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Chapada Diamantina – Roteiro 1

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Logo no primeiro dia na Chapada Diamantina resolvi fazer o tour geral pelas redondezas, o Roteiro 1 (Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa, Gruta da Pratinha, Gruta Azul, Morro do Pai Inácio), Mel foi nosso guia. A primeira parada foi no Rio Mucugezinho onde fizemos uma pequena trilha para apreciar a paisagem do rio. Logo, seguimos uns 15 minutos até o Poço do Diabo, uma linda cachoeira, lá foi nosso primeiro banho do dia. A água estava fria mas não congelante como eu imaginava estar e, depois da caminhada no sol, era o que precisava. A cachoeira é grande, uma chuveirada de água transparente. Pra ficar embaixo da queda é fácil, mas as pedras escorregam, então, todo cuidado é bom. Quando me aproximei da queda d’água, tinha uma menina sozinha que me perguntou se era perigoso ali embaixo. Disse que não sabia, que ia checar e se não fosse perigoso a levaria comigo...

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Chapada Diamantina

Fotos Arquivo Karla BrunetA Chapada da Diamantina é um dos grandes destinos de turismo ecológico no Brasil, me lembra um pouco Bonito (MS) ou Brotas (SP), talvez pelas cachoeiras.  Em termos de turismo ecológico acho que Brasil não perde para país nenhum, em geral, lugares como estes são organizados, as pousadas decentes, as pessoas amáveis e os passeios bem estruturados. Tenho orgulho destes nossos lugares de turismo ecológico, não são tão bagunçados como na Bolívia (Pampas) ou Equador (Rio Bamba) mas também não são ultra organizados que parecem Disneylândia como na Austrália. E o mais importante, existe sempre, nem que aparente, uma preocupação ecológica em preservar o lugar.

Esta não é minha primeira vez na Chapada Diamantina e nem será a última. A primeira vez foi em 2007 que fiz uma viagem ao Capão com o grupo do Yoga e, na volta, parei em Lençóis e fiquei uns dias a mais conhecendo a região. Depois, retornei a Chapada algumas outras vezes...

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Praia de Pipa


Chegando em Pipa, fui bem recebida pelo pessoal do hotel que me mostrou uma trilha para chegar à Praia do Amor. Caminhei até a praia e parei numa barraca. O dia estava lindo, sol, mar, praia, suco de frutas… Fiquei um bom tempo ali já que meu joelho estava doendo e inchado. Depois, segui caminho pela Praia dos Afogados até o Chapadão e, de lá, até a cidade, onde comi olhando o mar.

No segundo dia, saí de manhã cedo para caminhar até Tibau do Sul. No hotel, tinha visto a tabela da maré daquele dia e teria muito tempo até que enchesse e eu não pudesse passar. Comecei a caminhada na Praia Principal. Como era cedo, não tinha muita gente, estavam todos acordando aos poucos. Havia alguns pescadores e pais com crianças pequenas. Mais adiante encontrei um grupo jogando futebol na praia, eram times organizados e uniformizados. Eles aproveitam a maré baixa para fazer um campo de futebol na areia molhada.

Segui caminho passando por algumas pessoas também caminhando, outros fazend...

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Fernando de Noronha

Era a segunda vez que visitava a ilha. Para lembrar de tudo, fiz um passeio de buggy com Cinara, Carlos Alberto e José Carlos, que conheci no avião. O guia, Bruno, mostrou os principais pontos da ilha. Começamos pela ponta chamada AirFrance, que, segundo Bruno, foi o local onde aterrizou um avião da empresa. Nas proximidades, visitamos o “Buraco da Raquel” e “Enseada da Caieira”. Seguimos para a Baia do Sueste, onde fizemos mergulho livre. Este é o lugar conhecido por ter tartarugas, além de vários peixes pequenos. Vimos 3 tartarugas. Já voltando a praia, o guia me cutucou para mostrar um pequeno tubarão que estava a nosso lado. Quando olhei, ele já se ia.

Depois do banho de mar, caminhamos nas trilhas da Baia dos Golfinhos, Baia do Sancho e Baia dos Porcos. Lá de cima se tem uma vista maravilhosa das ilhas Dois Irmãos, cartão postal da ilha. Como estava muito quente, era hora de entrar na água outra vez. Seguimos, então, para Praia de Atalaia...

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Saída de bicicleta de Barcelona Ripoll – Olot – Girona


Decidi fazer um passeio de bicicleta organizado por Carles dos Amics de la bici. Saímos de Barcelona pela manhã de sábado. Tomamos o trem até Ripoll, onde começamos o passeio. Na chegada, na estação estava Albert nos esperando com panos brancos para fazermos uma bandeira pela paz. Fizemos as bandeiras e colocamos na bicicleta.

O caminho de bicicleta foi construído em uma antiga trilha de trem. Depois de uns 10 km paramos em uma antiga estação de trem em Sant Joan de les Abadesses para juntar o grupo. Entramos na cidade para conhecer o centro histórico e comer coca (como um pão doce típico daqui). Alguns quilômetros mais e era hora do almoço. Piquenique na grama. Uma delícia!

Seguimos em direção a Olot parando algumas vezes para juntar o grupo. O começo foi de subida, depois muitos quilômetros de descida e plano, sem muito esforço, só observar a paisagem. Na chegada em Olot, visitamos a área de um antigo vulcão. Podia-se ver as pedras vulcânicas ao redor.

Deixa...

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Aparados da Serra: Itainbezinho, trilha do Rio do Boi e Fortaleza

Com o carro emprestado de minha irmã (Karina) e mais duas amigas Janet (que vinha de São Paulo passar o ano novo no sul) e Cristiana (prima de Santa Maria) fiz uma pequena viagem de 3 dias pelos Aparados da Serra. Começamos por Praia Grande em Santa Catarina, uns 30km de Torres. Deixamos as coisas no hotel e fomos procurar um tour para a trilha do Rio do Boi. Reservamos para o dia seguinte, pois não haviam guias para o mesmo dia. Dirigimos, então, até a entrada do Parque Nacional Aparados da Serra. A estrada não era das melhores, muita pedra solta. Pobre carro novo da Karina. O parque tem uma sede com banheiro e informações turísticas. Fizemos a caminhada para ver o Itaimbezinho, o cânion mais famoso da região. O calor de dezembro era forte mas a caminhada não tão longa, não cansamos. O lugar é lindo, um cânion enorme e várias araucárias ao redor.

O segundo dia foi a trilha do Rio do Boi, eram umas seis horas de caminhada pelo rio...

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Rio do Peixe

Chegamos no Rio do Peixe pela manhã e fomos recebidos por seu Moacyr, o proprietário da fazenda. Formamos grupos de umas 12 pessoas e saímos caminhando por uma trilha na mata ciliar. A cada momento parávamos para tomar banhos de cachoeira. O lugar era lindo, águas cristalinas e muita vegetação. O final da trilha foi em um buraco no meio das pedras. Subimos pela trilha e pulamos com a queda d’água. Voltamos uma pequena parte pelo rio.

Na volta, na sede da fazenda, seu Moacyr e sua esposa estavam esperando para o almoço com comida típica da região. O que mais gostei foi a “sopa paraguaia” que não é uma sopa, mas sim uma torta de farinha de milho com queijo, uma delícia. Depois do almoço, o descanso foi em redes de couro produzidas nas redondezas.

Pela tarde seguimos uma outra trilha, passando por algumas cachoeiras e terminamos em uma parte do rio onde havia uma carretilha. Ficamos um bom tempo brincando de pular na água...

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Trilha Inca

Hoje em dia não se pode mais fazer a Trilha Inca sem um guia certificado, o que acho bom. Isso regulariza um pouco o turismo do local, dá trabalho aos peruanos que estudaram para ser guia e evita que qualquer turista fique sujando a trilha com lixo e comida.

Decidi fazer a trilha com um grupo organizado por uma agência de Cusco. No primeiro dia, foram me buscar no hotel já quase às 7h da manhã. Depois de pegar todos os turistas, paramos para buscar os carregadores, comida, ticket de trem, o que foi bem enrolado. Mas, pelo que me contaram, todos os grupos são assim. No caminho até o km 82, onde começaríamos a caminhada, paramos para tomar café em Urubamba. Era a mesma estrada do tour ao Vale Sagrado.

Chegamos ao começo da trilha já ao meio dia. Havia um número grande de grupos e mochileiros chegando ao mesmo tempo. Caminhamos uma hora e meia até o local de almoço. O dia estava ensolarado e, então, sentamos na grama pra comer...

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