Categoria / Category Brasil

Expedição Canoa Polinésia Península de Maraú

No final de novembro, resolvi encarar uma expedição de remo na Península de Maraú. Era uma forma de estar ao ar livre depois de tanto tempo trancada em casa pela pandemia. Como fui voluntária da vacina da Pfizer e fiz o teste sorológico, estava imunizada e pronta para novas aventuras. Nunca fiquei tantos meses na minha vida sem viajar. Sem viagens de trabalho, sem viagens de aventura…

A Expedição Canoa Polinésia Península de Maraú foi organizada por @mutahoevaaclube @marbosi e tinha como ponto de partida a Praia de Barra Grande, em Maraú. Foram 3 dias de muita remada, conhecendo gente interessante, esportistas de outros lugares do Brasil, com uma vibe alegre e de companheirismo.

O primeiro dia remamos até a cachoeira de Tremembé, foi o dia mais longo, mais de 80km de remada. Como era revezamento, somei as vezes que estive na canoa e remei uns 40 e poucos quilômetros. Um desafio para quem ficou mais de um ano sem remar e só tinha voltado à canoa no mês anterior...

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Trilha de 3 dias no Vale do Pati

Já tinha visitado a Chapada Diamantina umas 7 vezes mas nunca fiz a trilha do Vale do Pati, desta vez, resolvi encarar. Iria com uma amiga que não pode fazer a trilha por motivos de trabalho, portanto, parti sozinha com o guia. Nosso plano era entrar pelo Guiné, ir no Morro do Castelo no segundo dia e terceiro dia sair pelo Vale do Capão.

Eu estava um pouco apreensiva pois, ultimamente, meu joelho direito andava doendo, mas nada muito forte. Então, conversei com o guia André (Chapada Soul) para irmos num ritmo lento. Como eu era a única pessoa do grupo, o ritmo seria o meu mesmo. Perfeito.

Subimos uma trilha um pouco íngreme até uma planície onde caminhamos em direção ao mirante. No caminho, cruzamos um pequeno rio que estava meio seco, não nos motivou tomar um banho. Depois, chegamos no famoso Mirante do Vale do Pati, lugar incrível, rodeado de vales e montanhas...

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Chapada Diamantina – Mucugê e Poço Azul

Nosso guia/motorista passou cedo para nos pegar para o tour Roteiro V da Cirtur. Fomos de carro até nossa primeira parada, o Projeto Sempre-Viva e Cachoeira do Tiburtino. Antes de visitarmos o museu do projeto descemos pela trilha em direção a cachoeira. O caminho era estreito, pedregoso e cercado da flora característica da região, principalmente cactos e orquídeas. No caminho paramos para conhecer um casa típica de garimpeiros da chapada, as ferramentas e materiais usados no garimpo de diamante. Depois de uns trinta minutos de trilha fomos recompensados com uma grande cachoeira a nossa frente. O rio descia pelo terreno rochoso acompanhando a declividade em alta velocidade formando no final várias cachoeiras. A água estava fria por causa da época do ano e tinha uma coloração escuro avermelhada mas era bastante relaxante. Ficamos mergulhando e massageando nossas costas aproveitando a força das cachoeiras…

Em seguida do banho de cachoeira, subimos de volta pela trilha para c...

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Canoa Havaiana – de Salvador até Itacaré

Karamuru Hoe Race from Karla Brunet on Vimeo.

O clube de canoa havaiana – Canoa Bahia – que faço parte decidiu fazer uma expedição piloto para uma race de canoa de 3 dias, saindo de Salvador até Itacaré. Não sou uma pessoa com perfil competitivo nem tenho a dedicação de quem participa de competições, mas como era somente nós do clube, uma versão piloto, resolvi encarar o desafio. Fiz um treino especial na academia para ter mais resistência e poder aguentar os 3 dias de remo forte.

A experiência foi incrível. Estava com medo do revezamento pois tinha ficado machucada (com roxos enormes) no treinamento. Entretanto, deu tudo certo, não fiquei mal. A paisagem era linda. Cruzar a Baia de Todos os Santos, chegar em Morro de São Paulo, sair cedo de Morro para Barra Grande, o mar aberto, as ondas, o azul…  Lindo.

No último dia, saímos com mar agitado de Barra Grande, eu estava no barco de apoio e quando comecei a passar mal foi que me dei conta que tinha esquecido de tomar o...

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Carnaval 2018: bike e remo

Depois de ter curtido alguns dias de pré-carnaval em Salvador – Palhaços no Rio Vermelho, De Hoje a 8 com os amigos do Canoa Bahia e Gravata Doida no Santo Antônio – resolvemos fugir da cidade na sexta e voltar na terça. Lugar escolhido: Imbassaí. É perto, não teria muito trânsito e é um escape para a natureza. Alugamos um chalé longe do centrinho da praia e com uma piscina linda rodeada de verde e pássaros.

O primeiro dia foi relax, só lendo na praia. Eu, terminei de ler “Cem Dias Entre Ceu e Mar” de Amyr Klink e Marcelo, leu “Os Robôs Vão Roubar Seu Trabalho, Mas Tudo Bem” de Federico Pistono. Já no segundo dia resolvemos mexer o corpo e pedalamos até a Praia do Forte pelo asfalto. Acordamos tarde, portanto, saímos no pior horário, 10.3oh da manhã. Foram 29km ida e volta. A estrada estava muito movimentada, carros dos dois lados sem parar um minuto. Um alívio chegar na Praia do Forte, tomar um segundo café da manhã e voltar...

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Documentário Expedição Pará – Canoas Havaianas pelo Rio Amazonas

Em 2017, participei de uma expedição de canoa havaiana pelo rio Amazonas. Foram 10 dias remando, 11 dias dormindo em rede, trilhas, rio, comunidade ribeirinha…

Abaixo, coloco um documentário que a TV local (TV Liberal) produziu sobre a expedição.

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Expedição Rio Amazonas 360º

Coloco aqui um vídeo 360º que fiz na Expedição Rio Amazonas.
A expedição, organizada pela Canoa Paidégua,  foi realizada em canoa havaiana de Santarém até Belém, em julho de 2017.

RioAmazonas360 from Karla Brunet on Vimeo.

Abaixo, um mapa do percurso criado pelos organizadores do evento.

 

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Cicloturismo: Itaparica – Salinas da Margarida

  • 1º dia: Bom Despacho – Salinas da Margarida 61 km
  • 2º dia: Salinas da Margarida – Barra do Paraguaçu 36.58 km gpx

Cicloturismo: Itaparica – Salinas da Margarida – Barra do Paraguaçu from Karla Brunet on Vimeo.

Como eu gostei muito da experiência da viagem de Mangue Seco – Praia do Forte organizada por Lúcia Saraiva dos Amigos de Bike , resolvi encarar mais uma cicloviagem com eles, desta vez Itaparica e Salinas da Margarida. Acordamos muito cedo para encontrar no ferry para Itaparica às 6h. Chegamos em Bom Despacho e fizermos a pausa para um café da manhã com direito a suco de laranja e misto quente e encaramos a estrada.

Fomos pelo acostamento da estrada BA01, achei tranquilo, confortável para pedalar. Agora, quando tinha alguma subidinha, eu ficava pra trás. Todos me passavam e seguiam lá na frente. Lúcia escalou um senhor do grupo para me acompanhar, não me deixar sozinha para trás...

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Cicloturismo: Mangue Seco – Praia do Forte

  • 1º dia: Mangue Seco – Sítio do Conde 52.51 km
  • 2º dia: Sítio do Conde – Baixio 32.69 km
  • 3º dia: Baixio – Porto de Sauipe 40.93 km
  • 4º dia: Porto de Sauipe – Praia do Forte 25.18 km
    Download aqui os gpx da viagem

Cicloturismo: Mangue Seco – Praia do Forte from Karla Brunet on Vimeo.

Eu já tinha visto fotos desta pedalada organizada por Lucia Saraiva dos Amigos de Bike e fiquei bem interessada. Este ano, por sorte, consegui ir. Adorei a ideia de que seriam 4 dias de pedal pela areia, na maré baixa. Me lembrou minha adolescência quando eu ia com minha “Brisa” de Capão da Canoa até Capão Novo, sozinha pela praia (uns 25/30km ao todo). Meu namorado me encontrava lá para um lanche e eu voltava pela estrada.

Nesta edição de 2016, éramos um grupo pequeno de 4 ciclistas (Lucia, Dora, Paulo e eu), mais Zena que foi nosso carro de apoio e fotógrafo oficial. O pedal foi lindo, quilômetros e quilômetros só de areia e mar...

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Refeno 2016: ancorados em Noronha


Chegamos em Noronha muito tarde da noite. Parte da tripulação desembarcou no meio da noite mesmo, pois iriam dormir em pousadas nos dias em Noronha. Eu fiquei no barco, queria provar a experiência da vida a bordo. Foram somente dois dias mas deu para entender um pouco como é a vida num veleiro. De manhã já foi tentar tirar a âncora que estava mal posicionada e trocar de lugar o barco, estávamos numa área de circulação. Depois, foi organizar o barco e só no final da tarde que pisamos em terra para jantar e passear pela vila. Adorei a pequenas viagens no bote contornando os barcos a vela que vieram para Noronha pela Refeno. A pequena baia estava lotada de lindos barcos a vela.

O dia seguinte foi mergulho de manhã no naufrágio do porto e, também, mergulho para limpar o casco do barco. Pela tarde, um pedal na ilha, rever um pouco o lugar que estive em 1998 e 2002...

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