Entrevistei Wael Saifuldin Ali sobre Cartoum e o que ele gosta na cidade.
http://vimeo.com/34355685
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Entrevistei Wael Saifuldin Ali sobre Cartoum e o que ele gosta na cidade.
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Chegamos em Cartoum às 4 da manhã depois de um longo vôo da Espanha e Brasil. A viagem foi uma longa conversa, reencontro, revelações… E cede pela manhã, quase sem dormir, fomos para o CoLab workshop. Esta viagem era em conjunto com Juan Freire, Gabriel Perezzan and Aurea Martinez. Nós viemos ao Sudão para trabalhar no projeto CoLab (ICPL – Khartoum. Interdisciplinary and Collaborative Projects Laboratory).
Depois de um dia no Instituto Francês trabalhando com artistas, produtores culturais e ativistas locais, estava muito cansada e voltei pro hotel para descansar enquanto os outros foram caminhar pela cidade. A noite foi uma ótima janta no restaurante Assaha, um lugar lindo aparentando uma vila tradicional libanesa.
No segundo dia em Cartoum, eu estava mais acordada, fomos para o workshop das 9 até 15h e, depois, decidimos visitar o Museu Nacional do Sudão. Como estava um dia lindo, Juan e eu fizemos uma caminhada pela orla do rio Nilo e cruzamos a ponte para a ilha Tuti...
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Kuala Lumpur é uma cidade interessante. Cheia de jardins (e shopping centers), a cidade mostra um cuidado pelo patrimônio, os edifícios públicos e seu arredores estão bem cuidados. Embora tenha passado somente alguns dias, já deu para perceber sua beleza e imponência.
Uma de minhas grandes curiosidades pela cidade era conhecer as Petronas Tower, e sim, são magníficas, impossível não olhar para elas. De todo lugar que estava na cidade, estava sempre buscando pela torres. Quando tinha visto em filme e fotos nunca as tinha pensado como uma mesquita, acho que porque olhava com meu “olhar ocidental”. Ao chegar na cidade, a primeira vez que vi as torres, vi a imagem de uma mesquita (me surpreendi por antes não ter percebido isto antes).
Como na Cingapura, aqui em Kuala Lumpur, também, fiquei impressionada com a quantidade de shopping centers. Para todo lado tem um, de todos os tamanhos, cores e para todos os bolsos...
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Tinha lido sobre estas lindas ilhas no nordeste da Malásia e fiquei louca para ir até lá mergulhar. Adorei! Me lembrou as ilhas Gili Trawangan, na Indonésia, lugar onde fiz meu Open Water Diver uns 10 anos atrás.
Fiz dois mergulhos na ilha, um no Tokong Laut (Temple of the Sea) no e Sugar Wreck (um naufrágio). A quantidade de vida era grande, vi diversos peixes, tartaruga, tubarão bamboo, lula, escolas de sardinhas… Maravilhoso, e além de tudo, muito barato se comparado com os preços no Brasil. Uma saída custava RM80 (+- U$25). Fazia mais de um ano que eu não mergulhava, estava precisando…





















Kuala Besut é a didade de onde partem os barcos para as ilhas Perhentian...
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Passamos somente dois dias em Melaka mas deu vontade de ficar mais… A cidade é uma mistura de culturas, etnias e religiões. Sendo um importante porto do sudeste da Ásia, sofreu diversas invasões (Portuguesa, Inglesa, Holandesa…). E isto enriqueceu sua cultura.
Logo no primeiro dia formos ver a festa nas ruas para comemorar a nomeação da cidade como “World Heritage Site of UNESCO”. Depois caminhamos pela cidade, achei linda a vila holandesa. A noite fica agitada com a feirinha no Chinatown, é lotada de barraquinhas vendendo todo tipo de comida e quinquilharias chinesas. No final da rua da feirinha, está um dos mais badalados cafés da cidade, o Geographér Café, um lugar aconchegante com livros, verde, música ao vivo. E eu, uma viciada por mapas, mídia locativa e geografia, já gostei do local só pelo nome.
No dia seguinte, passeamos para conhecer melhor o lugar, comemos muito bem num restaurante japonês local e fomos fazer massagem...
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A chegada na Cingapura foi muito cansativa. Chegamos às 6h da manhã e só podíamos entrar no hotel depois do meio dia. Tivemos que rodar pela cidade para matar o tempo, e depois de uma viagem de 40 horas, perambular com sono não era a melhor opção.
Vim sozinha para Cingapura, mas digo “chegamos” porque no aeroporto da África do Sul conheci Rachel Zuanon e logo ficamos amigas. No mesmo aeroporto, ela me apresentou Yara Guasque. Portanto, nós significa Rachel, Yara e eu.
O objetivo desta viagem foi um congresso de arte eletrônica, o ISEA 2008 (como para Escandinávia em 2004) e aproveitei para conhecer um pouco da região, afinal, não é sempre na vida que se tem a oportunidade de viajar ao outro lado do mundo.
A cidade me pareceu muito estranha no princípio, para mim aquilo não era Ásia. Não tinha nada a ver com a Ásia que eu conhecia (Indonésia, Filipinas, Tailândia). A arquitetura é dura, rígida, parece uma representação de seu governo...
Veja os posts da viagem pela pela Espanha – Ilhas Baleares em 2004 e 2006
Veja os posts da viagem pela pela Espanha – Catalunha em 2003
Veja os posts das viagem Escandinávia – Báltico 2004:

Veja os posts da viagem pela Tailândia em dezembro de 2004.

Patong, em Phuket foi nosso lugar escolhido para descansar os últimos dias da viagem. Nada como um lugar turístico com uma boa infraestrutura para veraneio. Aqui teríamos tudo que queríamos: sol, camas na praia, guarda-sol, coqueiros, água de coco, peixe fresco do restaurante na areia, coquetéis…
A praia parecia como as praias de veraneio do Brasil. Era grande, ampla, podia-se caminhar pela areia. Tinha várias opções de lazer: banana boat, sky aquático, jet sky, mergulho, passeios de barco, colchões de bóia… Também pessoas passando e oferecendo bebida e comida para vender. Alguns não gostam deste tipo de praia agitada. Cresci passando os verões em praias assim, então, me lembra casa e me agrada. Para mim é a idéia de aproveitar o máximo possível o que a praia pode oferecer, explorando todas as facetas. Maxim, que vem da Sibéria, ficou encantado com as possibilidades do paraíso tropical.
Phuket também é conhecida pelo turismo sexual, o que, infelizmente, vimos bas...
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