Categoria / Category Brasil

Igatu, Poço Azul e Donana

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Um dos lugares que não conhecia da Chapada é Xique-Xique do Igatu, um povoado de garimpeiros perto do parque nacional. Já tinha ouvido falar da famosa estrada que leva a Igatu, toda de pedras, construída pelos próprios garimpeiros. E sim, é impressionante. A palavra Iguatu vem do tupi,  “ig” ou “i”, significa água e “catu”, significa bom/boa e xique-xique é o cactos.

Nossa primeira parada do dia foi no Poço Azul, outra linda caverna com água totalmente transparente que, pela luz que reflete, parece azul. Para apreciar a magia do lugar é importante fazer snorkel, sentir a água e o eco da caverna. Como era feriado de carnaval, havia uma grande espera para o snorkel, resolvemos, então, seguir nossa rota. Eu já tinha experimentado o mergulho em 2007 quando estive pela primeira vez na Chapada.

Em Xique-Xique do Igatu, depois da subida lentamente pela estrada de pedras, visitamos um pequeno centro cultural onde tinha uma exposição de fotografia e esculturas e fomos conhecer a...

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Chapada Diamantina – Roteiro 1

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Logo no primeiro dia na Chapada Diamantina resolvi fazer o tour geral pelas redondezas, o Roteiro 1 (Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa, Gruta da Pratinha, Gruta Azul, Morro do Pai Inácio), Mel foi nosso guia. A primeira parada foi no Rio Mucugezinho onde fizemos uma pequena trilha para apreciar a paisagem do rio. Logo, seguimos uns 15 minutos até o Poço do Diabo, uma linda cachoeira, lá foi nosso primeiro banho do dia. A água estava fria mas não congelante como eu imaginava estar e, depois da caminhada no sol, era o que precisava. A cachoeira é grande, uma chuveirada de água transparente. Pra ficar embaixo da queda é fácil, mas as pedras escorregam, então, todo cuidado é bom. Quando me aproximei da queda d’água, tinha uma menina sozinha que me perguntou se era perigoso ali embaixo. Disse que não sabia, que ia checar e se não fosse perigoso a levaria comigo...

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Mel – Guia na Chapada Diamantina

Mel foi o guia do Roteiro 1 e no tour a Igatu na Chapada Diamantina (2013). Filho de garimpeiros, Mel nasceu e cresceu na Chapada e, nas horas vagas, ainda garimpa com seus amigos.

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Dairone – Guia do passeio por Marimbus

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Com Dairone, nosso guia do passeio por Marimbus.

Dairone nasceu e cresceu na Chapada Diamantina e é um apaixonado por aventura e natureza. Durante o passeio, nos contou um pouco de suas aventuras pela região fazendo motocross e bicicross .

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Chapada Diamantina

Fotos Arquivo Karla BrunetA Chapada da Diamantina é um dos grandes destinos de turismo ecológico no Brasil, me lembra um pouco Bonito (MS) ou Brotas (SP), talvez pelas cachoeiras.  Em termos de turismo ecológico acho que Brasil não perde para país nenhum, em geral, lugares como estes são organizados, as pousadas decentes, as pessoas amáveis e os passeios bem estruturados. Tenho orgulho destes nossos lugares de turismo ecológico, não são tão bagunçados como na Bolívia (Pampas) ou Equador (Rio Bamba) mas também não são ultra organizados que parecem Disneylândia como na Austrália. E o mais importante, existe sempre, nem que aparente, uma preocupação ecológica em preservar o lugar.

Esta não é minha primeira vez na Chapada Diamantina e nem será a última. A primeira vez foi em 2007 que fiz uma viagem ao Capão com o grupo do Yoga e, na volta, parei em Lençóis e fiquei uns dias a mais conhecendo a região. Depois, retornei a Chapada algumas outras vezes...

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Sérgio – Guia da Gruta da Lapa Doce

Sérgio foi nosso guia da visita a  Gruta da Lapa Doce, Chapada Diamantina 2013.

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Fortaleza


A primeira coisa que fiz em Fortaleza foi passear pela feira de artesanato em Meireles. Começa no final da tarde e, com barraquinhas e turistas, movimenta a noite da praia. Fui para ver redes, camisetas, bonecos, castanhas, cachaças, doces e comi um acarajé com vatapá feito por uma baiana a rigor. Fui caminhando até o Centro Dragão do Mar, um complexo cultural com cinemas, teatro, casa de shows, bares e restaurantes no centro da cidade. O lugar estava lotado, parecia ser das melhores opções para o sábado a noite.

Domingo pela manhã, saí numa caminhada para conhecer as praias. Comecei em Meireles, como era cedo não havia muita gente ainda. Conversei com os vendedores que estavam montando suas barraquinhas. Um vendedor veio conversar comigo porque queria que eu fizesse fotos dele. De Meireles fui, pela orla, até Iracema e centro, onde encontrei com Marcelo que tinha conhecido em Jericoacoara. A idéia era ir até Cumbuco, tinha escutado que a praia era muito bonita...

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Canoa Quebrada


Cheguei em Canoa Quebrada bem cansada, pois havia passado a noite em um ônibus vindo de Jericoacoara e parte da manhã em outro até Canoa. Comi algo na cidade e fui para o hotel colocar biquini, quando não resisti a cama e dormi algumas horas.

Pela tarde, fui a praia, caminhei um pouco e voltei para sentar numa barraca, comer peixe, tomar sucos e entrar no mar. Ali todos pareciam relaxados, uns conversando, outros lendo, dormindo ou tomando banho de sol. Para mim foi maravilhoso, estava cansada, pois fazia dias que caminhava muito e meu joelho sempre doía. Era ótimo descansar um pouco e estar a volta de pessoas descansadas…

Pela noite, caminhei um pouco pela cidade buscando um lugar para jantar. Todos pareciam agradável, o que tornou a escolha difícil. Acabei comendo comida italiana já que na praia tem muitos italianos (turistas e moradores), ou seja, uma grande possibilidade da comida ser boa. Massa com frutos do mar, estava uma delícia...

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Jericoacoara

A chegada em Jericoacoara é divertida, de Jijoca ou Preá se pega um caminhão/jardineira para atravessar as dunas. Chegamos no final da tarde, e como todos tinham me recomendado, fui ver o pôr do sol.

No meu primeiro dia, acordei cedo para caminhar na praia, não havia quase ninguém. Encontrei, por acaso, Marcelo (paulista que tinha conhecido na jardineira) e contratamos um guia, Nilson, para fazer uma caminhada até a pedra furada. No caminho paramos para ver uma piscina em forma de peixe, tomamos banho eu outra piscina no meio das pedras e visitamos cavernas até chegarmos à pedra furada, cartão postal de Jericoacoara. A volta foi pelo topo das dunas para podermos ter uma vista geral da zona e de toda a cidade. Pela tarde, ficamos comendo peixe, tomando sucos, cerveja e banhos de mar.

O segundo dia fiz um tour em 4×4 pelas lagoas da região. Fomos pela praia até Preá, passamos por gente fazendo kite surf e a vila de pescadores...

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Praia de Pipa


Chegando em Pipa, fui bem recebida pelo pessoal do hotel que me mostrou uma trilha para chegar à Praia do Amor. Caminhei até a praia e parei numa barraca. O dia estava lindo, sol, mar, praia, suco de frutas… Fiquei um bom tempo ali já que meu joelho estava doendo e inchado. Depois, segui caminho pela Praia dos Afogados até o Chapadão e, de lá, até a cidade, onde comi olhando o mar.

No segundo dia, saí de manhã cedo para caminhar até Tibau do Sul. No hotel, tinha visto a tabela da maré daquele dia e teria muito tempo até que enchesse e eu não pudesse passar. Comecei a caminhada na Praia Principal. Como era cedo, não tinha muita gente, estavam todos acordando aos poucos. Havia alguns pescadores e pais com crianças pequenas. Mais adiante encontrei um grupo jogando futebol na praia, eram times organizados e uniformizados. Eles aproveitam a maré baixa para fazer um campo de futebol na areia molhada.

Segui caminho passando por algumas pessoas também caminhando, outros fazend...

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