção foi o enorme número de cabeleireiros pela cidade. Haviam quadras que tinha uns 4 ou 5. Arrumar o cabelo parece ser algo importante na cultura local. Se viu todo o tipo de cores, penteados e cortes de cabelo. Embora a quantidade de cabeleireiros fosse grande, não estavam vazios.

Na tarde do terceiro dia, apresentei meu trabalho no congresso. Fiquei aliviada, pois o congresso tinha terminado. Agora era só aproveitar a viagem. Pra recompensar, o dia estava ensolarado e fomos caminhar no porto. Parecia ser um lugar popular da cidade para comer um cachorro-quente ou sorvete e ficar vendo os barcos chegarem e partirem.

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